<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732</id><updated>2012-02-16T20:02:06.519-08:00</updated><category term='o senhor dos contos'/><category term='narceja'/><category term='Cafuçu'/><category term='sexo'/><category term='conto erótico'/><category term='amor'/><category term='narceja contos eroticos'/><category term='conto erótico.'/><category term='contos eróticos'/><category term='narceja contos'/><category term='O lobo'/><title type='text'>Contos    Eróticos    da     N A R C E J A</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>80</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-4977702651146446591</id><published>2009-12-20T01:44:00.000-08:00</published><updated>2009-12-20T01:45:40.000-08:00</updated><title type='text'>Todo o ser de uma Puta</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sy3yGQulM4I/AAAAAAAAARg/a_dJG7d-kRQ/s1600-h/casal.PNG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5417252116180054914" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 299px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sy3yGQulM4I/AAAAAAAAARg/a_dJG7d-kRQ/s320/casal.PNG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; Por Narceja®&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Senti naquela noite um desagradável ar de rejeição por parte de Leonardo. Sentia no seu olhar a repressão as minhas atitudes e sua oficiosa intervenção em minha vontade. Seu olhar penetrante de “dono” provocava-me arrepios por entre as pernas. Uma dominação que não era dada abertamente, mas insinuada.&lt;br /&gt;Olhava as pessoas a minha volta como empecilhos para sentir o mais rapidamente que possível o pênis de Leonardo. O vi do outro lado da mesa, com alguns amigos enquanto conversava.&lt;br /&gt;Um jantar entre casais e um olhar de repreensão e dominação que me excitava constantemente, a medida que as amigas riam ou gesticulavam e os olhares insinuosos de seus maridos para as outras mulheres se perdiam por entre as mesas. Bichos em uma jaula. Grande sociedade... Civilização disfarçada e revelada apenas pelo primitivismo do sexo.&lt;br /&gt;- Quero pau duro!! Diziam meus olhos a quem soubesse lê-los.&lt;br /&gt;- Quero enfiar toda nessa puta! Revelavam os olhares dos maridos de minhas amigas.&lt;br /&gt;Putas, vagabundas loucas por rola, piranhas que se perdiam espetadas em uma rola grossa que as tornavam bichos na cama. E todas boas profissionais e mães de família.&lt;br /&gt;Meus pensamentos, livre de minha moral social, se focalizaram no pênis de Leonardo. As carnes flácidas de um pênis mole, a esperança e milagre da vida.&lt;br /&gt;Via-o perfeitamente próximo a meus lábios, que os pegavam suavemente sentindo o peso de sua carne repousar sobre minha língua. O gosto inicial, geralmente de xixi, e o cheiro forte de macho me enchiam os pulmões e a vagina. Precisava de seu pinto logo.&lt;br /&gt;Era apenas o que conseguia pensar após seu olhar de repreensão. A dominação de um macho sobre uma fêmea a minha submissão à frente de um pênis ereto e meu consentimento em dizer para mim mesma que sim... Sim, eu era a sua putinha e sim eu gostava de rola.&lt;br /&gt;- Leonardo, acho que precisamos ir... Disse interrompendo a conversa dos homens.&lt;br /&gt;- Só mais um pouco amor. Respondeu com um olhar sedutor.&lt;br /&gt;- Quero rola, quero leite! Era o que deveria ter dito na mesa para que todos ouvissem e pudesse desabafar a minha raiva e vontade.&lt;br /&gt;Mas me calei, afinal ainda estava na “jaula social”. Tentei me fixar na conversa das amigas, mas entre minhas pernas um rio pegajoso escorria fazendo com que minhas pernas suassem e meu clitóris tremesse. Eu precisava ser entupida e logo.&lt;br /&gt;- Narceja, desde que a Sabrina se separou não foi mais a mesma... Nunca mais saímos juntas, você tem contato com ela? Perguntou uma de minhas amigas.&lt;br /&gt;-Não, nunca mais a vi... Certamente deve estar sentada em algum pau gemendo e gritando que é puta, enquanto eu estou aqui com vocês...Pensei e respondi: - Não!&lt;br /&gt;Levantei com um olhar de fúria para Leonardo e disse que iria ao banheiro. Precisava me aliviar e tentar voltar ao mundo social. Passei por entre as mesas envaidecida pelo olhares de outros machos e entrei no banheiro.&lt;br /&gt;No espelho, vi uma mulher de seios grandes e fortes, redonda no quadril, gostosa como gostam de dizer. Gostosa... Sempre pensei no verdadeiro significado dessa palavra; Que é gostosa quem é comida.&lt;br /&gt;Gostava de pensar que era um prato a ser comido e devorado pelos homens. Um prato que após ser comido ganhava um creme branco como prêmio. Estar cheia... Estar cheia de esperma era o que eu queria naquela noite.&lt;br /&gt;Tranquei a porta e sentei no vaso sanitário, soltei meus seios para fora para que os visse de bicos duros e salientes, prontos para serem mamados. Levantei o vestido e tirei a calcinha,e antes de guardá-la na bolsa, a cheirei intensamente.&lt;br /&gt;Era bom sentir meu cheiro de fêmea no cio, eu precisava ser preenchida ou não conseguiria me acalmar e curtir a noite com os amigos.&lt;br /&gt;Enfiei os dedos dentro da minha vagina até onde pude e fechei os olhos mordendo os lábios para não gritar. 3 dedos socados dentro de mim e outros dois molestando meu clitóris e os pensamentos no pênis de um macho, no pênis de meu marido, Leonardo.&lt;br /&gt;Era bom sentir que era dele e que ele tinha o total domínio sobre meu corpo e vontade, que ele poderia me comer a hora que quisesse e sempre que pudesse.&lt;br /&gt;Esfreguei os dedos com força arrancando mel por entre minhas pernas e me segurando para não gemer alto e gritar no restaurante que queria rola, que precisava de pau para me acalmar...Os pensamentos são, sem sombra de dúvida, nossos maiores libertadores. - Quero essa pica aqui dentro me enchendo... Enche essa sua vagabunda, enche! Dizia em pensamentos me molestando enquanto amassava meus seios com a outra mão.&lt;br /&gt;- Narceja? Você está ai? Perguntou uma de minhas amigas.&lt;br /&gt;- Sim... Saio já... Respondi com ódio e já gozando, soltando meu alivio para fora do meu corpo.&lt;br /&gt;Fechei os olhos por alguns minutos a mais e focalizei na rola de Leonardo, na sua cabeçona rosada e no saco fedido de macho. Os pêlos em volta pretos e a cor cinza de seus testículos me faziam ranger os dentes e anunciar meu gozo farto e cheio em meus dedos.&lt;br /&gt;- Já vou, disse.&lt;br /&gt;Me acalmei por alguns instantes para que não notassem meu fôlego alterado e tirando os dedos de dentro de minha vagina os limpei no vão das minhas coxas. Lavei as mãos e voltei pra mesa mais tranquila e capaz de passar mais algum tempo dentro daquela “jaula social”.&lt;br /&gt;- Demorou amor! Disse Leonardo já com segundas intenções.&lt;br /&gt;- Tive um problema no vestido... Respondi tímida.&lt;br /&gt;- Bem, nós já vamos! Disse meu marido levantando e se despedindo dos amigos.&lt;br /&gt;Minha vagina piscou na hora ainda se acalmando do orgasmo anterior e já se preparando para ser violentada por um pau de verdade.&lt;br /&gt;Despedimos-nos dos amigo sempre trocando olhares insinuosos e sacanas.&lt;br /&gt;Em direção ao carro, Leonardo soltou: - Você fez...?&lt;br /&gt;- Curioso você... Disse sem responder.&lt;br /&gt;- Fez ou não fez? Voltou a perguntar .&lt;br /&gt;- Sem comentários... Disse.&lt;br /&gt;- Fez vagabunda que eu sei! Respondeu ao se aproximar do carro.&lt;br /&gt;- Vem ver então! Provoquei.&lt;br /&gt;Leonardo me encostou no carro no estacionamento do restaurante e levantou meu vestido enfiando a mão por entre as minhas pernas, enfiando os dedos dentro da minha vagina arrastando um pouco de meu mel com ele, mostrando-me em seguida e depois colocando seus dedos dentro de minha boca disse :&lt;br /&gt;- Não aguenta ficar sem rola um minuto não é?&lt;br /&gt;- Você sabe que não... Confessei.&lt;br /&gt;- Entra no carro que vou te foder igual cadela de rua hoje!&lt;br /&gt;Entramos no carro e vesti meu papel de puta beijando-o na boca e sentindo o gosto de sua língua quente enquanto pegava no seu pênis por cima da calça.&lt;br /&gt;- Mama ele enquanto dirijo! Pediu.&lt;br /&gt;Abri sua calça enquanto Leonardo dava a partida no carro e pude matar minha fome sentindo o gosto daquele cacete duro passando por entre em meus lábios.&lt;br /&gt;- Mama que quero que vejam a putinha que eu tenho.&lt;br /&gt;Não me importava mais com nada, queria apenas sentir aquele pênis dentro de minha boca e ouvir suas palavras de comando, meu marido, meu dono.&lt;br /&gt;Leonardo passou perto de um ônibus de propósito e ouvi alguns homens gritando:&lt;br /&gt;- Mama vagabunda!!&lt;br /&gt;- Safada...&lt;br /&gt;- Goza na boquinha...&lt;br /&gt;Então nessa hora, Leonardo estacionou o carro em uma rua mais escura e me mandou sentar no seu pau. Já sem calcinha, subi em seu colo e sentei com tudo em seu pênis melado deixando-me ser preenchida pelo meu macho, o homem que amava e que havia escolhido para ser meu dono.&lt;br /&gt;- Senta... forte... Dizia.&lt;br /&gt;- Gostoso... Ai... Como é bom ser comida... Enquanto gemia cravada em seu pau, pensava apenas no seu gozo se aproximando e no milagre que é ver um homem se acabando dentro de sua fêmea: - Quero leite grosso! Pedi. Era o sinal para deixá-lo como queria, completamente primitivo e sem rumo, animal em si, homem e macho.&lt;br /&gt;- Pois vou te encher de leite quente e é agora safada! Toma leite! Gemeu e soltou a primeira golfada de leite dentro de mim, me enchendo por inteira e continuou metendo sem parar já anunciando que meteria duas seguida sem intervalo, proeza para poucos homens, a maioria dá uma e dorme.&lt;br /&gt;- Quero mais... Pedi.&lt;br /&gt;Leonardo meteu novamente e disse que me encheria de leite de novo, para que eu aprendesse a esperar por ele.&lt;br /&gt;Sentia as estocadas fortes enquanto via e ouvia os carros passarem por nós e pensava em toda aquelas pessoas ali no restaurante com suas vidinhas sociais e vazias... Se elas soubessem....&lt;br /&gt;- Vai aprender na pica a me esperar ! Dizia enfiando forte novamente.&lt;br /&gt;Em uma estocada, senti que iria gozar e avisei: - Mete mais que vou gozar!&lt;br /&gt;Meu marido então apressou as estocadas e meteu até me arrancar lágrimas:&lt;br /&gt;- Chora na rola... Chora para aprender. Chora!&lt;br /&gt;Gemi alto levando um tapa na bunda e gozei sentindo logo em seguida o creme quentinho e denso do Leonardo.&lt;br /&gt;Ainda fiquei me contraindo um pouco em cima de seu pau cansado e sentido o frenesi de meu orgasmos na escala decrescente me acalmar e me transformar na mulherzinha carinhosa de meu marido. Era um espetáculo voluptuoso tal ambiguidade de meu ser.&lt;br /&gt;- Eu te amo muito. Disse me beijando.&lt;br /&gt;Após o beijo, abracei-o forte montada ainda nele, sentindo suas carnes suadas e seu coração bater apressado. Repousando sobre seu peito e sentindo com minhas mãos sua barba mal feita, seus traços masculinos, me senti mulher, frágil em sua essência, doce e extremamente feminina.&lt;br /&gt;- Eu te amo, por que você é meu homem! Susurrei em seu ouvido.&lt;br /&gt;A verdadeira razão de existir está no espírito desse tempo. A “jaula social” não é nada além do nosso próprio medo de pensar e proceder totalmente em desacordo com o que é comum para os cegos de ideias e opiniões.&lt;br /&gt;A promiscuidade nada mais é que o fracasso de todas as tentativas de fuga dessa “jaula social”. A regra é ao contrário, e agora é admitida como lei .&lt;br /&gt;A mulher não está fácil e existe homem fiel! O contrário do comum é usualmente empregado como impossibilidades e paradoxos sociais. Ou talvez quem sabe... O pecado não esteja em ser “puta” ou ser “galinha” mas em pensar...&lt;br /&gt;www.narcejacontos.com&lt;br /&gt;******************************&lt;br /&gt;Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro.&lt;br /&gt;http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965&lt;br /&gt;www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-4977702651146446591?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/4977702651146446591/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=4977702651146446591' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4977702651146446591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4977702651146446591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/12/todo-o-ser-de-uma-puta.html' title='Todo o ser de uma Puta'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sy3yGQulM4I/AAAAAAAAARg/a_dJG7d-kRQ/s72-c/casal.PNG' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-6291424145406901335</id><published>2009-10-15T05:07:00.000-07:00</published><updated>2009-10-15T05:08:34.052-07:00</updated><title type='text'>Rapidinha</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/StcQu7Og_cI/AAAAAAAAARM/QgF5Z9ZAghk/s1600-h/rapidinha2.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5392797477158059458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 209px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/StcQu7Og_cI/AAAAAAAAARM/QgF5Z9ZAghk/s320/rapidinha2.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;NARCEJA®&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;br /&gt;Ele chegou do trabalho cansado e na soleira da porta me chamou mostrando sua arma dentro da calça. Eu estava ao telefone com uma amiga, quando o vi coçar o pênis, e mostrá-lo com sinal de vontade.&lt;br /&gt;Sua vontade sempre fazia nascer meu desejo e tesão. Sentia meu sexo chorar sempre que o dele se animava para a transa. E não pensei duas vezes em desligar o telefone e correr até a porta para aproveitar-me dele.&lt;br /&gt;- Calma... Ele está cheio, mas você tem que pedir.... Disse.&lt;br /&gt;- Me dá... por favor.... Pedi já me ajoelhando aos seus pés.&lt;br /&gt;- Vem pegar então... Disse se dirigindo até a varanda do apartamento e encostando-se no corrimão, me chamou mais uma vez.&lt;br /&gt;Era uma noite de quinta feira e com certeza muitos vizinhos dos prédios opostos ao nosso veriam a cena. Mas não resisti, ele era o meu homem e meu desejo estava condicionado ao dele. E assim, me dirigi a varanda usando apenas uma calcinha e uma camiseta branca, mas antes que me aproximasse ele disse:&lt;br /&gt;“Nua e de joelhos”! Senti meus líquidos vaginas escorrerem abundantemente pelas coxas ao tirar a calcinha e verificar uma linha de tesão ligando o forro do fundo da mesma e meu sexo inchado e rosado.&lt;br /&gt;Liberei meus peitões e me ajoelhei, engatinhando até seu sexo. Ao me aproximar dele, Mário pegou meus cabelos e esfregou minha cara em seu órgão dizendo-me para deixar de ser putinha e virar moça descente. Ri de sua provocação e abri sua calça liberando seu instrumento de dentro da cueca e colocando-o rapidamente na boca, sentindo tesão pelos olhares clandestinos que poderiam haver nos prédios vizinhos.&lt;br /&gt;Minha tranquilidade veio quando senti o gosto do trabalho de meu marido, aquele aroma de pênis de ar-condicionado e xixi recente, as bolas suadas e salgadas cobertas de pelos rasos e bem aparados, que vez por outra, arranhavam minha língua provocando-me orgasmos e vontade de mais. Era fome.... “Está com fome?” Ele dizia sempre ao iniciar a gozada em minha boca. O prazer animal de Mário, de despejar uma parte sua em minha boca, a submissão, a volta ao primitivismo nos levavam ao clímax absoluto de ser homem e mulher.&lt;br /&gt;Sentia-o forte com seu órgão duro, dono e senhor dos meus prazeres. Sentia-me fêmea e serva ao mesmo tempo. Na cama, não havia limites para gozar.&lt;br /&gt;Lambi toda a extensão e continuei a degustar de meu jantar aquela noite, sendo incentivada por Mário, que contraía suas ancas e enfiava seu pênis fundo em minha boca, com o intuito de mostrar aos vizinhos a mulher que tinha. Gostava de ouvir o barulho de meu engasgo e de seus dentes rangendo a cada estocada. Apreciava a cabecinha de seu sexo fazer volume em minhas bochechas mostrando seu tamanho e ameaça.&lt;br /&gt;“Mama!” Dizia sempre com raiva. E mamei muito na varanda aquela noite, mostrando a todos que quisessem ver o quanto o amava e o desejava, e ele a mim. Éramos duas carnes presas uma a outra, conservadas pelos orgasmos e tesão diário.&lt;br /&gt;E não foi diferente aquela noite, Mário pediu para gozar dentro de mim ainda na varanda, para que todos vissem seu leite encher-me por completo. Com muito custo, consegui soltar meus lábios de seu sorvetão suculento e deitei no chão frio abrindo-me desavergonhadamente e sentindo Mário montar sobre minhas carnes, gemi na primeira estocada forte e intensa.&lt;br /&gt;“Chora... Chora levando rola” Dizia.&lt;br /&gt;E chorei alto gemendo com intensidade sentindo meu sexo ser destruído e aberto por sua arma para depois sentir um banho quente de leite.&lt;br /&gt;“Isso é para você não se acostumar a ficar sem leite por muito tempo!” Disse tirando sua arma de dentro de minhas carnes, deixando um buraco fundo e dirigindo seu pênis ao meu rosto, passando-o em meus olhos e bochechas, boca e nariz, deixando-o sujo de macho. Alisando meus cabelos, me levantou abraçando e beijando-me na boca ainda na varanda.&lt;br /&gt;Após o beijo disse: “Amor, vai se vestir para buscarmos as crianças na casa da sua mãe”. E nesse momento, voltei a ser a sua mulher, moça direita e de família.&lt;br /&gt;Uma esposa digna de ser a mãe de seus filhos e amá-lo decentemente...fora da cama!&lt;br /&gt;******************************&lt;br /&gt;Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro.&lt;br /&gt;http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-6291424145406901335?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/6291424145406901335/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=6291424145406901335' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/6291424145406901335'/><link rel='self' 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YOU TUBE</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/28QHoOKbkb8&amp;hl=de&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/28QHoOKbkb8&amp;hl=de&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-8097452427167501979?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/8097452427167501979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=8097452427167501979' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/8097452427167501979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/8097452427167501979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/10/contos-de-narceja-no-you-tube.html' title='Contos de Narceja no YOU TUBE'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' 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comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=1899686007398545647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/1899686007398545647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/1899686007398545647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/10/blog-post.html' title=''/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' 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comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=3993810822612337694' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/3993810822612337694'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/3993810822612337694'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/10/porno-bar-do-escritor.html' title='Porno Bar do Escritor'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' 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/&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff9900;"&gt;Por Narceja&lt;br /&gt;“No sexo todo pensamento é concretizado, já entre pessoas que se amam é incomunicável.”&lt;/span&gt; ( Ana M. ) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.narcejacontos.com/"&gt;&lt;strong&gt;www.narcejacontos.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Deu-se que naquela tarde Jonas resolveu ligar-me do trabalho:- Oi Narceja, estou precisando de você aqui.- Aqui...? Onde? Perguntei já me insinuando.- Aqui entre as minhas pernas, debaixo da minha mesa. Disse com uma voz de travesseiro.- Não me excita, que sinto fome...Ameacei.- Vou jorrar litros se você vier... Prometeu.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;- Chego aí em meia hora. Disse já salivando. Larguei o que estava fazendo e segui em direção ao seu trabalho. Um escritório de advocacia localizado no centro da cidade. De carro, tentava me concentrar no trânsito enquanto meus pensamentos voavam para Jonas... &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ali sozinho naquela sala, duro, com vontade, sem mulher alguma para satisfazê-lo. Cabia apenas a mim, sua namorada, não deixá-lo passar necessidade. Sentia fome, desejo, fascínio lascivo por aquela situação. O fato de um homem me chamar para realizar suas necessidades físicas me enchia de orgulho em ser mulher.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Parecia que era esse o meu destino e sina, satisfazê-lo. Já namorávamos há 1 ano e eu mesma tomei tal decisão: Teria o direito de masturbá-lo sempre que quisesse e não o deixaria desperdiçar, uma única vez, seu mel da vida. Tomaria sim, porque o amava. No carro, sentia meus instintos de caçadora aguçados molharem minha calcinha. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Parecia-me tomada por uma ordem acima da minha própria vontade. O via ereto em minha frente, com sua mamadeira imponente pronta para me dar leite. Como mulher, amante, namorada achava-me na obrigação de tomar de seu corpo o que era meu de direito. Parecia-me uma honra a ser conquistada. Sentia-me superior, intacta em minha moral, o amor justificava tudo. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Usava um vestido soltinho de verão até os joelhos e uma calcinha de renda branca. Minha “menina” iniciava um choro baixinho de desejo e vontade. Tinha muito orgulho dela, de seu tamanho e de sua profundidade. Sua aparência era bastante agradável aos meus olhos. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Deixava-a sempre sem qualquer fio de cabelo, achava desta forma asseada. Gostava do montinho de carne que se formava no final do V de sua forma. Passei a mão nela enquanto dirigia e pude notar sua umidade. - Calma menina! Vai já matar sua vontade! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Disse dando-lhe um tapinha. Meus pensamentos se voltavam para o quê os moralistas chamam de “vulgaridade”, embora o eu aprecie por “ liberdade”. Pensamentos que me levavam a pensar palavras chulas, obscenas e necessárias naquele momento. Eu era uma putinha faminta por vara! Ah... a vulgaridade... se assim o quiserem chamar... Uma vadia mamando debaixo da mesa. Uma vagabunda chupando rola. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A certeza do não o sê-lo tornava-me livre de maiores moralidades e feminismos desnecessários. Vi seu prédio e procurei uma vaga para estacionar enquanto verificava as lágrimas de minha “menina” molharem minha calcinha:- Se acalma!! Você terá já o que merece. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Disse alto, para que minhas palavras fossem ouvidas por mim, livre dos olhos infelizes do Não. Estacionei em uma vaga dentro da garagem subterrânea do prédio e desci do carro, sentindo meus fluídos melarem o vão das minhas coxas, preparando o terreno para ser feliz. Andei rapidamente até o elevador, sendo observada por alguns homens, que de alguma forma, que não sei explicar, pareciam saber que levaria rola dentro de pouco tempo. Via em seus olhos o tesão que lhes provocava. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;No elevador, apreciava meu decote no espelho. Meus seios fartos e duros, suculentos como frutas maduras, meu corpo de fêmea logo se abriria para ser curada por um macho. A porta do elevador se abriu e vi a secretária beata de meu namorado: - Boa tarde Dona Narceja. - Boa tarde Vilma. E o Jonas?- Já pediu que a senhora entrasse. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Disse-me não me olhando nos olhos. Evidente que ela sabia o que estava prestes a acontecer, o que se sucedia todas as semanas. Seu olhar de repressão excitava-me mais ainda. Sentia-me confrontante diante daquela simples mulher...Uma pobre mulher infeliz aprisionada em seu mundo de moralidades sociais broxantes e insanas. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Livre e com um sorriso no canto da boca, de desprezo por seu olhar repressivo, peguei na maçaneta da porta do escritório de meu namorado e a abri, pronta para ser mulher. E então o vi, sentado em sua mesa, dono do meu corpo e vontade me disse:- Feche a porta, que já está cheio! Ordenou.Entrando em seu jogo, fechei a porta e antes de dar o primeiro passo em sua direção, ele completou: - Venha engatinhando como uma cadelinha, de quatro. Ou Não ganha leitinho quente!! Dissem em tom sério, com tesão. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Já encarnada no papel daquele dia, do grande teatro de amar carnalmente um homem, obedeci e ajoelhei-me no chão, enquanto Jonas se levantou da cadeira ficando em pé e tirando sua tora de carne da calça, balançando-a ao ar e mandando seguir adiante, tal qual uma cadelinha atrás de seu alimento. Os 3 metros que nos separavam excitavam-me cada vez mais, à medida que sentia meus joelhos tocarem o chão e me aproximar dele. De sua arma! Todo homem possui uma entre as pernas, uma arma desejada e ameaçadora para nós mulheres, o Pênis. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Me aproximei de seu órgão carnudo e duro, e cheirei recebendo o primeiro tapinha de vara na cara: - Cheira primeiro! Ordenou. Cheirei e fui ao delírio, abocanhei sem mais delongas. E suguei a cabecinha de seu pênis moreno e molhado. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Salivava sentindo-o diluir em minha boca, desfazer-se em líquidos transparentes e abundantes. Em gosto de homem, gosto de rola, de pica, de tora, de liberdade. E mamei em seu cogumelo vermelho e reluzente, enquanto imaginava, nesse momento, a secretária frustrada lá fora, e eu ali, de joelhos mamando o patrão dela. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Como me sentia superior àquela coitada moralista. Superior por ter aquele pedaço de carne na boca, tapando e enchendo-a de carne roliça e cheirosa. O cheiro que Jonas exalava de seu órgão quase me lavaram ao orgasmo ali mesmo. Um pênis suado de trabalho, o dia inteiro dentro da cueca, a acumulação de cheiro de macho que se formou a tarde inteira, e agora livre exalando virilidade por toda a sala. - Vem aqui para debaixo da mesa, vem. Pediu.Jonas, me mostrando o pau, e sentando-se em sua cadeira abriu espaço para que eu fosse para debaixo de sua mesa:- Mama feito cadela, mama.Pediu carinhoso. Entrei debaixo de sua mesa e fui imprensada por suas pernas abertas tendo apenas seu pau na minha frente. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Vi seus testículos grandes sentarem na cadeira e os lambi à medida que engolia enquanto Jonas ligava para alguém.- Vilma, chame o estagiário Henrique aqui que quero lhe passar algumas providências a serem tomadas. Sua safadeza me excitou mais ainda e passei a mamá-lo com mais vontade, com mais fome, mais “putamente” mulher, solta e livre.- Amor, manera na mamada que quero gozar com ele aqui dentro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Comparsa de sua fantasia, dei uma parada na mamada esfomeada e passei apenas a assoprar o buraquinho de sua cabecinha e a passar a pontinha da língua acalmando-o mais, ao mesmo tempo deixando-o excitado, sem perder o ritmo. Não haviam dúvidas, seu leite naquelas situação seria um prêmio alcançado por poucas mulheres. O telefone tocou, e Vilma disse-lhe que o estagiário estava entrando. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ouvi a porta se abrir e me senti vadia ali debaixo da mesa. Imaginei o que pensaria o pobre capacho de advogado se me encontrasse ali, naquela situação, mamando o chefe. - Henrique, você pegou o processo no fórum? Perguntou Jonas.Mamei com força na cabecinha sentindo seu pau pulsar dentro de minha boca.- Sim Doutor, aqui estão! Disse Henrique.Mamei puxando a pelinha em torno de seu pênis e sentindo-a movimentar-se dentro de minha boca.- Quero... que vá novamente... ao cartório da 1ª vara.. Da 1ª vara civil e pegue os processos do caso do Doutor Carlos que teremos uma reunião amanhã.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Engoli nesse momento todo o pau, quase engasgando e pedindo com a língua, me preparando pra tomar leite quase na frente de outro homem.- Tenho que ir ao fórum amanhã, hoje não dará mais tempo. Respondeu o estagiário.&lt;br /&gt;Prestes a receber a golfada de leite quente de Jonas, apressei a mamada chupando sua cabeça com força, masturbando-o com a força e delicadeza de meus lábios, queria beber leite com Henrique ainda dentro da sala.Jonas tentava se controlar e se preparar para gozar sem dar muita bandeira:- Então está certo. Pode ir. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Apressei a mamada e sentindo o ferro quente prestes a explodir dentro de minha boca, ouvi os passos de Henrique em direção a porta de saída e escutei na hora que ele se virou e disse:- Bom divertimento, Doutor! Falou em tom de risada se retirando da sala.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;E nesse momento, Jonas despejou litros de porra na minha boca, enchendo-a por completo enquanto Henrique fechava a porta do escritório.Ainda terminando de gozar Jonas segurou-me pelos cabelos e gozou tudo dentro da minha boca gemendo baixinho e xingando: - Toma vadiazinha safada, toma porra, que é o que tu merece safada! E gemeu.&lt;br /&gt;Bebi tudo com muita vontade enchendo a barriga e ficando satisfeita por mim, por haver gozado também com meu dedinho nervoso molestando meu clitóris melado. Havia gozado momentos antes de Jonas, baixinho, embora com bastante intensidade.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Após a gozada, alisou meus cabelos, me levantou me colocando sentada em seu colo, o abracei com bastante forca e ternura, apertando-o forte.- Eu te amo, pois és minha! Disse baixinho, me beijando. Me levantei de seu colo, limpei o rosto, o beijei novamente na boca e disse-lhe que tinha que ir pois tinha um compromisso. Me despedi do meu amor, ainda com seu gosto nos lábios.&lt;br /&gt;Cumprimentei a secretária Vilma e entrei no elevador, mas antes que a porta se fechasse Henrique a parou apressado e entrou comigo no elevador me cumprimentando apenas com os olhos. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Olhou para meu corpo com desejos de homem e ao chegarmos na garagem, no exato momento que a porta do elevador se abria, ele enfiou a mão no bolso e tirou alguma coisa e me dirigiu a palavra: - Aceita um Halls? Perguntou. Sorri de imediato aceitando a balinha.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt; Coloquei na boca, agradeci e me dirigi em direção ao meu carro sentindo uma felicidade plena de ser o prêmeo de um único homem, mas de também ser desejada por outros. E ser unicamente fiel a um, ao homem que eu amei. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;******************************&lt;br /&gt;Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965"&gt;&lt;strong&gt;http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-1506501617980605113?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/1506501617980605113/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=1506501617980605113' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/1506501617980605113'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/1506501617980605113'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/09/fome-de-uma-mulher.html' title='A Fome de uma Mulher'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SrtfnSlSoMI/AAAAAAAAARE/2MAcM4Xc_HY/s72-c/124CF9_1defr.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-2205040550617426815</id><published>2009-09-06T04:52:00.000-07:00</published><updated>2009-09-06T04:53:49.925-07:00</updated><title type='text'>Perguntas para Narceja</title><content type='html'>&lt;h3 style="color: rgb(255, 102, 102);" class="smller"&gt;Perguntas para Narceja&lt;/h3&gt; &lt;div style="color: rgb(255, 102, 102);" class="para"&gt; Com a série Literatura Licenciosa na Internet, entrevistas. Onde será publicado um e-book no final do ano com as entrevistas dos melhores autores de literatura licenciosa da internet. Continuando a série de entrevistas chegou o momento de a autora de Narceja ( Ana M.) ser entrevistada. Lanço um desafio aos leitores de Narceja:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu, a autora de Narceja, serei entrevistada pelos próprios leitores, que poderao enviar suas perguntas por e-mail ( narcejacontoseroticos@googlemail.com ) até o dia 30 de Novembro. As melhores perguntas serao selecionadas para constituir a entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O leitor poderá optar por ter seu nome ou nickname e seu estado publicado na entrevista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O e-book ( Narceja entrevistas) Sairá em meados de dezembro. Juntamente com o video de divulgaçao no youtube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A autora&lt;br /&gt;Ana M. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-2205040550617426815?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/2205040550617426815/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=2205040550617426815' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2205040550617426815'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2205040550617426815'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/09/perguntas-para-narceja.html' title='Perguntas para Narceja'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-5371900650426803085</id><published>2009-09-06T00:17:00.000-07:00</published><updated>2009-09-06T14:29:10.015-07:00</updated><title type='text'>Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas : AYESKA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqNigsnEUpI/AAAAAAAAAQ8/Qqf_Ri6Xb30/s1600-h/ayeskalogo2yaeska.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqNigsnEUpI/AAAAAAAAAQ8/Qqf_Ri6Xb30/s320/ayeskalogo2yaeska.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378250693880861330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;                                                                     www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;A Escritora Erótica &lt;span style="font-size:24;"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;Ayeska&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; vem se destacando cada vez mais no cenário de contos eróticos publicados na internet. Em tão pouco tempo de estrada, seus contos já se tornaram um dos mais procurados pelos internautas que buscam a literatura licenciosa.&lt;br /&gt;Nesta entrevista a Autora abre o jogo e revela o segredo de seu sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Ayeska&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;&lt;a href="http://contoseroticosdeayeskaeamigos.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;http://contoseroticosdeayeskaeamigos.blogspot.com&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;s&lt;/b&gt;&lt;b&gt;e&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;b&gt;lene.scbr@gmail.com&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;&lt;strong&gt;De que forma e quando nasceu a Ayeska? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Ayeska: Nome russo, só não sabia o seu significado e há pouco tempo descobri que é: Ursinha rsrs&lt;br /&gt;Meu nome verdadeiro é diferente e  cresci gostando de coisas diferentes e Ayeska, Anouska , Rebecca, Cassandra , Penélope são  nomes diferentes e gosto deles.&lt;br /&gt;Quanto ao nascimento de Ayeska, desde muito precoce gostava de literatura erótica, inclusive quando pequena li um livro escondido da minha mãe (rsrs) chamado&lt;br /&gt;Tarântula. Infelizmente não sei o nome do escritor, me lembro apenas que é espanhol. E moro de vontade de achá-lo, pois não o li inteiro. Já ficava excitada com algumas passagens do livro.&lt;br /&gt;Ayeska surgiu quando comecei a ler contos eróticos na internet. Alguns me excitavam muito e as vezes eu até gozava rsrs&lt;br /&gt;Me chamou atenção o Senhor dos Contos, me lembro que fiz comentário em um conto dele e resolvi escrever um conto. Foi : Estranho dentro da Noite, um conto curto e o Senhor dos Contos me incentivou a escrever. E assim nasceu Ayeska.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Ayeska, o que está escrevendo agora?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Nesse momento estou respondendo as suas perguntas rsrs&lt;br /&gt;Mas devo postar um novo conto por esses dias.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt; Você procura inspiração em fatos reais ou fictícios na escrita dos seus contos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Muitos, em fatos que ocorreram, alguns personagens são reais e alguns frutos da minha imaginação. Uma mistura de ambos.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Poder-se-ia afirmar, então, que os seus contos são resultado de uma mescla de experiências sexuais reais e fantasias?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Sim mesclam um pouco, sim. Único tema que escrevo que não acontece ou aconteceu em minha vida real é o incesto.&lt;br /&gt;Nunca tive qualquer experiência com alguém da minha família , do meu sangue. Se ler meus contos de incestos verá que são com pessoas que não são do meu sangue. Mas é um tema pecaminoso e extremamente proibido que excita  a imaginação das pessoas. Acredito que algumas pessoas realmente cometam incesto.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Quando começou a escrever e  motivada pelo quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;O que me motivou foi que desde o primário, os (as) professores diziam que eu escrevia redações muito bem. me faziam inclusive a lê-los em voz alta na sala de aula. E  também adoro sexo, principalmente o orgasmo. Mas desde o primeiro conto tive motivação: Senhor dos Contos, Badje e Amapoula. Três pessoas que me deram muita força no início. E depois uma de quem gosto muito : a Luna.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;No seu blog, vejo que você não apenas publica seus textos, como também textos de amigos e leitores.  Poderia nos falar de que forma nasceu esta idéia do “blog coletivo”?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Me deram a idéia do Blog. Puxa, você deveria ter um blog ou publicar um livro de contos. E parei para pensar, mas não queria um Blog só da Ayeska, isso é tão normal. A pessoa fazer um blog em que o foco central é ela mesma. Não, eu quis compartilhar com pessoas que me deram e me dão carinho, amizade, e os quais sou fã deles  também. E quando conversei com alguém que admiro muito e é um amigo especial demais ( entrou na minha vida há poucos meses, apesar de conhecer suas obras há mais tempo), &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;eu disse : Quero um blog não apenas com contos meus e sim de outros autores, amigos ou não. E para ser sincera, não esperava que fosse tão bem o blog..E muito do mérito são de todos eles.&lt;br /&gt;Como costumo dizer ele (blog) não é meu , é seu, é nosso.&lt;br /&gt;E sou assim, é uma característica minha ser assim.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Qual é o seu método de produção?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Rsrs Só para você ter uma idéia. Um fã entrou em contato comigo me pedindo um conto. Disse que era meu fã, que adorava meu contos e queria  um favor: que escrevesse um conto de Enfermeira para ele.&lt;br /&gt;Respondi ao seu e-mail, pois mesmo quando recebo e-mails com palavras ou convites sacanas,  eu respondo de forma educada. E achei a mensagem dele uma gracinha. Resumindo: eu prometi que escreveria para ele sim. Mas e idéia???&lt;br /&gt;Foi até engraçado , eu mandei e-mail para o SenhordosContos, Dom_Gaspar e a Alicinha BH, contando: Gente o que faço, não consigo idéia para o conto.&lt;br /&gt;Foi num fim de semana, e sem idéia fui tirar um cochilo e quando acordei, estava revigorada e o conto na minha cabeça, um conto que teve duas partes. E meu amiguinho,( não mais fã) simplesmente disse que amou o conto! Então é assim, as vezes me lembro de algo que aconteceu ou me vem uma idéia e vou colocando no papel.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Você tem se tornado uma escritora de literatura licenciosa conhecida na internet, em sites de contos eróticos. Até que ponto o sucesso de seus textos interferem em sua vida pessoal?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Por enquanto não interferem. Bom eu contei há pouco tempo atrás para minha melhor amiga: Minha mãe. Rsrrs ela ficou horrorizada e disse até com vergonha.&lt;br /&gt;Mas AYESKA é Ayeska. E poucas pessoas , poucas viu, sabem quem está por trás de Ayeska. Não costumo me expor. Devido a  minha profissão, são poucas as pessoas que sabem de Ayeska. E não me considero um sucesso. Fico até espantada com essa repercussão toda.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;De que maneira você resumiria o conteúdo da palavra sexo em seus textos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Hum são tantas...tudo que mais que bom  rsrs .Sexo para mim é: prazer, tesão, fantasias culminando no final em um orgasmo arrebatador. Adoro dar prazer e adoro gozar.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;En&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;tão, a autora se relacionaria com um leitor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Sim, tenho um relacionamento virtual com um leitor dos meus contos há mais de um ano. Não penso se vai dar certo ou não. Mas curto muito os momentos que tenho com ele. E nunca pensei que durasse tanto. Sabe, uma vez ele me disse: que gosta mais de mim real do que da Ayeska. Porque a Ayeska veio de mim.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Ayeska, poderíamos saber algo pessoal sobre a autora?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Uma mulher-menina que adora seu poodle. Ama sua mãe que é sua companheira.&lt;br /&gt;Gosto de conversar, viajar, ler, assistir a filmes, seriados e esportes.&lt;br /&gt;Uma chocólatra e quem está a minha volta costuma dizer que sou meiga, mas brava..rsrs&lt;br /&gt;Adoro a vida e adoro rir. E claro Amo Sexo!rrs&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Você acha necessário para um autor de contos eróticos preservar a privacidade, uma vez que textos eróticos nem sempre são tidos como mero exercício da linguagem literária licenciosa?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Acho que cabe a cada autor se ele ou ela querem preservar sua privacidade.&lt;br /&gt;Ainda há um certo preconceito. Eu mesma já recebi e-mail de homens me chamando de puta e dizendo besteiras  do tipo " quero fazer isso com você". Na minha vida virtual são poucas as pessoas que sabem quem está por trás da Ayeska.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;De que maneira você classificaria os seus textos na literatura?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Nunca pensei em classificá-los; escrevo para dar prazer a quem lê.  Mesmo por que não me considero uma grande escritora. E se reparar alguns dos meus contos  tem até  partes engraçadas..rsr&lt;br /&gt;Sabe o que é mais estranho?Alguns anos atrás meu pai me levou a uma  cartomante e ela nos disse que eu seria uma escritora. Meu pai achou até que se isso acontecesse; eu seria escritora de Romances. Deve estar se revirando no túmulo, pois a filhinha dele escreve contos eróticos.rsrs&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Poderemos, então, esperar um livro de Ayeska?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;rsrs As pessoas que me conhecem pessoalmente e sabem que escrevo falam para que publique um livro, mas sinceramente prefiro assim. Tenho medo da repercussão que poderia talvez vir disso. Prefiro o anonimato. Gosto da minha privacidade.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Qual foi a sua maior alegria  como escritora de contos eróticos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Minha maior alegria é quando comentam que gostaram do conto que escrevi.&lt;br /&gt;E é isso que me faz continuar . Simplesmente por causa disso. Hoje antes de responder a essas perguntas fui na minha depiladora e ela me pediu para enviar mais contos, pois ela adorou meus contos. Essa é minha maior alegria: receber o carinho dos leitores e amigos autores.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Você escreve algum outro gênero?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Quando passei férias na casa dos meus Tios em uma cidade do interior, levei um bloco de cartas para escrever para minhas amigas. Acabei escrevendo vários romances e elas ao lerem gostaram muito. E me perdoaram por não ter escrito cartas para elas rsrs&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Qual o seu melhor conto em sua opinião e na dos seus leitores?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Sinceramente??? Não sei. Mas tenho a preferência que alguns  já me disseram que gostaram mais: Banho de língua no banheiro, Dança do Colo (um autor e amigo adora esse e minha depiladora ainda hoje comentou que adorou também) e Fantasias Alucinantes do Papai Noel e a Ninfeta (Também o preferido do meu amigo e autor).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt; O q&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;ue você anda lendo de gênero erótico na internet? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Difícil, são vários:Alicinha BH, PenélopeCharmosa, SenhordosContos, Dom_Gaspar, Horse_Lover, Tatazinha, El Vamp, LoboGrisalho, Pri, Rafer, ParisEros,  você &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;( Narceja) e as sumidas: Eros Dinâmica e Luna Lee. Curto muito também as poesias eróticas da Senõrita Malagueta.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;O que você costuma ler, possui alguma influência literária mais acentuad&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;a?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Leio muito Romances Históricos e Romances Sobrenaturais ( são romances eróticos).&lt;br /&gt;Adoro os romances policiais de Nora Roberts usando o pseudônimo de JD Robb (Série Mortal) possuo toda a coleção até o mais recente que ainda não li; no momento inclusive tenho alguns  livros para ler:&lt;br /&gt;Vampiros em Dallas ( que baseou a série True Blood) e o penúltimo de Stephanie Meyer " Eclipse",  Pecados Sagrados de Nora Roberts.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Em matéria de escrever contos eróticos, você sente, na sua trajetória, algum progresso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Nunca pensei nisso. Me surpreendo a cada dia. Não imaginava chegar a esse nível.&lt;br /&gt;Ter fãs, amigos autores, amigos leitores, ser convidada para participar do Site Desejo.org., ter um Blog e ser entrevistada por você.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;O que a Ayeska nos reserva para o futuro?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Não sei , realmente não sei. Aprendi que temos que viver um  dia de cada vez e da melhor forma possível.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color:blue;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Existe alguma preferência quanto a temática abordada nos contos de Ayeska? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Sim escrevo contos lésbicos e sou muito assediada por mulheres solteiras e casadas..rsrs&lt;br /&gt;E procuro fazê-las se sentir bem pois ainda não sei dizer não...rsrs&lt;br /&gt;E tive experiências sim, precoces mas tive. Como eu disse comecei precocemente a sentir prazer.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;Ayeska, que mensagem gostaria de deixar aos fãs, leitores e amigos que te acompanham?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 204);"&gt;Que antes de mais nada agradeço de coração o carinho que me dão. E que em suas relações procurem dar e receber prazer dos  seus companheiros (as)  e se for necessário criem fantasias , temperem a relação e sejam felizes.&lt;br /&gt;"Carpe Diem" que aproveitem cada dia e momento de suas vidas.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:10;"&gt;&lt;br /&gt;                                             Entrevista realizada por Narceja&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-5371900650426803085?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/5371900650426803085/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=5371900650426803085' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/5371900650426803085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/5371900650426803085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/09/literatura-licenciosa-na-internet.html' title='Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas : AYESKA'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqNigsnEUpI/AAAAAAAAAQ8/Qqf_Ri6Xb30/s72-c/ayeskalogo2yaeska.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-2607217676557916127</id><published>2009-09-05T15:38:00.000-07:00</published><updated>2009-09-05T15:42:02.429-07:00</updated><title type='text'>E- BOOKS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqLom4Z09kI/AAAAAAAAAQs/YvJlA5sUBL0/s1600-h/EBook.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqLom4Z09kI/AAAAAAAAAQs/YvJlA5sUBL0/s320/EBook.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5378116659707180610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-family: lucida grande;"&gt;                     http://www.narcejacontos.com/ebooks.php&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogvistitulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4  e - Books   Publicados!&lt;/div&gt;   &lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="font-size: 18px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;&lt;span style="font-size: 24px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 51, 102);"&gt;Procurem nos meus E- BOOKS!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Controvérsias de Amar      &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Ano: 2009 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Tamanho: 280 KB &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Formato: PDF &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Sinopse:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;O livro de prosa poética emite o melhor da alma apaixonada feminina. Um universo de sentimentos controversos de dor , desilusão, paixão e amor. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-size: 18px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;       Narceja - O cafajeste (Contos eróticos)      &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Ano: 2008 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Tamanho: 798 KB &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Formato: PDF &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Sinopse:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Contos Eróticos onde a personagem Narceja se envolve com Cafajestes de todos os tipos. Chantagens, ameaças e muito erotismo compõem essas narrativas licenciosas. (124 Páginas) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span style="font-size: 18px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span style="font-size: 18px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;       Narceja - Contos eróticos de uma Mulher no Cio      &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Ano: 2008 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Tamanho: 568 KB &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Formato: PDF &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;span style="font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Sinopse:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Os melhores contos de Narceja publicados na internet e alguns inéditos. (90 Páginas) &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;span style="font-size: 18px;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Doce E Vil - Contos eróticos de Narceja      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Ano: 2009 &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Tamanho: 563 KB &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Formato: PDF &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;span style="font-size: 14px;"&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Sinopse:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="color: rgb(153, 51, 102);"&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Courier New;"&gt;Contos inéditos, encontrados exclusivamente nesta obra, e uma seleção feita pela autora dos melhores contos publicados na internet. (74 Páginas) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-2607217676557916127?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/2607217676557916127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=2607217676557916127' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2607217676557916127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2607217676557916127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/09/e-books.html' title='E- BOOKS'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqLom4Z09kI/AAAAAAAAAQs/YvJlA5sUBL0/s72-c/EBook.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-149153623427445503</id><published>2009-09-04T15:17:00.000-07:00</published><updated>2009-09-04T15:34:36.734-07:00</updated><title type='text'>Narceja no google</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqGTLq830nI/AAAAAAAAAQk/oG2ftHuewxo/s1600-h/kkkkkkkkkkkkk.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 386px; height: 280px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqGTLq830nI/AAAAAAAAAQk/oG2ftHuewxo/s320/kkkkkkkkkkkkk.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377741258774532722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-weight: bold;" class="blogvistitulo"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sucesso no Google&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;   &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;em style="font-weight: bold;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 255);"&gt;&lt;span style="font-size: 14px;"&gt;Ao ser inserida as iniciais do nome Narceja, o site de busca GOOGLE automaticamente sugere os seguintes resultados acima!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabe destacar que a busca  por Narceja retorna primeiramente sites de referência a personagem Narceja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que permite concluir, que os contos de Narceja são mais acessada que o Pássaro&lt;br /&gt;( Narceja)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqGSHaE5XqI/AAAAAAAAAQc/3BSUl_bcLcY/s1600-h/GetAttachment.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-149153623427445503?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/149153623427445503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=149153623427445503' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/149153623427445503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/149153623427445503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/09/narceja-no-google.html' title='Narceja no google'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqGTLq830nI/AAAAAAAAAQk/oG2ftHuewxo/s72-c/kkkkkkkkkkkkk.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-5001124904715337525</id><published>2009-09-04T01:46:00.000-07:00</published><updated>2009-09-04T08:42:55.357-07:00</updated><title type='text'>Fantasias da Mulher Liberdade</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqDUJw-9LYI/AAAAAAAAAQM/iU_njdv1PFk/s1600-h/esse.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 251px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqDUJw-9LYI/AAAAAAAAAQM/iU_njdv1PFk/s320/esse.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377531219313241474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Por NARCEJA® ( no Twitter)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Me sentia superior as demais prostitutas que se enfileiravam na esquina à espera do “Ganha Pão”. O incômodo do salto 15° não era menor que o desejo recém parido por entre minhas pernas de dar. O fascínio pela vida fácil havia me levado àquela esquina agitada em uma noite de sexta feira na grande São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;As demais mulheres fáceis olhavam para mim fascinadas pelo meu porte feminino. Meus cabelos pretos, lisos e longos caíam sobre meus ombros tal qual uma ofensa as demais mulheres. Concorrência para as mais inseguras, carne nova para os clientes! Eu as olhava com certo desdém... Embora fôssemos todas putas da rua naquela ocasião!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Trajava um vestido de lycra preto curto, abaixo da virilha acompanhado da taxativa “bolsinha de puta”. Por mais que tentasse evitar meus pensamentos e ações, caí no cliché de rodar a bolsinha na esquina. Estava configurado o rótulo de “puta do calçadão”!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Agora só faltava iniciar o serviço! Receber por rola! Ganhar a vida deitada na cama, dando o que é meu de fato!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fascinada, impunha respeito diante das demais vadias. Mesmo vestida como vagabunda, mantinha um certo recato e um ar de superioridade, um certa elevação espiritual que não me deixava cair na afetação ridícula das demais putas profissionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Anfíbia por natureza, tomei uma decisão singular: Daria àquela noite como uma puta de rua da pior espécie! Barata e boa de falo!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Na calçada sorria para as putas e bêbados que me cumprimentavam com olhares e gesticulações obscenas, quando percebi um carro parando próximo de nós. Logo algumas putas correram até a janela do carro. Vi que conversavam alguma coisa com o homem dentro do veículo, mas pela distância que me encontrava não consegui partilhar sobre o quê se tratava. Após alguns minutos, as putas se afastaram do carro e uma seguiu em minha direção. Tremi na hora..., de tesão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ô Morena, o cliente está querendo levar um papo contigo, Guria... Vai lá que ele parece cheio da nota. Disse um seguindo adiante atrás de outras “amigas” de profissão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Caminhei, tremendo nas pernas e com a calcinha já inundada, até o carro preto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Era um homem branco na faixa etária dos 35 anos, de gravata e porte executivo, boa pinta. Coxas grossas foi o que pude ver pelo “volume” quando olhei rapidamente de fora do carro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Oi, tudo bem? Minha colega me disse que queria bater um papo comigo? Perguntei assustada, embora excitada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Entra no carro, teu dia já está ganho! Mandou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Olhei para as demais putas a minha volta e entrei no carro sem pestanejar. Era minha primeira noite como puta.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Quanto é o programa? Perguntou sem rodeios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- 20, respondi prontamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- 20 mil? Chocou-se.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- 20 reais. Disse.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Putinha barata você, hein? Rola tudo por 20?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Rola! Respondi amedrontada mais muito lubrificada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Eh....RÔLA  mesmo a noite toda? Disse rindo e passando as mãos em minhas coxas grossas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não consegui sorri da tirada maldosa dele. Apenas abri as pernas e contrai a vagina para me excitar mais fisicamente. Emocionalmente, já havia gozado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Disse- me que se chamava Dr. Henrique não sei das quantas. Não prestei muita atenção em seu nome fake. No trânsito falava alguma coisa, enquanto alisava minhas coxas, em direção ao motel. O que de certo, não seria caro, uma vez que ele rumava a um bairro do subúrbio bem pobre. Um Dr. que parecia ter uma condição financeira confortável, fato comprovado pelo belo carro e pelas roupas que usava, se dirigindo a um motel de quinta categoria no subúrbio da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sentia minha vagina escorrer um líquido fácil e abundante, o que me revelava mais ainda como puta barata. Senti vergonha de meus instintos de vadia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Naquele momento em que entrávamos em um bairro, considerado por mim “favela”, surgiu-me à mente uma estranha visão e medo: “20 reais e um pênis dentro da boceta”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;20 reais apenas, era o quanto valiam minhas entranhas, meus seios fartos, minhas tetas duras e meu orgasmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;– Chegamos! Disse ele tirando a mão de minhas coxas suadas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O local era realmente um casebre, pensão de carroceiro. Não consegui achar melhor descrição para o chiqueiro em que iria levar vara. Sim, a expressão “levar vara” concretizava-se já em meus pensamentos pecaminosos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ele parou o carro do lado da casa, e descemos. Ele na frente e eu atrás, sendo vista pelos transeuntes da vizinhança. Entramos na casa e uma senhora velha veio atender em um balcão ainda não cimentado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Um quarto, por favor! Disse educado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- 30 reais pra pernoitar. Respondeu a senhora concentrada na novela das 8 que via na pequena televisão ao lado do balcão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Henrique pagou pelo quarto e seguimos adiante entrando em um corredor estreito, de portas feias e barulhos obscenos: “Come...” Gritava uma mulher. “Toma Puta!” Saía de outro quarto. Gemidos e gritos eram a trilha sonora do corredor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sentia-me humilhada, porém molhada, ávida por ser usada e paga pelo serviço.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entramos no quarto de número 5. Uma cama de colchão velho, umas toalhas sem qualidade e um criado mudo acompanhado de um abajur sem lâmpada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Tira a roupa! Disse sem cerimônias já tirando a calça e mostrando a cueca branca abarrotada de carne.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tirei a roupa e me preparei para dar a xaninha melada. A calcinha ensopada caiu no chão quando ele me pegou com pressa e me beijou na boca arrancando um gemido sufocado de mim. Sentia sua língua quente com gosto de whisky sugando a minha numa audácia jamais permitida a um reles “cliente”. Passei as mãos pelo seu corpo e o tocava forte e firme. Após tirar a camisa me mandou ficar no chão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Para o chão vadia! Vai mamar na tora antes! Vadia sempre mama antes!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ajoelhei-me e peguei no “bolão” de sua cueca. Senti o cheiro de pau subir e invadir minhas narinas. De joelhos e em frente a uma rola, cheirei o vão de suas pernas e encostei meu rosto em suas carnes dilatadas dentro da cueca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Mama! Ordenou!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Subi a vista e olhei para seus olhos superiores e imponentes de homem! Encostei, nessa hora, meu nariz na cabecinha de seu pênis ainda empacotado. Senti umedecer e o cheiro forte de pica invadir todo o recinto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Puxei a cueca para baixo e revelei um pauzão suculento de cabeça volumosa e melada. Grosso de sacos fortes e largos, cheios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- A putinha quer quanto para mamar? Disse segurando o pau e batendo em meus lábios.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- 20, respondi!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- 20 esta muito caro! Putinha de rua mama e dá o buraco por 5!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Consenti com os olhos e ele enfiou o pau dentro de minha boca dizendo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Mas é muito vagabunda mesmo! Mamando por 5 reais. Só putinha de rua mesmo para mamar por esse preço!! E enfiou até a minha garganta deixando-me engasgar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Passei nesse momento a língua na cabecinha com o intuito dele me deixar dominar a situação e poder mamar em paz!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Pude então curtir o sabor e a textura de sua lubrificação densa. Lambi e senti o gosto salgado e a vontade de chupar aumentou cada vez mais. Senti-me um criança mamando na mamadeira cheia de leite.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Mama direto! Gemia falando.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Percorri com minha língua a glande do pênis enquanto massageava as bolas com uma mão e usava a outra para molestar minha “entradinha” encharcada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Desci com a boca pelo corpo do pau e cheguei até o saco. O Símbolo da masculinidade! Um sacão forte e cheio que mal cabia na minha boca gulosa. Chupei-o com gosto e sentir-me puta de um homem, puta por 5 reais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Minhas emoções e desejos se misturavam naquele momento com uma de suas bolas na boca e olhando para seus olhos me senti Deusa:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Vai apanhar de rola na carinha. Por 5 reais tenho direito a bater!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E logo me pus em posição de apanhar na carinha, de pica. Exibi meu rosto bem levantado para cima e fechei os olhos para curtir as “pauladas” em minha cara.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A primeira bateu em minha bochecha e fez um barulho alto e gostoso. Nas demais senti o corpo de carne cilíndrica bater em minha cara com um certo cuidado para não machucar, apenas para humilhar, para mostrar-me que eu era a carne frágil e ele homem, o macho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu fêmea, apanhei na cara de pênis de macho quando ele me puxou pelo ombro e mandou ficar de 4:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Vira a bundinha que vou comer um pouco. Tudo por 5!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- 20!  Bradei baixinho.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Quem decide sou eu. Puta leva calote!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não discuti e me virei de quatro oferecendo minhas carnes para ele “papar”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;-“Papa” tudo vai... Disse empinando a bundinha para sentir o ferro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- “Papo” tudinho para você aprender a não ser tão vadia de rua. Disse encostando a cabecinha de cogumelo na entradinha.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Nossa... Como está melada.. .Mas está um rio isso aqui... Que safada!! Está querendo rôla hein, Safada?!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ofendida por sua constatação, fechei os olhos e esperei o ferro. Em pouco tempo estaria chorando em sua rola mesmo... Henrique não enfiou de uma vez, como havia pensando, mas bateu na entradinha com a rola e deu uma palmada em minha bunda me preparando para a rolada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Enfiou a cabecinha na entradinha de minha vagina suada e disse: Toma cadela! E enfiou até o saco de uma só vez me fazendo ver estrelas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Gemi alto sem me importar com os vizinhos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Geme vadia! Chora na minha rola puta!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E assim o fiz, gemi alto sentindo as paredes de minha xotinha estenderem-se para receber aquele tronco grosso de carne úmida e quente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Senti umas bombadas gostosas me invadindo, e um barulho de saco batendo no vão de minhas pernas de forma acelerada e forte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;-Ai.. gostoso... gemia e chorava em sua rola.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Vai me dar na hora que eu quiser e sem cerimônias morena. Pegou em meus cabelos falsos e jogou a peruca morena longe pegando meus cabelos loiros naturais e puxando como uma rédea socou-me forte montado em cima de mim.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Senti minha boceta molestada e espancada pela velocidade de suas estocadas. Senti minha vagina se alargar e abrir espaço para sua rola grossa. Senti-me puta de rua naquele quarto pobre, dando por tão pouco dinheiro. 5 reais e uma pica grossa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Toma vadia! Toma rola! Dizia metendo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De repente escutei uma porrada na porta e uma voz de um outro macho:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Come essa vadia com força, soca ela todinha! Disse a voz do lado de fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;-Vagabunda.! Gemendo pra todo mundo escutar. Se souberem que a putinha de rua cobra 5 reais, vai ter fila aqui pra meter. E meteu forte me segurando pelos cabelos e puxando em direção ao seu corpo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nesse momento já havia perdido todo o respeito e sensatez e me comportava como cadela dando para um cachorro de rua. Gemia alto e gritava que queria pica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Mete a pica! Gritava para os demais hóspedes da pensão ouvirem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E ele meteu... e meteu, e socou, e tirou, e bateu em meu rabinho, e enfiou, e me chamou de puta e vadia, e avisou que iria comer o rabo:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Vai dar o rabo também. Tudo por 5 reais. Falava alto para ouvirem mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Segurei o gozo para depois do enrabamento e me deitei de lado com ele na cama. Ele tirou da boceta e já encostou na portinha do ânus:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Agora vai dar o cu! Disse alto.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Senti a pica forçando e deslizando na entradinha do reto, se apossando de minhas pregas e abrindo espaço:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ah...que cuzinho gostoso!! Estou comendo teu cu por 5 reais, vadia! Por 5 reais essa puta está dando o rabo! Gritou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Gemi alto e senti as estocadas me marcarem a carne. O ferro quente bombou algumas vezes dentro do cu e logo saiu para ir ocupar lugar na boceta, alargada das roladas anteriores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ajeitei-me na cama e abri bem as pernas para o alto, pois sabia que nós gozaríamos agora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Abre bem as pernas para o alto, quero ver essas pernas no teto, puta!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Abri o máximo que pude e senti a trosoba gorda entrando novamente em meu buraco barato. Entrou gostoso e quente, me arrancando na hora o choro, ora gemidos altos e gritos desesperados. Desisti de segurar o gozo e gozei em meio a uma rolada intensa que Henrique me dava. Soltei a gozada forte, melei seu pau e estremeci as pernas. Tremia-as e contorcia-me afobada pelo orgasmo sentido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Gozou safada! Agora é a minha vez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E já socou mais um pouco levantando mais minhas pernas e olhando em meus olhos disse :&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Agora sente o banho quente que vou te dar, safada! Toma!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E gozou 4 jatos de porra forte e fartos que me inundaram a xaninha gozada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tirou o pau ainda melado e bateu com ele em meu rosto, me chamando de puta, ainda transtornado pela ejaculada.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Toda gozada por 5 reais... Disse caindo para o lado da cama.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fiquei lá vazando porra pela boceta e com a carinha melada de esperma me sentindo a mulher mais feliz do mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Henrique após alguns minutos levantou-se e vestiu a roupa me deixando naquela cama toda gozada e jogando uma nota de 5 reais em cima de mim disse :&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Eu te amo! E me beijou um beijo apaixonado e singular de um amor maduro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Eu, já mais desvencilhada dos paradigmas conservadores e mais liberta dos liames sociais desvairados, pude entender livremente e mostrar a Henrique, meu marido, que o sexo é fruto da nossa imaginação, nasce e se cria em nossos pensamentos e fantasias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;É o ponto ápice de uma peça de teatro, ensaiada para ser um sucesso. E tanto é verdade que, se uma “puta” não altera a virtude de uma mulher, a “puta” pode ser empregada para libertarmo-nos do tédio de nossos conceitos errantes do que é ser uma puta. E assim, readquirirmos o direito a sair da “caverna”*.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;* Alusão á Alegoria da Caverna de Platão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;******************************&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;http://www.narcejacontos.com/&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p  style="color: rgb(51, 102, 255);font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-5001124904715337525?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/5001124904715337525/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=5001124904715337525' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/5001124904715337525'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/5001124904715337525'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/09/por-narceja-no-twitter.html' title='Fantasias da Mulher Liberdade'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SqDUJw-9LYI/AAAAAAAAAQM/iU_njdv1PFk/s72-c/esse.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-4100706190913874230</id><published>2009-07-21T11:53:00.001-07:00</published><updated>2009-07-21T11:55:23.144-07:00</updated><title type='text'>MEU MUNDO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SmYPAjOIL4I/AAAAAAAAAQA/JvtWNGu94OU/s1600-h/casal.back.ptobco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 256px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SmYPAjOIL4I/AAAAAAAAAQA/JvtWNGu94OU/s320/casal.back.ptobco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360988908560068482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:24;"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;b&gt;Meu Mundo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 204);"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;Achava-me sentada na minha varanda a frente de um prédio em construção. Em minhas mãos uma toalha de ponto cruz não terminada e algumas linhas coloridas. Era um jardim! Um jardim enfeitaria o conjunto azul de toalhas que daria de presente a minha filha &lt;span&gt;naquele inverno.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Era final d&lt;span&gt;e tarde e os pedreiros se preparavam para voltar as suas casas. Meu marido estava dormindo, ele sempre dormia à essas horas do dia. Havia vezes em que pensava que ele havia dormido durante a vida inteira... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Do terceiro andar podia observar de camarote aqueles homens suados e sujos do trabalho braçal da obra. Homens de pouca instrução intelectual, de vida simples e pensamentos curtos. &lt;span&gt;Sem maiores ambições ou expectativas de ascensão sociais. Homens livres!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Certamente&lt;span&gt;, haveria alguma mulher esperando para colocar o feijão no prato assim que eles colocassem o pé em casa. Mulheres comuns, fêmeas esperando o macho! Imaginava se elas seriam abusadas durante a noite. Se seriam usadas como meros objetos de prazer para a satisfação daqueles bichos sujos e duros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Imaginava-as completas com seus maridos sujos de construção e cansados da lida diária. Uma massagem nas costas quando as crianças estivessem dormindo e o abuso começava. Essas mulheres deveriam ser fêmeas todas as noites. Aqueles bichos que via lá na construção deveriam cheirar a virilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Nas obscuras lembranças e nos lúdicos devaneios de minha existência, eu me excedia em pensamentos e fantasias &lt;span&gt;proibidas. Todavia, satisfatórios dentro de mim. Se houvera sido uma esposa fiel e cúmplice do marido, houvera sido também uma devassa desmiolada e louca por homem em meus pensamentos. Meu mundo particular!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Quantas vezes já não me entreguei ao meu cunhado, ou ao chefe de meu marido. Um punhado de homens passaram em minha mente, o padeiro, o açougueiro, o vizinho, o jogador de futebol, o marido da melhor amiga, meu sogro ou mesmo meu tio do interior. Todos já haviam me possuído de todas as maneiras. Havia sido livre em pensamento durante todos esses anos... Embora presa em vida por um casamento de 40 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Desviei um pouco o olhar e me voltei a um dos pedreiros da obra. Um baixinho de bigode e queixo grande. Usava óculos de sol na cabeça e uma bermuda jeans suja. As vezes amarrava a camisa com foto de político na cintura enquanto trabalhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Deveria estar pela faixa dos 40 anos, creio eu. O que me chamava a atenção naquele estranho era o seu porte supremo. Dono do pedaço, homem do momento! Os demais pedreiros riam com ele, brincavam e conversavam o tempo todo entre si.&lt;br /&gt;Me via como sendo sua mulher, uma mulher de uns 30 anos, de coxa grossa e seios fartos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Uma fêmea pronta para o abate. Aquele homem deveria arrebentar-me toda noite. Partir-me ao meio para satisfazer-se todo os dias. Imaginava que talvez ele precisasse não apenas de uma, mas de várias vezes durante a noite. Suspeitava do que ele tinha escondido entre as pernas, dentro da bermuda suja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Certamente haveria também uma cueca no mesmo estado... Com cheiro de homem! Não foi difícil não me apaixonar pelo estranho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Sozinha, enquanto fazia a comida, imaginava estar cozinhando para ele, esperando-o chegar para abusar de mim, de minhas carnes. Carnes fartas e suculentas, feitas para darem prazer a um macho. Um objeto de prazer e volúpia. Ah..., se as feministas soubessem de meus pensamentos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cheguei mulher! Exclamou ele ao chegar em casa do trabalho.&lt;br /&gt;- Olá amor. Respondi já esperando sofrer na cama.&lt;br /&gt;- Vai lá pra o quarto que quero esse cheiro de mulher. Dizia ele enquanto me cutucava por baixo do vestido de malha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Mais uma &lt;span&gt;sessão de suor e gemidos, vez por outra, gritos altos com direito a pedido de silêncio e palmada leve para educar uma mulher. Depois de muito ser castigada em minha própria cama, deitava em seu peito com gosto de homem na boca e ouvia seu coração bater acelerado. Era o melhor som do dia. Passaria horas ali em seus braços ouvindo seu organismo aplaudir-me .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fechava os olhos e adormecia sendo protegida pelos seus braços e acordava com um vácuo dentro do meu coração, um não preenchimento de uma vida incompleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O tempo não volta, é a lei da vida! Vivi em meu mundinho particular todos aqueles anos em meu esconderijo secreto onde poderia ser quem eu quisesse. Longe dos olhares repressores da família e da sociedade. Uma mulher livre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Aqui dentro tudo foi possível, até mesmo o impossível e o pecado. Aqui dentro fui puta, amante, mulher sem valor, usada e por vezes abusada, não por um único homem, mas por vários!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    E nem por isso deixei de ser uma boa mulher, eu era livre em meus pensamentos e fantasias. Livre para desejar o pedreiro da obra da frente e ser, vez por outra, sua mulher. Livre para sentir seu sabor em meu paladar e senti-lo deixar dentro de mim seu rastro de luz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Rastro que se expandia pela minha virilha e coxas tornando-me mulher. Também pude sentir o cheiro deles todos. O cheiro de suas intimidades e o &lt;span&gt;asseio de seus sexos selvagens.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    O bicho dentro da bermuda jeans parecia monstruoso daqui de cima. Havia nele uma forma oval significativa. A roupa surrada da bermuda velha dava-o um ar de excitação. Preparado para um serviço mais duro do que o da obra de construção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    De olhos bem fechados o via se aproximar de mim e pedir-me para tirar a roupa com voz grave e de comando. Obedecia amedrontada, sua arma dentro da calça me causava arrepios. Era uma espécie de medo e prazer indescritíveis para o senso comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Ficava nua na frente dele, mostrando-me como vim ao mundo, revelando meus segredos, meus mamilos grandes e tetas pontudas, mostrando minha abertura para o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Esperando ser violada por aquele bicho armado e ameaçador. A sua mínima aproximação fazia minhas pernas tremerem a tal ponto de desejar virar comida para aquele bruto se saciar &lt;span&gt;em minhas frutas carnudas e suculentas, entregues.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Sentia-me ser molestada nas entranhas enquanto o bicho apalpava-me invadindo minha privacidade. Entregue e com parte dele dentro de mim sentia-me dona de seu próprio prazer e vontade. Fechava os olhos e arrancava de mim o mais doce da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Abria os olhos e os via trabalhando na obra da frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Após alguns minutos de descanso e necessidade levantei-me da cadeira e fui até o quarto. Meu marido dormia como de costume. Sentei ao lado da cama dele e o beijei no rosto enrugado, já estava velho. Muito já havíamos vivido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Fui uma esposa fiel a vida inteira, nem mesmo uma “ pulada de cerca” nada... Deveria me orgulhar? Perguntei-me isso a vida inteira... Do lado, no criado mudo, o retrato de nosso casamento. Eu parecia tão jovem e feliz naquela época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Levantei da cama e fui até o espelho do banheiro, no cestinho ao lado, a toalha de ponto cruz que não havia terminado de bordar. Em meu rosto, as marcas do tempo e da experiência amarga...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Diante de mim mesma, via a própria culpada. Sempre a mesma perturbação ao me reconhecer no espelho culpada... Soava como um castigo amaldiçoado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Voltei para cama e deitei ao lado de meu marido. Tentei esquecer que já tinha 70 anos e fechei os olhos acordando-me na cama do pedreiro e dormindo em seus braços o sono dos justos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-4100706190913874230?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/4100706190913874230/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=4100706190913874230' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4100706190913874230'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4100706190913874230'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/07/meu-mundo.html' title='MEU MUNDO'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SmYPAjOIL4I/AAAAAAAAAQA/JvtWNGu94OU/s72-c/casal.back.ptobco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-7317297303831975285</id><published>2009-07-16T11:47:00.000-07:00</published><updated>2009-07-16T11:50:16.754-07:00</updated><title type='text'>Um Amor a sangue frio</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sl92AV9YnPI/AAAAAAAAAP4/dl0kdfFJypU/s1600-h/casal2.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sl92AV9YnPI/AAAAAAAAAP4/dl0kdfFJypU/s320/casal2.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5359131829860867314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic; font-family: trebuchet ms;"&gt;www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;         &lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: rgb(0, 51, 153);"&gt;Eu era uma jovem mulher que jamais houvera contemplado dos prazeres de um homem. Todavia minha intimidade já fora descoberta por mim numa noite de delírios profanos, a qual desvendei os mistérios entre o céu e a terra.. Estavam todos lá embutidos em meu próprio corpo. Exatamente nessa época de revelações intimas e constatação da desigualdade dos gêneros que conheci Álvares de Abreu.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: rgb(0, 51, 153);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;       Estudávamos na mesma Universidade, curso de Direito da renomada Universidade de São Paulo. A priori, numa troca recíproca de olhares descobrimo-nos como semelhantes e permitimo-nos um contato maior alheio ao curso e aos assuntos profissionais da profissão tão ansiada. Durante esse tempo, tornamo-nos cúmplices de algumas confissões corriqueiras do tédio acadêmico. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;      Descobri detalhes em abundância tanto de seu passado como do presente e, ainda que nestas revelações que para ele pareciam apenas um amontoado de gesticulações solitárias de um moço reservado de amores platônicos, havia em suas narrações muitas incoerências e contradições dignas de uma segunda interpretação mais detalhada de sua perspectiva de vida. Pude eu em pouco tempo inferir que Álvares não se tratava de um ser comum, senão alguém que, ainda que se esforçasse por não ser conspícuo, destacava-se sendo notável.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Não obstante, apaixonei-me por sua alma rapidamente. Sentia que nossas almas sintonizavam-se na mesma frequência misteriosamente. A perspicácia do Amor e a cruel clarividência do desejo de doação dos corpos tomaram-me por inteira em sessões diárias de reconhecimento de minha feminilidade e desejos de ser possuída no âmbito natural de ser simplesmente mulher. Senti a realidade dura de um amor não correspondido despedaçar-me o coração. Álvares negou-me como mulher afastando-se de meus olhares e carinhos, rejeitando-me como fêmea. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     São nessas horas que surgem as idéias mais desconexas com a realidade em questão. Sacrificaria tudo por um beijo, pelo desvendamento de seu corpo e de suas fragrâncias masculinas. Eu necessitava de seu corpo como um antídoto para seguir adiante. Era inevitável não seguir meus impulsos de fêmea renegada, se não encontrasse meios para satisfazer-me como fêmea me conservaria seca pela dor desumana da rejeição.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Periodicamente, durante todos os dias no final da tarde, Álvares dirigia-se para a biblioteca onde passaria as próximas 3 horas envoltos aos estudos e as suas ambições pessoais. E naquela tarde, após o termino da aula, esperei alguns minutos até que ele seguisse seu tedioso percurso. Vi-o entrar na Biblioteca e o segui como havia planejado em meus sonhos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Ao entrar no recinto, sinto o roçar de minhas coxas suavizarem-se pelo suor do desejo primitivo em mim enraizado. Umedeço –me, inevitavelmente, ao vê-lo afastado dos demais acadêmicos, numa mesa ao fundo do salão de estudo. Respiro ofegante e caminho em sua direção. Minha natureza ardente e lasciva, fez me mim uma mulher imperiosa de seus caprichos e desejos íntimos. Eu necessitava de sua volúpia masculina dentro de mim.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Álvaro, como estás? Perguntei ao fitá-lo nos olhos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Ocupado! Respondeu desviando o olhar para um livro de código civil aberto sobre a mesa.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Gostaria de conversar. Insistir submissamente.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Penso eu que não deva ser de bom, por agora, iniciarmos esta conversa Narceja.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Por que se afastas de mim dessa forma?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Você traiu nossa amizade envolvendo sentimentos amorosos. Disse procurando um ponto fixo em meio a confusão de suas pupilas.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Permita-me uma conversa!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Aqui não é o momento. Bradou saindo do silêncio dos sussurros que devam haver em uma sala de estudos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     A renúncia de Álvares a minha alma feminina atingiu-me como a maior marca do constrangimento que uma mulher pudesse viver. O dar-se e não ser aceita inflingiu- me ao crime que estou prestes a narrar.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Sentia que no íntimo Álvares me desejava em seu mais profundo sonhos masculinos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Virei-me sem responder uma única palavra e me retirei a passos lentos e sofridos que misteriosamente me causavam uma sensação prazerosa de primitivismo latente. Descobrir-me senhora de meus desejos sexuais e minhas assertivas a uma submissão consentida completaram a minha vontade de desfrutar a força de seu corpo e de sua carne.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Esperei 3 horas até que Álvares saísse da Biblioteca e segui-o em direção à república estudantil que residia. O coração refletia no objeto pesado dentro da bolsa, uma loucura digna de questionamentos psicológicos me tomaram por completo e esperei-o entrar após alguns quarteirões no prédio de república estudantil.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Esperei alguns minutos e subi pelas escadas tendo a preocupação de não ser vista por terceiros. No 4º andar do edifício, vi a porta do quarto de Álvares reluzir como um pedido de “recue”. Talvez pelo desejo inebriado de sentir-me mulher e pela homonímia entre nós, não aceitei tal recusa e segui adiante batendo em sua porta.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Álvares a abriu surpreso e visivelmente irritado com minha presença.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- O que deseja? Sua voz grave impulsionava um certo desdém.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Conversar... Pedi com olhos rasos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Sem tempo , desculpe! E fez alusão a fechar o que foi interrompido pela arma que impunha nas minhas delicadas mãos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Deixe-me entrar, não estou brincando! Ameacei.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Álvares abriu a porta sem me reconhecer e olhou para a arma se afastando rapidamente. Entrei e tranquei a porta mandando-o sentar na cama.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Você vai acabar com a sua vida, sabe disso? Falou assustado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- A minha vida começa hoje! Disse olhando-o nos olhos.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Olhei em volta e localizei uma garrafa de água e um copo de plástico postos sobre uma mesa  ao lado de sua escrivaninha. Me afastei e enchi o copo com a água enquanto apontava a arma para Álvares. De meu bolso tirei um sonífero potente colocando dentro do copo e em seguida dei lhe para beber.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Bebe! Ordenei.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- O que é isso? Perguntou.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Beba! Mandei.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Álvares bebeu assustado enquanto sentava-se na cadeira ao lado da cama ameaçando-o com a arma. Pedi que ficasse em silêncio e se deitasse. Álvares embora não o quisesse, o fez  e ao sentir o efeito do medicamento, em alguns minutos, estava deitado, desacordado.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Tirei-lhe a roupa despindo-o por completo e abusei de sua carne. Cheirei-o dos pés à cabeça- Senti suas fragrâncias masculinas e odores humanos como um bicho faminto. Suguei sua pele com meus lábios, parte a parte de seu corpo, de seu sexo. Chupei-o com desespero e tristeza. Ao final de duas horas de moléstias, deitei nua em seus braços e desejei morrer ali, em meu amor.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Com a cabeça descansando em seu peito refiz o caminho da perdição com a boca, deixando um rastro de saliva em seu sexo. Em seu membro deixei meu hálito e levei seu a vida que ele produzira.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: rgb(0, 51, 153);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;     Ao final , já cansada. Levantei e olhei-o por inteiro. Jamais seria meu...Olhei para a arma ao lado da cômoda e chorei por alguns segundos, baixinho, para não ser ouvida. Me vesti, peguei algumas roupas de Álvares, suas cuecas e blusas, meias alguns objetos de uso pessoais e parti deixando em cima de sua mesa um recado, escrito com uma caligrafia nervosa e morta :&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: rgb(204, 51, 0);"&gt;“ Álvares,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: rgb(204, 51, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nada desejo no mundo senão, ter-te. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não sei o que fiz, nem o que sou. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Não vou abandonar tudo o que sinto! &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Eu voltarei para buscar o que é meu. “&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="line-height: 115%; color: rgb(0, 51, 153);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;      Dois dias depois, matei Álvares com dois tiros na esquina de sua residência. Nem sei o motivo pelo qual escrevo agora. Estou mais que convencida do meu infortúnio, do meu pecado. Que felicidade a minha, se tivéssemos passado a vida juntos!...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-7317297303831975285?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/7317297303831975285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=7317297303831975285' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7317297303831975285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7317297303831975285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/07/um-amor-sangue-frio.html' title='Um Amor a sangue frio'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sl92AV9YnPI/AAAAAAAAAP4/dl0kdfFJypU/s72-c/casal2.gif' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-5772285245984825469</id><published>2009-07-15T03:56:00.000-07:00</published><updated>2009-07-15T04:01:14.455-07:00</updated><title type='text'>A Vampira de leite: O Homem é em sua essência, comida.</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sl22CHAhb3I/AAAAAAAAAPw/MOk-7CLLG2M/s1600-h/untitledaahzgt.bmp"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sl22CHAhb3I/AAAAAAAAAPw/MOk-7CLLG2M/s320/untitledaahzgt.bmp" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358639278997991282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;www.narcejacontos.com&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 255);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span&gt;                 Desde o início dos tempos o homem tem seu papel fundamental na história da humanidade. O ser da &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;espécime masculina,&lt;/span&gt; difere-se da mulher pelo seu órgão sexual e hormônios. No coito, a mulher tem seu papel passivo, uma receptora, enquanto o homem realiza seu papel ativo, o procriador. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;span&gt;E quem é a estrela principal nisso tudo? O ESPERMA! Sim caros leitores, esse &lt;/span&gt;&lt;span&gt;raro&lt;/span&gt;&lt;span&gt; e viscoso líquido quente que se encontra armazenado no testículo masculino tem seu papel fundamental na masculinidade do mesmo. Eu, mulher, frágil em sua essência, passiva como deve estar escrito no script, criei uma relação amistosa com tal líquido, mas conhecido na linguagem “Fudedeira” de leite, ou melhor, o diminutivo, “leitinho”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;span&gt;A partir do reconhecimento dessa diferença entre homens e mulheres nasceu a mulher vampira de leite. Isso mesmo! A vampira de leite sobrevive do leitinho dos machos. Para tais mulheres, estes homens, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;passaram a ser vistos apenas como fonte de alimento&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, vulgo comida. E a minha primeira vítima foi meu cunhado!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Vou contar caro leitor como comecei a me viciar no leite de meu cunhado. Sim, porque naquela idade eu realmente achava, ou mesmo fantasiava que era leite de tora. Foi assim que o esperma foi-me apresentado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Em uma idade politicamente correta para um conto dessa categoria, me mudei para a casa de minha irmã, para passar alguns meses até nossa mãe alugar um apartamento ou casa que me permitisse continuar os estudos.&lt;br /&gt;             No inicio, tudo correu perfeitamente bem, minha irmã, quase 10 anos mais velha do que eu, trabalhava o dia inteiro como enfermeira e as vezes a noite também para sustentar meu cunhado, que se encontrava no momento desempregado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Minha rotina era bastante monótona para minha tenra idade. Após a aula, voltava pra casa e passava o dia no computador conversando com amigos que houvera deixado na minha terra natal, ou mesmo lendo alguma coisa e me masturbando. Sim, porque naquela época havia descoberto a masturbação.&lt;br /&gt;              Foi na escola, nas conversas das meninas no banheiro que descobri que uma misteriosa “cosquinha”, feita dentro da xaninha, provocava sensações proibidas. E claro que logo após a aprovação dessa prática prazerosa, passei a praticá-la todos os dias, duas ou mais vezes seguidas. &lt;span&gt;Com o exercício constante dessa prática tão excitante, passei a sentir dores nas mãos e nos dedos, causados pelos movimentos rápidos que realizava.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                Na casa da minha irmã tudo corria perfeitamente bem, tinha o direito de trancar meu quarto e me masturbar todos os dias sem qualquer problema. Meu cunhado saía algumas vezes para procurar emprego, e na maior parte do dia ficava na frente da televisão coçando o saco e cheirando os seus próprios dedos.&lt;br /&gt;              Até que um dia cheguei da aula e encontrei meu cunhado, um cara de 35 anos, dormindo de cueca no sofá. É mole? Ao vê-lo tomei, de imediato, um choque. Nunca tinha visto um homem adulto naquelas condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              O animal dormia e respirava alto, estava deitado apenas de cueca, o short se encontrava no chão, assim como a camisa. O volume evidente, me chamou a atenção. Já havia visto na praia o volume que os homens carregavam dentro da sunga, mas não assim tão de perto.&lt;br /&gt;              Senti certo nojo do meu cunhado por estar vendo-o como uma espécie de comida. Sim, essa sensação me pareceu grotesca a ponto de me fazer sair de lá imediatamente e ir para meu quarto. Quando lá cheguei, tranquei a porta e sentei-me na cama pensando nessa sensação &lt;span&gt;ruim que ficara. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Na aula de biologia, já havíamos falado do aparelho reprodutor masculino e sabia da existência do esperma. Uma vez uma amiga da escola havia dito que terminara com o namorado porque ele queria que ela bebesse o tal do “ leitinho “. Disse-me também, que isso não era decente e que  moça de família não fazia aquelas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Com todas essas conversas na minha cabeça,  a curiosidade nasceu e passei a querer  saber desse tal de leitinho que os homens produzem em suas bolas. Pensei em ter um homem só para mim, onde eu pudesse conhecer de perto aquela ferramenta que eles levam dentro da calça.&lt;br /&gt;              Lembrei de meu cunhado e aquele volume todo dentro da cueca e a fome estranha que surgira dentro de mim. Tentei me distrair desses pensamentos insanos, ler um livro para esquecer a lembrança de meu cunhado deitado no sofá de cueca volumosa na sala.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               No dia seguinte, meu cunhado veio  pedir- me desculpas, e solicitou que não comentasse com minha irmã &lt;span&gt;sobre o que acontecera. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não vou comentar nada Leonardo. Não quero confusão. Estou aqui só por uns tempos.&lt;br /&gt;- Narceja, desculpa guria! Posso contar com a sua discrição? Pediu.&lt;br /&gt;- Claro que sim! Mas por que tirou a roupa pra dormir?&lt;br /&gt;- Estava muito calor..., essas coisas de homens..., respondeu.&lt;br /&gt;- Você fez....?&lt;br /&gt;- Fez o que? Perguntou curioso.&lt;br /&gt;- Nada não, deixa pra lá... Disse tímida.&lt;br /&gt;- Fala guria. Fez o quê?&lt;br /&gt;- Aquelas coisas que os homens fazem...Perguntei curiosa, já me arrependendo de ter iniciado tal assunto.&lt;br /&gt;- Que coisas? Leonardo já estava ávido por saber mais dessa conversa.&lt;br /&gt;- Tenho vergonha...Disse, já me excitando com a situação.&lt;br /&gt;- Pode falar... Posso te ajudar se prometer não comentar com ninguém.&lt;br /&gt;- O leite... Disse cheia de segundas intenções. Falar com um homem sobre tal assunto me excitava a ponto de sentir prazer por está afrontando meus próprios medos.&lt;br /&gt;- O leite... Ah sim..., você quer saber se eu me masturbei garota? Você é muito novinha para essas coisas!&lt;br /&gt;- Está bem, desculpe! É que sou curiosa.&lt;br /&gt;- Curiosa com o quê? Pode perguntar.&lt;br /&gt;- Essa história aí de leite... Vocês produzem leite igual as vacas? Fiz-me de inocente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leonardo arregalou os olhos e tentou disfarçar o volume dentro da calça e respondeu:&lt;br /&gt;- Você esta brincando comigo?&lt;br /&gt;- Não... Me explica isso. A mulher tem leite pra amamentar os bebês e os homens alimentam com seu leite as mulheres? Foi assim que as meninas me disseram. (Disse excitada, me fingindo de inocente e atiçando-o. Constatando, já naquela idade, o poder que uma mulher exerce sobre um homem.)&lt;br /&gt;-  Narceja, você está falando do leitinho de pica! (Evidente que Leonardo havia sacado o joguinho que estava fazendo e resolveu participar dele )&lt;br /&gt;- Esse leitinho mesmo! A minha irmã gosta muito dele?&lt;br /&gt;- Claro que sim, ela adora. Pede pra beber toda noite, igual uma bezerrinha!&lt;br /&gt;- Você acha que quando eu tiver um namorado ele vai me dar de mamar também?&lt;br /&gt;- Mas é claro que sim. Mas se você quiser, eu posso providenciar e você bebe dele, não precisa ninguém saber!&lt;br /&gt;- Beber do seu leite de pica? Perguntei olhando pra o volume de Leonardo que parecia que iria estourar a qualquer momento dentro da calça.&lt;br /&gt;- Não linda, do meu não pode que é da sua irmãzinha. Mas posso chamar o Theo, meu amigo, e ele te dá. Você quer? Disse já passando a mão sobre o volume que formara-se em sua calça.&lt;br /&gt;- O Theo? Mas ele não é casado também? Indaguei.&lt;br /&gt;- Sim é, mas ele sempre me ajuda quando preciso. Você quer? Chamo-o agorinha.&lt;br /&gt;- Ok, chame-o! Provoquei.&lt;br /&gt;- Vou ligar pra ele e você fica aí, sua irmã só chega de madrugada hoje. E você pode mamar na rola do Theo o quanto quiser!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               Fui até meu quarto e pude ouvi um trecho do que meu cunhado dizia ao Telefone:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pois a putinha veio com essa história de mamar no meu pinto e beber leitinho de pica. Isso é uma vadiazinha Mano.&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;- Ah cara, não vou arriscar meu casamento porque a irmã caçula de minha mulher é uma putinha! Vai dar de mamar pra ela ou não?&lt;br /&gt;- Tem perigo não meu... Ela quer! (...) Ok! Vem que ela está no ponto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              No meu quarto a estranha fome voltou a aparecer e só pensava em ter um pinto de verdade na minha frente para poder sentir o gosto e aroma de um homem adulto de pau grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Narceja, vem cá meu bem. Gritou Leonardo da sala.&lt;br /&gt;Fui já faminta e bastante excitada e perguntei:&lt;br /&gt;- Sim...?&lt;br /&gt;- O Theo está vindo. Você quer mesmo provar?&lt;br /&gt;- Mas ninguém pode saber viu! Disse.&lt;br /&gt;- Claro que não! Essa é a condição. Soltou aliviado por eu estar participando do jogo.&lt;br /&gt;- Por que não quis me dar do seu? Perguntei olhando o bolão dentro de suas calças.&lt;br /&gt;- Bem que eu queria... Mas não posso com você aqui em casa... Vai ficar meio estranho.... Tem algum problema de provar do Theo?&lt;br /&gt;- Queria do seu... Pedi fazendo carinha de menina e passando a língua por entre os lábios.&lt;br /&gt;&lt;span&gt;             &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Nesse momento, Leonardo tomado por uma força desconhecida, se aproximou de mim e desabotoou a calça rapidamente, me empurrando pra baixo e dizendo: - Então vem, vem cunhadinha beber do meu leitinho, vem vadia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Me ajoelhei mais que depressa e já estava com o pinto do meu cunhado dentro da minha boca. Sentindo um gosto azedo e um cheiro forte enquanto ele empurrava minha cabeça em direção ao seu pau:&lt;br /&gt;- Vai porra, chupa, chupa logo pra eu gozar tudo pra você beber leitinho de pica de cunhado, vai....&lt;br /&gt;&lt;span&gt;             Ele enfiou seu pênis grosso dentro da minha boquinha e socou umas quatro vezes seguidas, empurrando seu corpo em dire&lt;/span&gt;ção à minha cabeça. Senti a cabecinha de seu orgão sexual bater no fundinho de minha garganta e encher a minha boca. Me senti um tanto quando poderosa, em está ali de joelhos com um pinto em minha boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             Não tive muito tempo de apreciar o sabor de seu pênis e logo recebi uns jatos fortes de porra na boca, o que tomei rapidamente para não sentir nojo.&lt;br /&gt;-Ah..., ah..., bebe tudo... Limpa... Gostou?? Olha o que você me levou a fazer safadinha... Não queria fazer isso..., e agora tive que gozar na boca de uma safadinha dessa idade... Gostou de beber leitinho de pau, gostou? Disse enquanto tirava o pinto murcho de dentro da minha boca e alisava meu rostinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Gostei sim..., mas foi rápido, reclamei.&lt;br /&gt;- Desculpa guria, é que estava com muito tesão mesmo!&lt;br /&gt;              Nesse exato momento a campainha toca e Leonardo sobe as calças enquanto me ajeito limpando o canto da boca e levantando. Era Theo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi cara, cadê a danadinha? Chega já me olhando estranho.&lt;br /&gt;- Pô cara... Já resolvi o problema da minha cunhadinha. Disse rindo.&lt;br /&gt;- Estou aqui! E aí vai rolar? Oi? Olha como ela é bonita. Disse falando comigo.&lt;br /&gt;- Não meu camarada, vai pra casa que depois conversamos. Disse Leonardo&lt;br /&gt;-Não é assim não meu irmão! Vou despejar essa porra toda acumulada onde agora? Tenho que aliviar o “bicho” agora!! Protestou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;               Nisso um tesão me tomou por completo e passei a desejar também o pinto de Theo.&lt;br /&gt;- Deixa ele Leonardo.... Pedi.&lt;br /&gt;- Deixa cara, ela quer não está vendo... E também não é nenhuma menininha... uma safadinha dessas.... Já está mais que na hora mesmo de tomar leite de pica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Tomada de desejo, avancei sobre Theo que me colocou de joelhos enquanto Leonardo fechava a porta e tirava o pau para se masturbar vendo a cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Assim que Theo tirou o pau vi uma tora de carne marrom, torta pra direita, pular na minha frente. A cabecinha de cogumelo melada e umas bolas gordas penduradas me fizeram tremer nas pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Um cheiro me tomou por completo, era o maldito cheiro de homem que passou a me conduzir e dominar desde esse dia em diante. Um cheiro de pau guardado dentro da cueca e suor de homem.&lt;br /&gt;              Uma mistura fatal para a total perda de meus sentidos como mulher e como ser humano. Eu virara um animal em busca de minha alimentação: O esperma.&lt;br /&gt;Coloquei aquela tora de carne pesada na boca e chupei gostoso como um sorvete saboroso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ai... Como ela chupa gostoso... Disse Theo recebendo a primeira chupadinha na cabecinha .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Coloquei o corpo do pau dentro da boca e enchi-a por completo com seu órgão. Sentia o peso da tora dentro de minha boca, enquanto minha língua fazia movimentos circulares em torno do corpo do pênis. Theo gemeu alto e fez sinal para Leonardo não se aproximar e colocar o pau também perto pra eu poder chupar:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não vem não cara... Deixa ela aqui comigo. Deixa eu soltar uns jatos na boca dela e goza aí sozinho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Por um momento pensei estar sonhando ao ver-me naquela situação. De Joelhos chupando o melhor amigo de meu cunhado na sala de minha irmã.&lt;br /&gt;              Um arrependimento me tomou a alma por alguns instantes para dar lugar a uma perda de sentidos momentânea que me levava a chupá-lo com mais força ainda. Suas bolas batiam em meu queixo e eu estava pálida, transtornada, transformada em uma vampira de esperma. Era assim que me vi desse dia em diante em diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ah..., ah gostoso.... Aqui do lado... Chupa as bolas vai..., as bolas de cachorro vai...&lt;br /&gt;              Realmente suas bolas eram grossas e pesadas! Consegui colocar as duas com muito sacrifício dentro de minha boca e depois ele voltou a meter, não sem antes dar umas batidinhas nos meus lábios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vai bezerrinha... Está saindo o leitinho está saindo... Abre a boquinha abre...&lt;br /&gt;Meu cunhado foi gozar e se aproximou de mim sendo empurrado por Theo:&lt;br /&gt;- Termina aí sozinho cara...Vou gozar ! Disse segurando meus cabelos com força e gemendo alto, igual um animal feroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Grrrsss... Ah... Ai caralho... Toma tudo! Bebe esses jatos fétidos de porra princesinha!&lt;br /&gt;E gozou tudo dentro de minha boca. Bebi tudo até a última gota e depois corri para meu quarto deixando os dois na sala rindo muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Após esse acontecimento, passei a mamá-los quase que diariamente, tornando-me viciada em leitinho de tora. Na época desse caso ainda era virgem e eles tinham medo dessa minha estranha tara ser descoberta, por esta razão, nunca insistiram para me penetrarem. Contentavam-se em aliviarem seus “bichos” quase que diariamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              Se minha irmã ficou sabendo? Penso que não! Talvez tenha notado o pouco leite de meu cunhado em suas noites de prazer. O vício ao longo dos anos só aumentou com o tempo. Não tirou a ternura de meu coração, mas passei a ver os homens com outros olhos.&lt;br /&gt;              Com os olhos de uma fêmea selvagem pronta pra atacar a sua próxima vítima. O homem passou a ser apenas um alimento em minha vida. Todo homem o é, em sua essência, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;comida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-5772285245984825469?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/5772285245984825469/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=5772285245984825469' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/5772285245984825469'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/5772285245984825469'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/07/vampira-de-leite-o-homem-e-em-sua.html' title='A Vampira de leite: O Homem é em sua essência, comida.'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sl22CHAhb3I/AAAAAAAAAPw/MOk-7CLLG2M/s72-c/untitledaahzgt.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-6214705622406823985</id><published>2009-05-12T11:58:00.000-07:00</published><updated>2009-05-12T12:02:51.036-07:00</updated><title type='text'>As libertinagens e depravações de uma Dona de Casa recatada</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SgnH0OMb8tI/AAAAAAAAAPo/c2O1XRRGomk/s1600-h/depravacao_hh.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 244px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SgnH0OMb8tI/AAAAAAAAAPo/c2O1XRRGomk/s320/depravacao_hh.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5335014933574447826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:24;"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 204);"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Por Narceja&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;http://recantodasletras.uol.com.br/contoseroticos/1589906&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-weight: bold;"&gt;www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 204);"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 204);"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Ninguém sabia da onde viera aquele homem. O dono da padaria da esquina dissera apenas que era novo na cidade. &lt;span&gt;Em uma pequena cidade com apenas 4 mil habitantes, um homem daqueles era logo notado pela população local.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O desconhecido havia chegado a cidade de moto, uma moto suja e feia, assim como suas roupas e sapatos. Uma calça jeans, acinzentada pela poeira da estrada, pregada em seu corpo destacavam suas coxas grossas e o montinho que se formava na frente. Uma jaqueta de couro suja e fedida e uma mochila que carregava sempre às costas formavam seu mundo exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Ao entrar em casa levei às compras a cozinha e pensei no estranho homem. Ainda teria que fazer o jantar do marido e das crianças que se encontravam na rua. Pensei nele e em seu montinho e nas revelações daquele pequeno segredo dentro de suas calças. Imaginei se deveria ser grande, parecia grosso do lado de fora. Dava um ar de ser muito usado.Quantas mulheres ele havia usado por essas estradas a fora? Quem sabe quantas donas de casa teriam sido abusadas por ele? Decerto deveria ser um cafajeste usando mulheres casadas para seu prazer pessoal. - Coitados dos maridos... Pensei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   O relógio dava 15 horas da tarde. Tranquei a porta e verifiquei a rua vazia. Fechei as janelas e fui para meu quarto, as crianças e meu marido chegariam ao final da tarde, daria tempo de me molestar um pouco com pensamentos depravados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    &lt;span&gt;Deitada&lt;/span&gt; na cama, levantei meu vestido e tirei os seios fartos do sutiã, que pularam como duas bolas pra fora. Os bicos já estavam enrijecidos pelo forasteiro. Sim, eu iria dar para ele! Tirei a calcinha com a ajuda do pé esquerdo, e abri as pernas bem entregue para meu comedor de mulheres casadas. Fechei os olhos e o vi ali na minha frente, sujo e fedido, com aquele volume dentro da calça prestes a comer uma mãe de família, uma pobre senhora esposa e fiel. Coitada de mim, seria devastada por aquele intruso grosso e robusto que agora se encontrava na entradinha da minha gruta úmida e esfomeada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Ele chegou com vontade e melou a cabecinha do malvado na minha grutinha faminta batendo algumas vezes no meu clitóris carnundinho. Ouvi cada batidinha com gosto e vontade. O intruso então entrou com força me arrancando um grito alto, um grito de puta. Como poderia uma mãe de família gritar como uma puta de rua? Ah... Mas gritei sentindo o robusto dilacerar minhas entranhas, sem pena e com vontade. Levei várias porradas dentro de minha bocetinha carente. Sentia que de certa forma ela merecia tal surra de pênis alheio, pênis desconhecido, pênis não... Era uma rola, a rola do forasteiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Cheguei a sentir sua respiração ofegante e quente perto da minha boca e suas mãos amassando meus seios fartos, seio de mãe, de mulher casada, agora sendo exposta como as putas do puteiro da Rua Carlota Joaquina. Aquelas mulheres indignas de serem mulheres casadas, que ficavam a rua a mercê dos taxistas e motorista de ônibus, dos maridos infiéis que só realizavam suas fantasias com as putas de rua. Todas aquelas mulheres que recebiam diversas e sortidas pauladas no ventre todas as noites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Quanta &lt;span&gt;injustiça daquelas vagabundas, todas levando rola enquanto eu, uma dona de casa fiel ao lar e ao marido tinha que ser respeitada pelo meu marido. Agora me via exposta e entregue aquele motoqueiro sujo, de pau carnudo, veiúdo e cabeludo, cheirando a pica suja e esperma. Eu, mãe de dois filhos levando rola daquele jeito como se fosse uma putinha de rua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Ai... Come... Bradei alto e bom som.&lt;br /&gt;- &lt;span&gt;Te Como! Pois mereces levar ferro para deixares de querer ser o que não é. Disse agressivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Mereço sim! Come essa dona de casa que nada tem a não ser um pênis comportado e posições respeitosas. Me come como as putas devem ser comidas! Gritei alto para ouvirem todos, os vizinhos, a família, meu marido.&lt;br /&gt;- Como &lt;span&gt;sim! Para saberes como uma mulher tem de ser comida!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    E levei todas as estocadas merecidas que uma mulher com aqueles pensamentos e desejos &lt;span&gt;tinha de levar. Próxima do gozo, tirei os dedos molhados de dentro da minha vagina e cheirei para sentir o cheiro de mulher no cio. Voltei os dedos para dentro de minha xotinha e fechei os olhos voltando a projetar entre minhas pernas a imagem do motoqueiro selvagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Mais algumas estocadas e dizeres sujos e gozei gostoso, abrindo as pernas bem para o alto e rebolando o quadril na cama enlouquecida pelo orgasmo que acabara de ter. Como necessitava de uma boa dose de sexo. Mas minha condição não permitiria... Descansei as pernas abertas na cama e olhei para ela, ali melada e necessitada de rola...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Coitadinha! Pensei batendo com os dedos no pequeno pedacinho de carne rosada na entradinha de minha xota esfomeada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Após alguns minutos, levantei e fui fazer o jantar, logo todos chegariam com fome. Fechei as pernas, abri as janelas e segui para meus afazeres domésticos de boa dona de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    A noite, meu marido e as crianças, João de 12 anos e Carlos de 8 assistiam televisão depois do jantar enquanto lavava e arrumava tudo para o café da manhã do dia seguinte, a costumeira rotina que se repetia inevitavelmente todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Passei a noite olhando para o pênis de meu marido, como queria sentir-me mulher com aquele ferro cravado dentro de mim... Mas não , meu marido não ousaria me tomar como mulher, mas apenas como... Como sua mulher, mãe de seus filhos. Havia me casado com um homem machista que conhecia o prazer e a vontade de uma mulher fazer sexo somente em putas e prostitutas. Uma mulher casada rebolar no pau de um homem e pedir rola seria para ele motivo de desrespeito e desvalorização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Vinda de família conservadora, acostumei-me às mentiras culturais e sociais do machismo ainda existente. E reprimi-me por todos aqueles anos. Sentindo apenas um homem em cima de mim, rebolar e me tomar como carne morta. O famoso “papai-e-mamãe” houvera me aniquilado como mulher. Envolta em tais pensamentos peguei no sono desejando sentir o pênis de meu marido dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Pela manhã após o café da manhã, levei as crianças para a escola e me despedi de meu marido com um beijo nos lábios e uma vontade de descobrir seu sexo com o paladar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Após deixar as crianças na escola passei na pracinha para ir até o mercadinho do Sr. Assalto, ops, do Sr. Adalto, sempre errava o nome do local. Ao entrar no mercado ouvi o barulho de uma moto, corri para ver se era meu forasteiro. E sim, era ele. Pensem na minha alegria ao vê-lo entrar e passar por mim indo para as prateleiras de bebidas. Bem confesso que senti um tremor percorrer meu corpo ao vê-lo passar por perto de mim. Afinal, ele havia me comido no dia anterior... Ah se ele soubesse o que havia se passado em sua homenagem... Fiquei ali olhando as verduras e com medo de me aproximar mais, embora não me perdoasse caso ele fosse embora sem trocar um único esbarrão &lt;span&gt;com ele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Apreciei a vista e olhei para seu montinho preso na calça suja e velha. Pensei no cheiro que aquilo ali teria, como seriam os bagos, se haveria veias grossas ou finas, se os cabelos seriam finos e poucos ou encaracolados e muitos. Se os bagos seriam grandes e se caberiam em minha boca... Ah se ousasse... Ah se a coragem batesse... Pensava olhando-o de soslaio.&lt;br /&gt;- Dona Narceja! Chamou seu Adalto.&lt;br /&gt;- Sim... Disse meio assustada, com medo de alguém ter lido meu pensamento.&lt;br /&gt;- A senhora precisa de ajuda?&lt;br /&gt;- Não senhor, obrigada. Disse apressada, querendo pegar as compras e voltar pra casa. Quando, nesse momento o forasteiro se aproxima de mim e pergunta se conheço alguma casa de ferragens por perto.&lt;br /&gt;- Não senhor, não conheço, do que precisa? Pergu&lt;span&gt;ntei tímida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Já perguntei pra todos daqui da cidade, preciso de umas peças pra meu possante. Disse se referindo a moto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Lembrei desse momento de uma moto antiga que meu marido tinha na garagem, uma moto bastante velha que havia sido de seu pai, e de súbito, sem pensar ofereci ajuda :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Meu marido tem uma moto antiga, que não mais usa, o senhor poderia olhá-la e se tivesse a peça poderia negociar com ele... Ele chega a noite. Disse aliviada e espantada da minha coragem.&lt;br /&gt;- Isso seria ótimo. Posso ir ver agora? Perguntou.&lt;br /&gt;- Meu marido não está em casa, mas o senhor pode ver sim. A noite, caso lhe agrade, poderão negociar o preço da peça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Peguei rapidamente uns tomates e coloquei no saco plástico indo pagar no caixa, apreensiva de minha audácia desconhecida. Seu Adalto recebeu o dinheiro e olhou desconfiado para mim ao me ver saindo com o forasteiro. Que caminhava ao meu lado empurrando a moto e me seguindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Um certo orgulho me tomou por inteira de estar ali andando ao lado daquele estranho motoqueiro. Já pensou se as outras donas de casa me vêem? Como teriam inveja, decerto pensariam que me tornei amiga dele, mas o melhor era a dúvida de se ele estaria me comendo, ou um pensamento alheio que fosse ... Ah... Como seria bom se fosse verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Alguns quarteirões e avistei a minha casa, mostrando para ele onde se encontrava. No caminho ele me disse que estava de passagem pela cidade e que seu destino era Santa Catarina, onde morava uma tia que o receberia. Perguntei como era viajar de moto pelo Brasil, se não sentia, vez por outra, solidão. Ele respondera que sim, sentia falta de mulher:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oh bicho bom! Disse sorrindo e pedindo desculpa ao ver meus olhos baixos e o rubor de minhas bochechas.&lt;br /&gt;- Sem problema...Eu sei que os moços da capital dizem essas coisas...&lt;br /&gt;- A senhora também é muito moça, bonita se me permite...&lt;br /&gt;- Ah, muito obrigada. Disse abrindo o portão e deixando-o entrar com a moto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Deixei a sacola que trazia na área e fui com ele até a garagem no quintal da casa. Como morava numa casa grande, cercada de alpendre e árvores frutíferas, a garagem que só servia para guardar coisas velhas de meu marido, ficava sempre fechada e esquecida. Os muros da minha casa, altos e cercados de árvores, tornavam-me segura a olhos curiosos de vizinhos fofoqueiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Não consigo abrir, disse em frente a porta da garagem.&lt;br /&gt;- Deixa eu tentar. Disse dando um empurrão na porta fazendo-a abrir em seguida.&lt;br /&gt;- Ai está senhor...&lt;br /&gt;- Me chame de Samu, dona...&lt;br /&gt;- Narceja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Samu avistou a moto e foi até lá olhá-la e examiná-la enquanto fiquei na porta com medo de entrar na garagem sozinha com aquele desconhecido, que apesar de simpático, não passava de um forasteiro. E acaso ele me violentasse? Isso sim seria bom... Pensei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Após examinar com cuidado Samu disse que infelizmente não poderia aproveitar nada em sua moto, pegou no assento da mesma elogiando o estado da máquina. Percebi que logo ele iria embora e eu perderia a chance... E se contasse a ele os meus pensamentos, e se pedisse ao menos que me deixasse ver seu pênis...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quando o senhor... Quer dizer, você vai embora?&lt;br /&gt;- Amanhã! Uma caminhonete vai pra cidade vizinha e já combinei com ele de nos levar. Disse sorrindo se referindo a ele e a moto.&lt;br /&gt;- Bem... Desejo boa sorte... Disse triste.&lt;br /&gt;- Obrigado, agora vou deixar a senhora em paz. Obrigado mesmo assim... Disse já se preparando pra sair...&lt;br /&gt;- Espera Samu... Disse.&lt;br /&gt;- Sim? Perguntou curioso.&lt;br /&gt;- Eu sei que parece loucura, mas tem algo que gostaria de lhe dizer... Sei que não nos conhecemos e gostaria que ninguém soubesse dessa conversa, o senhor poderia prometer segredo?&lt;br /&gt;- Claro, o que houve?...&lt;br /&gt;- Sabe quando pensamos em alguém, ou em alguma coisa e não revelamos... As vezes não vemos a pessoa nunca mais na vida e então perdemos a chance... Já imaginou se fosse revelado tudo o que pensam da gente? Não gostarias de saber o que pensam de você? Perguntei aflita, olhando para o relógio e verificando que ainda estaria sozinha por mais de 4 horas até as crianças chegarem da escola para almoçarem.&lt;br /&gt;- O que a senhora quer dizer com isso?&lt;br /&gt;- Eu gostaria de poder ver... Disse arriscando pela primeira vez. Pelo medo de morrer sem viver nada das minhas fantasias, disse sem pensar em meus filhos ou no meu marido, apenas disse desafiando minha própria covardia.&lt;br /&gt;- Ver... Disse rindo e pegando no volume. Ver... Ele?&lt;br /&gt;- Sim...&lt;br /&gt;- Pode sim, ver e pegar... A senhora quer?&lt;br /&gt;- Você guarda segredo?&lt;br /&gt;- Sim, guardo. Disse desabotoando a calça e tirando um cacete duro e moreno de dentro da calça.&lt;br /&gt;Aproximei-me e fechei a porta da garagem e Samu pegou em minha mão fazendo-me tocar em seu tronco de carne rígida. Peguei meio sem jeito, delicada e sentindo-o pulsar em minha mão pedi para cheirar.&lt;br /&gt;- Posso só dar uma cheirada nele?&lt;br /&gt;- Pode cheirar e pode provar também, dizem que é docinha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Me ajoelhei pela primeira vez na frente de um homem e ao vê-lo em pé senti-o como a um Deus e aproximei meu rosto de seu sexo e o cheirei tendo a cabeça pelada encostada em minha bochecha esquerda. Samu havia dado um tapinha com seu sexo em minha face e dito : - Prova!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Abri a boca e ele colocou o pênis dentro devagar, senti a quentura do bicho em meus lábios, apreciei seu gosto misturando-se com a minha saliva. Suguei um pouco com pressa, e vontade... Queria que ele fosse embora, já havia passado de todos os limites.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantei e pedi que saisse.&lt;br /&gt;– Não sem antes desfrutar de suas carnes.&lt;br /&gt;- Desculpe, é melhor você sair meu marido pode chegar, tenho dois filhos... Pedi levantando-me já arrependida.&lt;br /&gt;- Mas vai levar mesmo assim, rapidinho. Prometo ser carinhoso. Olha como você me deixou? Não cabe mais dentro da calça e só abaixa depois que despejo tudo... Disse me pegando pela cintura.&lt;br /&gt;- Ninguém pode saber... Disse já aceitando e prevendo a rolada.&lt;br /&gt;- Ninguém vai saber ! Amanhã vou embora, é rapidinho e já gozo.&lt;br /&gt;- Tomo remédio... Disse.&lt;br /&gt;- Quer que goze dentro? Gostosa... Vem cá. Disse levantando meu vestido e uma perna junto. Senti sua mão afastando a minha calcinha e encostando a ponta melada de sua estaca no vão de minha intimidade. Jamais havia sido tão usada daquela forma, em pé sendo penetrada... Jamais havia sido mulher em minha vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vou colocar... Segura tudo. Disse penetrando forte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Foi a primeira vez em minha vida que senti um pênis em todas as duas dimensões atravessar meus lábios vaginais e ir parar no fundo de minha grutinha. Pude senti as estocadas lentas molestarem meu útero e seus bagos baterem provocando um barulho inesquecível de uma mulher sendo devorada por um macho.&lt;br /&gt;- Ai... Devagar, pedi.&lt;br /&gt;- Como é gostoso te possuir....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Senti aquelas estocadas abrirem as minhas carnes e senti como é ser de um homem sem amá-lo, apenas pelo prazer dos corpos cheguei aonde queria, ao paraíso terreno dos mortais. E cheguei lá de olhos fechados e sentindo-me não puta, mas uma mulher realizando-se como fêmea cravada na estaca &lt;span&gt;de um homem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;- Está gostando? Perguntou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;- Muito... Susurrei em seu ouvido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;span&gt;E senti seu ferro me possuir intensamente arrancando de mim gemidos e um choro baixinho de felicidade ao sentir a grossura de sua carne me abrir. Mesmo satisfeita apreciava o vai e vem da dança de seu quadril dentro de mim, me balançando o corpo enquanto entupia minha gruta de carne morena e quente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;- Abusa de mim... Me usa... Vai... Disse liberta de hipocrisia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;- Vou estourar essa caverna com meu tronco!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;      &lt;span&gt;Ele subiu mais minha perna, abrindo –me mais ainda e estocou intensamente pra dentro enchendo-me e tapando-me por completo. Senti minhas ancas rebolarem sem se importarem com mais nada, queria apenas dar e tirar prazer daquele homem, queria meu prêmio, queria seu dilúvio de prazer dentro de mim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora sente tudo... Disse desfazendo-se em gemidos e gritos masculinos de raiva e &lt;span&gt;agressividade. Foi quando senti a enchente do mar branco e denso encherem minhas carnes e submergirem extravasando-se em minhas coxas abertas e expostas, entregues....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Abaixei a perna que estivera apoiada em seu braço e senti-me mole, exausta e satisfeita. Pedi que se retirasse... Logo meus filhos chegariam e pedi também que guardasse minha privacidade. Samu disse que sim, que guardaria, pois também era casado e nos despedirmos sem beijo na boca. Pareceu-me naquele momento que o beijo não pertencia àquela cena de minha vida. Após sua saída, não senti culpa ou arrependimento, ou mesmo medo de ser descoberta, eu me senti realizada como mulher. Sabia agora o que havia perdido todos esses anos pelo machismo de meu marido. Naquele dia, entendi pela primeira vez a natureza feminina de minha alma, a tênue linha entre a resignação de meus desejos e a natureza devastadora de minha sexualidade faminta e enrustida. Eu me reconheci como dona de meus desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Quanto ao meu marido? Nunca soube do ocorrido, e depois de uma mal e enfadonha explicação sobre o tal motoqueiro que havia vindo ver a moto, passei a tratá-lo com os mesmos cuidados e carinhos de uma esposa &lt;span&gt;dedicada e resignada de seu suplício doméstico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-6214705622406823985?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/6214705622406823985/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=6214705622406823985' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/6214705622406823985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/6214705622406823985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/05/as-libertinagens-e-depravacoes-de-uma.html' title='As libertinagens e depravações de uma Dona de Casa recatada'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SgnH0OMb8tI/AAAAAAAAAPo/c2O1XRRGomk/s72-c/depravacao_hh.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-7114941683092572951</id><published>2009-04-25T06:44:00.000-07:00</published><updated>2009-04-25T06:47:17.981-07:00</updated><title type='text'>A “TROSOBA” de Raimundo Escopeta : Provoquei um homem e levei uma lição!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SfMUXWJ5NDI/AAAAAAAAAPI/KSpZj6NGlVQ/s1600-h/desejosprofanosff.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 249px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SfMUXWJ5NDI/AAAAAAAAAPI/KSpZj6NGlVQ/s320/desejosprofanosff.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328625175426053170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Por Narceja®&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 102); font-style: italic;font-family:arial;" &gt;www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Chamava-se Raimundo Escopeta. - Da onde saiu isso? Do Ceará, de uma cidadezinha chamada Canindé. Cabra da Peste que se mudou para São Paulo e foi morar no meu prédio em dezembro do ano passado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Tinha 38 anos. Era engenheiro mecânico e trabalhava o dia inteiro em uma fábrica da região. Soube de seu apelido pelo porteiro fofoqueiro. Este contou-me que havia recebido uma carta com esse nome “Raimundo Escopeta... “ Como os nordestinos gostam de apelidos! Eu claro, bem sabia que um apelido desses não era a toa não senhor! Tinha coelho naquele mato! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Estava sem namorado há uns 4 meses e o pior... Sem sexo! Não que eu pense nisso o dia inteiro, mas grande parte do dia sim! Há de haver alguém que me acuse erroneamente de ninfomaníaca, mas não, não sou! Eu escolho as minhas próprias vítimas! Enquanto ninguém consegue capturar-me brinco de caçar homens. Alguns em especiais tornaram-se inesquecíveis, ou pelo sabor de seus fluídos ou pelo aroma de seu sexo. Enfim, Raimundo Escopeta me chamou a atenção pela postura que apresentava. Um homem baixo, não mais de 1,60, mas forte e pesado. E o pesado em questão não se trata de gordura, mas de ser um homem com pernas grossas, braços musculosos, sem exageros, bundinha de soldado americano e uma barriguinha... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Ah... Narceja, como vou saber se ele tem namorada? Perguntou o Porteiro Deríca. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Você passa a noite aqui, presta atenção no movimento! Viado! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Ah, é? E a senhora pode me dizer o que eu ganho com isso? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Ué... Ver sua amiga feliz! Satisfeita... Respondi sorrindo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Ver minha amiga bem “folgada”! Isso que você quer dizer! Por que, querida, com aquele apelido que eu vi na carta, Raimundo Escopeta, não deve ser coisa pouca não. Será que você tem chance? Sei não guria... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Oh meu filho... Se enxerga! Já me viu pedir chance a homem? Quando eu quero não pergunto, vou lá e pego! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Eh... Se serve de ajuda, sei que ele fica na piscina no domingo de manhã, mas bem cedo, das 9 às 11. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Agora você me disse alguma coisa útil! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Eh, essa quero ver querida! Dizem que todo Raimundo tem a “trosoba” descomunal! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- “Trosoba”? Indaguei. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Devo ter lido isso em algum conto erótico dessas devassas que escrevem por aí... Disse olhando de rabo de olho para cima. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- “Hic”! Abafa o caso! Engoli a seco. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; No Domingo, levantei cedinho a muita custa, vesti o biquíni cortininha que deixava o volume da minha “boca de baixo” bem visível. Passei antes o dedo na rachinha para verificar a quantidade de mel que dela brotava. Cheirei e provei... Era gostoso sim e isso me dizia se era à hora de dar ou não. E sim, estava na hora de dar! Desci em direção à piscina. Passando pela recepção, cumprimentei a mocréia que lá trabalha e fui para piscina. Assim que avistei a água azul vi também as cadeiras todas vazias! Super! Lá estava eu de salto alto, biquíni cortininha, depiladinha, cabelo na chapinha, óculos Paris Hilton e nem um ser vivo, a não ser a cara de bolacha do Porteiro, que insistia em sorrir de longe para mim. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Cadê? Perguntei fazendo gesto com as mãos! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Deríca então apontou sorrindo para mim e quando me viro dou de cara com o Raimundo Escopeta segurando a toalha e uns livros na mão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Bom dia... Disse tímida. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Bom dia. Respondeu passando por mim e indo se sentar a beira da piscina em uma cadeira afastada de mim. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Ele vestia uma bermuda colorida até o joelho e uma camiseta branca de alguma marca esportiva. Olhei para os lados perdida, sem saber o que fazer e me sentei na primeira cadeira que vi pela frente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; O sol estava queimando São Paulo nesse dia, fazendo-me suar e sentir o suor escorrer por entre minhas coxas grossas. Protegida pelas lentes escuras dos óculos, pude ver a hora que Raimundo tirou a camisa mostrando um peito todo cabeludo e bem definido, peito forte e moreno, bronzeado do sol. Uma delícia Nordestina de fino trato. Pronto, “ela” começou a suar também quando viu aquele exemplar nato da raça masculina e dali em diante, já sabia que entraria na sua rola na primeira oportunidade que tivesse. Mas claro, precisava fazer a minha parte. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Para uma moça tímida, é sempre uma dificuldade provocar um homem. Mas quando fecho os olhos e me imagino deitada de perna abertas levantadas para cima, e sentindo-me mulher enganchada com um homem, toda a timidez desaparece e a ousadia toma-me por inteiro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;       Respirei fundo, olhei para a bocetinha pidona e caminhei em sua direção. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Raimundo já havia saído da piscina e deitava na cadeira tomando sol. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Passei pelas cadeiras brancas que nos separavam e cheguei na cadeira vizinha a dele: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Posso ficar aqui? Perguntei com segundas intenções. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Mas é claro, disse sentando-se na cadeira. E olhando para meu busto. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Olá, me chamo Narceja e você? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Raí, prazer! Disse me estendo a mão juntamente com um lindo sorriso. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- O prazer é todo meu. Mas é Raí de Raimundo? Disse sentindo seu beijo molhado em minhas bochechas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Sim, é sim! Mas então está quente não... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Então meus caros leitores, vou lhes poupar do diálogo inicial que traçamos em alguns minutos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Raimundo se mostrou bem mais audacioso do que eu esperava. Confesso que não esperava dele tal atrevimento, o que me deixou bastante encabulada, principalmente com seus olhares e cantadas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Então Narceja, o que você acha de vir hoje ao meu apartamento tomar um vinho e me conhecer melhor? Perguntou com visíveis terceiras intenções. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Não sei se posso, amanhã preciso acordar cedo para ir trabalhar! Queria sair dali o mais rápido possível, de tímido aquele homem não tinha era nada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Que isso... Não se preocupe, é só uma visita! Coisa rápida, prometo que te levo para cama cedo... No bom sentindo! Disse sorrindo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Não sei mesmo Raí... Havia perdido o interesse com suas investidas... Gosto sempre de estar sobre o controle da situação e percebi que Raimundo era um caçador assim como sou. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Vamos fazer o seguinte? Eu vou colocar uma música bem legal para nós acompanhado de um bom vinho. A gente conversa e prometo que você vai embora em 2 horas, o que acha? Não vai negar! Sou um homem solteiro, estou me sentindo tão sozinho... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Se é assim... Então ficamos combinados para a noite. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Com tanta insistência acabei aceitando o convite do vilão. Da arte da sedução entendia bem e sabia do seu plano maquiavélico para me faturar. Comecei então a achar interessante armar um bom esquema para dar-lhe uma lição. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; De volta ao meu apartamento, pensei em um bom plano a tarde inteira. Fui até o closet e me olhei no espelho, sempre o faço para pensar. Tirei o biquíni e fiquei nua me olhando, apreciando meu corpo, desejando-me de certa forma. Mentiria se negasse que não pensara em seu pênis dentro de mim, sim pensei! De tal forma que apertei meus seios e o vi ali atrás de mim, encostando o pau duro na minha bundinha macia. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Quer? Ele perguntava no meu sonho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Quero muito! Estou precisando! Respondia já com uma mão molestando o clitóris. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Embriagada por esses pensamentos, caminhei até minha cama e deitei-me abrindo as pernas, escancarando-as por inteiro para receber a estocada imaginária de um pênis, que poderia ser sim o dele, mas também o de um desconhecido. E nessa hora, enfiei dois dedos dentro com força e rapidamente. Tirei-os de dentro de mim e cheirei profundamente sentindo-me no cio. Voltei a molestar meu clitóris melando meus dedos em meu mel e gemendo baixinho, falando palavras desconexas, me chamando de nomes vulgares e profanos, me imaginando em lugares proibidos e situações inusitadas onde sempre era coberta por tora de carne grossa e pesada. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- “Vou gozar...” Disse baixinho rebolando na minha mão. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- “Goza na minha rola”, disse alguém em meus delírios masturbatórios. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Apressei o movimento e gozei gostoso me contorcendo de tesão e acalmando minha xotinha, para poder jogar e ganhar de meu oponente, logo mais a noite. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; A verdade é que meu plano já estava bem arquitetado: O excitaria a tal ponto de deixá-lo com a ferramenta ereta e pronta para o abate, mas depois sairia do apartamento, deixando-o literalmente na mão. O que seria bem mais aprazível, (Para mim) claro, vê-lo subir pelas paredes e nada fazer... Se ele estava acostumado a esses joguinhos de comer meninas a custa de investidas, iria se dar mal comigo! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Ás 19hs da noite já estava bem arrumada e cheirosa, pronta para a batalha e bem disposta a brincar com meu semelhante. Vesti um vestido soltinho vermelho, bastante simples até os joelhos, mas com um decote generoso que ressaltava os meus seios grandes e bicudos. Coloquei um pouco de perfume entre as coxas e um batom vermelho leve. Soltei os cabelos loiros que batiam no final das costas e segui em direção a sua porta, no 5º andar do prédio, apartamento 501. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Boa noite, Narceja! Está linda! Disse ao abrir a porta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Boa Noite, Raí... Entrei olhando-o de soslaio. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Raimundo me olhou com fome e trancou a porta me apresentando o sofá de sua sala. O apartamento era muito bem decorado, com perfeição e cuidado raros para um homem solteiro. A sala possuía móveis brancos, assim como o sofá. Na mesinha do centro se encontravam duas taças e um vinho já aberto, esperando-nos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Por favor, sente-se! Pediu sentando-se ao meu lado e pegando a garrafa de vinho para encher as taças. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Obrigada! Lindo o seu apartamento! Estou admirada, tem tão pouco tempo aqui no prédio e já mobiliou tudo tão perfeitamente. Olhei sem disfarçar para o volume de sua calça. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Tenho um gosto requintado, gosto do que é bom e belo. Principalmente quando se trata de receber mulheres tão belas quanto você. Cantou-me olhando para meus seios enquanto me entregava a taça de vinho. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Tomei um pequeno gole de vinho, olhei para seu volume com a intenção de ser flagrada por ele. Cruzei as pernas, sorri e disse: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Obrigada, Raimundo Escopeta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Como? Como sabe do meu apelido? Indagou surpreso. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Tenho minhas fontes... Mas confesso que fiquei bastante curiosa, por que o apelido afinal? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ele riu bastante e ficou um pouco sem jeito. Era o ponto que eu queria chegar! Desarmá-lo! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Então, me explica essa história de Raimundo Escopeta! Insisti. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- É melhor mudarmos de assunto! Disse em tom de me instigar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Não, estou curiosa, conta a historinha, quem sabe eu gosto! Disse desafiando-o e sentindo-me mais uma vez no controle da situação. Por pouco tempo! Caros leitores, por que não esperava nunca em minha vida de caçadora uma resposta tão insolente de um macho: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Não é um caso para ser contado e sim para ser demonstrado! Então Narceja, queres ver o motivo pelo qual me apelidaram de Raimundo Escopeta? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;        Desarmada e sem reação de ataque, recuei por alguns segundos sorrindo encabulada e recuperando a coragem disse: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Mostra! Que eu te mostro a pequena “Narceja” também! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Raimundo sem acreditar no que havia acabado de ouvir, sorriu com os olhos, se levantou e já vi o volume alterado de sua calça. Tirou o cinto, abriu a calça, abaixou a cueca e vi... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Muita calma nessa hora... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Vi o maior pênis que meus olhos já haviam visto na minha vida! Raimundo tinha um espetáculo de cacete, deveria ter realmente uns 20 a 21 centímetros, não sei ao certo, sei que era grosso, bastante grosso, um rolão de fazer inveja ao kid Bengala (Ator de filmes pornôs). &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Então, gostou? Disse segurando no cacete! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Seu pênis era bastante carnundo, de veias bem visíveis e grossas, verdes que desenhavam todo o corpo do pau. Não era circuncizado, mas possuía pouca pele, que ficava na metade da tora de carne. A cabeça da “trosoba” era vermelha e bastante grossa, escorria dela um líquido denso de cor transparente, pegajoso. Os testículos de Raimundo Escopeta, também não ficavam atrás, formando um conjunto precioso com o pênis. Uns bagos grandes que batiam em suas coxas, formando duas bolas cheias, onde uma parecia bem maior que a outra. A fina linha que separava os testículos se assemelhava a uma costura frágil de veias finas, porém firmes e intensas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Diante daquele monumento, fechei os olhos por alguns segundos e senti o cheiro de macho vindo do saco preto de Raimundo. Meus planos tinham ido por água abaixo, por essa eu não esperava! Já excitada, com vontade de dar para aquela rolona, ainda teimei em tentar controlar os comandos de minha xotinha e provoquei. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Agora senta e olha a minha! Disse levantando e empurrando-o para o sofá com o intuito de que ele sentasse, o que ele fez prontamente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Raí sentou-se com aquela tora de carne na mão se masturbando e sem acreditar muito no que estava acontecendo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Mostra, que eu quero ver se aguenta isso aqui! Disse balançando o pau. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Olhei nesse momento para a porta de saída, e lá estava a chave... Mesmo com tesão, iria provocá-lo e tentar me manter no plano; o de excitá-lo e sair fora! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Minha xotinha que me perdoasse, mas era uma questão de honra vencer aquele jogo de sedução, afinal, Raimundo era um adversário forte. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Com as pernas suadas pelo líquido que escorria da bocetinha, levantei o vestido mostrando a mini calcinha vermelha com rendinha na frente desvendando a olhos vistos uma rachinha depilada e carnudinha. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Olha e vê se gosta! Disse puxando a calcinha para o lado e mostrando a xotinha para ele, correndo em seguida em direção a porta de saída. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Nesse exato minuto, antes de chegar a porta, Raimundo se levanta apressado e me agarra me impedindo de chegar até a mesma. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Me solta... Pedi. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Não vai embora me deixando assim não! Gritou falando grosso! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Me solta agora ou vou gritar! Ameacei. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Vai fazer essas putarias com os manes daqui! Comigo não, minha filha! Olha a tora como está? Está pensando que vai brincar com homem? Ao dizer isso me virou e me beijou a força enquanto me debatia tentando me desvencilhar dele. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Raimundo de pau duro me puxou até o sofá beijando-me e abafando meus gritos, vencendo a minha resistência. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Calma... Calminha que comigo é só amor! Disse me jogando no sofá e caindo por cima de mim, tirando meu vestido, apertando meus seios. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Suas pernas prendiam as minhas e sentia o pênis encostar em minha calcinha, abri involuntariamente as pernas para sentir o roçar da escopeta em minha gruta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Parece que você vai levar um tiro de Escopeta hoje... Disse ao me beijar forte. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Raimundo parecia ensandecido de tesão me pegando, enfiando a mão em meus seios, me beijando, enquanto me entregava toda para ele. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Sem mais poder resistir e já sentindo a xota chorar por rola, deixei rolar... Fingi então rejeitá-lo: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Me solta, não quero dar para você! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Mas vai dar para aprender a não provocar homem, safada! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Não! E empurrei-o com força chamando-o de viado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Viado?! Você vai ver agora o “Viado” Cachorra Safada! Ao dizer essas palavras, Raimundo pegou no cabo duro e puxou minha calcinha para o lado enfiando a tora com toda a força me fazendo gritar alto e ter a boca tapada por sua mão. Senti sua rolona devastar meu canal vaginal arrombando minha entrada a tal ponto de me fazer gemer em alguns minutos, já na quarta bombada que dera. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Geme na minha rola, geme... Pediu. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Ai... Gostoso... Ai... Como é grossona... Disse abrindo e agarrando suas costas com minhas pernas. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Ele me deu umas roladas intensas e fortes e me comeu rapidamente sem se importar com mais nada. Eu nessa altura já gemia encaixada em sua vara sentindo as deformidades do pau se confrontarem com as paredes de minha xotinha. Fechei os olhos e permitir-me gozar em sua rola. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Vou gozar... Mais rápido, só mais um pouco... Enfia essa rola, enfia! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Gosta não é? Sabia que iria gostar dela safada. Essa lição você nunca mais vai esquecer, é para aprender a não provocar homem macho! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Relaxei espetada em sua vara e senti meu orgasmo forte molhar seu pênis e quietar-me o quadril veloz. Meu corpo todo se arrepiou e tremi por completo pela intensidade da gozada. Um dos grandes prazeres da vida, gozar na rola de um homem... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Gozou, gostosa! Agora é minha vez! Você vai ficar bem esfolada na xota. Para não mais esquecer de minha escopeta. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Raimundo usou minha xotinha gozada por mais alguns minutos dando umas estocadas fortes enquanto apertava meus seios fartos. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Goza gostoso, goza... Pedi. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Quer leitinho? Pede leitinho pede! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Me dá leitinho, me dá... Eu mereço! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Vou dar sim, na xota e nos seios, para a putinha aprender. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Vai... Vai... Enche... Pedi tendo o saco de Raimundo encostado em minha bundinha e sendo devorada por aquele macho, senti a temperatura de seu leite chegar a minha xotinha folgada. Ele assim que gozou, tirou de dentro de mim e posicionou o pênis para meus seios sujando-os de gosma branca e quente. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Ah... Faz tempo que não gozava tão gostoso numa putinha igual a você! Ao dizer isso, me abraçou e me levantando do sofá carregando-me para seu quarto, deitou-me em sua cama, onde me comeu o resto da noite, em várias posições. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Nos amamos a noite inteira e nossa disputa terminou com um nos braços do outro, depois de uma noite intensa de sexo, nos conhecemos realmente. Pude decansar em seu peito, abraçando-o e sentindo o calor de seu corpo, sua respiração ofegante, seu cheiro de homem... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; A arte da sedução cabe na entrega da exposição livre do desejo profano do corpo ao outro, apenas nesse momento, permitimos uma breve visão de nossa alma, seja pelo prazer da carne, seja pelo amor. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; E assim, mas uma vez, no barulho dos corpos se amando, conseguiram chegar até mim através da doação dos corpos e ouvi, numa voz carinhosa e doce, estas palavras que jamais esquecerei: &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;- Eu te quero por todo o sempre! Quero cuidar de ti, te amar e te proteger de tudo. E me abraçou enquanto sentia sua carne descansar dentro de meu corpo exausto de amar e se doar. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;****************************** &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.narcejacontos.com/ &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 51);"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965 &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-7114941683092572951?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/7114941683092572951/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=7114941683092572951' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7114941683092572951'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7114941683092572951'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/04/trosoba-de-raimundo-escopeta-provoquei.html' title='A “TROSOBA” de Raimundo Escopeta : Provoquei um homem e levei uma lição!'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SfMUXWJ5NDI/AAAAAAAAAPI/KSpZj6NGlVQ/s72-c/desejosprofanosff.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-7734630368448218712</id><published>2009-04-08T22:14:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T22:15:23.697-07:00</updated><title type='text'>A Empregadinha Doméstica</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2EX_M3QfI/AAAAAAAAAOk/V8lAWXzzxG4/s1600-h/7aa39b1334fb44270581ac85744a930axdes.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2EX_M3QfI/AAAAAAAAAOk/V8lAWXzzxG4/s320/7aa39b1334fb44270581ac85744a930axdes.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322555882259038706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Courier New;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Aos 18 anos sai de Ilópolis (Rio Grande do Sul) para ir trabalhar numa casa de família em São Paulo. Eu havia acabado de terminar o ensino médio e pretendia estudar em uma faculdade privada de São Paulo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     De família de baixa renda, não pensei duas vezes quando minha tia me fez a proposta de cuidar do filho de uma amiga muito rica que morava em SP.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bem, é verdade que não tinha experiência com crianças, mas a oportunidade e o salário seduziram-me na época. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      E assim o destino me levou para a casa da senhora Mendonça, uma mulher de seus 45 anos de idade. O motorista foi me buscar no aeroporto e em alguns minutos de carro chegamos a casa. Fui recebida pela dona da casa, amiga de minha tia, que me tratou muito bem, apresentando-me meu quarto nos fundos da cozinha. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     Logo fui apresentada a Tiago, o menino de 4 anos de quem tomaria conta. De início nos demos bem, era uma criança quieta e sossegada. A casa me pareceu de todo sofisticada e bastante bonita. Soube que havia outra empregada, Dona Carmen, que não dormiria na casa, apenas passaria o dia fazendo os serviços domésticos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      A noite conheci o senhor Mendonça, o dono na casa. Um homem de uns 48 anos, bastante simpático e de olhos vivos e espertos, que me olhou com desejo já de cara.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Olá Senhor Mendonça, sou a Narceja.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Oi Narceja, espero que goste da cidade e seja muito bem vinda. Mas não precisa de formalidades, sua tia é uma grande amiga da nossa família, me chame de Raul. Disse piscando o olho para mim na frente de sua mulher, que pareceu não se importar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      Evidente que reparei em Raul e em seu sorriso de moleque travesso, um homem maduro que não se pode ignorar. E ele era sem dúvida um coroa extremamente interessante... Moreno, 1,80 de altura, olhos verdes, barbudo, mãos grandes e um pé enorme... Olhei detalhadamente para seus modos durante o jantar. Raul tinha o hábito de morder sempre o cantinho do lábio direito quando falava. Notei também que sua mulher parecia detestá-lo, a sondar pelo modo como ela o olhava comendo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       E assim os dias se passaram e escutava meu serviço monótono e repetitivo de cuidar do fedelho. O Motorista, um cretino de 30 anos, tinha sempre a ousadia de paquerar comigo, mas o rejeitava de tal forma que ele pegou raiva de mim. Apesar de mais novo e solteiro, o infeliz não mexia comigo como homem, não sei bem explicar o motivo, mas seu “volume” dentro da calça não me instigava ou me fazia melar a calcinha, e isso é tido como necessário para meu interesse sexual.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     Os donos da casa passavam o dia inteiro fora, eram advogados de uma grande multinacional e só os via a noite. A senhora Mendonça, apesar de simpática não me dava muita aten&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ção, diferente de Raul sempre sorridente e entusiasmado, sempre contava algo engraçado na hora do jantar, &lt;/b&gt;&lt;b&gt;quando&lt;/b&gt;&lt;b&gt; apenas eu ria.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;        Após um mês o fluxo que tentei conter dentro de mim tentou-me a mente. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Faziam&lt;/b&gt;&lt;b&gt; dois meses desde a minha última rolada, e a falta de sentir-me mulher tomava conta de meus desejos. Toda noite, após o jantar, trancava-me em meu quarto tentando estudar sozinha para o vestibular e Raul passeava em minha mente que instintivamente repudiava esse pensamento. E claro, sem mais me aguentar passei a me masturbar com mais frequência. Diariamente, duas vezes ao dia.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       Certa noite, ao levantar para buscar água, vi Raul no sofá assistindo televisão, passava um filme de ação qualquer... O observei encostada à porta da cozinha, longe de suas vistas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;        Raul sentava-se no sofá de uma maneira extremamente máscula, de &lt;/b&gt;&lt;b&gt;pernas aberta&lt;/b&gt;&lt;b&gt; e bastante relaxada. Já nessa época eu era uma apaixonada pela figura masculina e Raul a representava muito bem. Os joelhos distantes um do outro acentuavam o volume do short de cotton cinza que vestia. Suas mãos passeavam ora pelo sofá se apoiando, abrindo os braços, se espreguiçando..., ora beliscando um saco de batata chips. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       Não pude deixar de me imaginar de joelhos entre suas pernas servindo aquele homem viril, enquanto ele comesse ou visse televisão... Parecia faltar-lhe o reinado de ter uma putinha que soubesse reconhecer seu valor de macho pintudo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       Excitada, toquei meus seios de leves e desci minha mão para dentro da calcinha por baixo da camisola e continuei observando-o. De repente, Raul fez algo imprescindível para que o admirasse como homem e assim pudesse vir a beber de seu sêmen. Raul coçou o pau rapidamente! Primeiro passou a mão de leve no volume por cima do short e depois enfiou-a dentro do mesmo, entrando assim por dentro da cueca e molestando o saco e o corpo murcho do seu pênis. Fechei os olhos nesse momento e cheguei a ver seus dedos coçando debaixo do saco numa cena extremamente masculina. Respirei fundo para não correr até ele e me entregar ali mesmo... Parecia para mim natural ceder meu corpo para o homem escolhido se satisfazer... Não  neguei minha natureza primitiva  e enfiei dois dedos dentro da xoxota meladinha, e foi quando ouvi a voz de Raul:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Narceja? Disse em tom assustado ao ver a cena da empregadinha encostada na porta com uma mão dentro da calcinha e de olhos fechados respirando fundo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abri os olhos assustada e o vi olhando para mim do sofá com os olhos arregalados.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sem reação corri para meu quarto e lá chegando tranquei a porta e cai na cama morrendo de vergonha da minha sem-vergonhice.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;         Atormentei-me a noite inteira com pensamentos sórdidos sociais que haviam me obrigado a levar comigo, por um sistema falido de conceitos pudicos, onde minha real natureza teimava em lutar contra. E inevitavelmente travei essa luta sem fim entre pensamentos que reprimiam minha natureza e desejos de ser putinha livre e entregue.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;         Bloqueei os tais pensamentos insanos e me vi apenas por alguns minutos mamando em sua rola, levando rolada, servindo àquele homem como fêmea para seu prazer... Com 3 dedos dentro da bocetinha, uma mão apertando os seios e rebolando o quadril em cima da estreita cama de empregada, busquei meu próprio prazer gozando e me melando por inteira, apreciando meu próprio cheiro de fêmea.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      Pela manhã, acordei cedo para cuidar do moleque, após tomar banho me olhei no espelho e me chamei de putinha... Sorri de mim mesma pela constatação inegável de minha natureza dada e livre. Eu iria dar para o patrão! &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;        Peguei o moleque e fui até a mesa de café da manhã onde estavam os patrões. Enganam-se vocês se pensam que me constrangi ao ver meu patrão... Respirei fundo e o encarei nos olhos desafiando meu próprio pinguelo excitado e molhado com meus líquidos de mulher:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Bom dia Raul, bom dia dona Mendonça.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Bom dia Narceja. Respondeu Raul com um sorriso nos lábios.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     Tomamos o a café da manhã olhando um nos olhos dos outros, tentando disfarçar para sua mulher não perceber a troca de olhares... Mas aquela ali lá percebia nada! Tinha um cavalo na cama para saciar e só se preocupava em ações e futilidades diárias... E mulher que não satisfaz seu homem tem que ser traída mesmo! E essa razão é uma via de mão dupla! &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      Após o café da manhã o dia transcorreu normalmente, claro não citando as 3 vezes que tive que deixar o moleque com a outra empregada para ir ao banheiro me masturbar...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      De certo modo, pelo olhar de Raul, eu já sabia do SIM. Sim, ele me comeria!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;É assim que funciona, nós mulheres somos quem escolhemos nossas vitimas, tudo só funciona com a nossa permissão e consentimento... Ao macho, cabe apenas preparar o canhão e atirar quando forem dadas a eles as ordens, que é claro, é executada por nós, mulheres.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;         &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      Sabia que a noite poderia sim levar vara, e só dependeria de mim. Sabia do jogo de olhares e dizeres não ditos. Raul, por respeito à família (Fingimento dissimulado e calculado pelo mesmo) esperaria meu ataque... Negaria a priori, se fazendo de vítima, mas seus instintos de macho não suportariam a pressão e ele, pobre vítima, me comeria... É assim que eles justificam a traição! E ainda ousam pronunciar a frase clichê de cafajeste: - Eu sou homem! (Ou seja, tenho pau, sou irracional, ela quis dar... comi!) E assim caminha a humanidade no vale da incoerência social.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;         &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      Olhei no relógio e já estava na hora dos patrões chegarem. A empregada colocou a mesa para o jantar e o moleque já estava dormindo. Eu por ser sobrinha da amiga da família realizava todas as refeições à mesa com os patrões.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;          Raul chegou cansado, vestido com o paletó do trabalho, tirou apenas o blazer e sentou-se à mesa olhando-me nos olhos. Durante o jantar trocamos alguns olhares e notei que Raul realizando seu jogo previsto evitava-me, mas sempre me olhando e fugindo com os olhos em seguida. Homens...!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;          Já sabendo meu papel no joguinho repetitivo e de praxe masculino, encarei-o mais vezes provocando-o com os meus insistentes olhares. Ao termino do jantar dona Mendonça, como de costume, foi ver novela em seu quarto e Raul a seguiu. Só apareceria mais tarde, após o banho e um bate boca diário com a senhora, sua esposa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;           &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       Fui ajudar na cozinha e logo a outra empregada se despediu indo para a casa dela e me deixando livre para atuar. Passei no quarto do moleque que dormia tranquilamente, na volta passei pelo corredor, e no quarto deles ouvia apenas a alienada novela das 8. Dirigi-me a meu quarto e sentei-me a cama. Olhei no relógio de vidro preso a parede, 9:27. Deitei-me..., olhei para o teto. Levantei-me e troquei de roupa, vestindo minha camisola branca de malha com a estampa do Mickey e da Minnie. Penteei os cabelos e me perfumei. Deitei de novo na cama com as pernas bem abertas, levantei a camisola e olhei para minha bocetinha vestida com a lycra da calcinha. Bocetão... Dei uns tapinhas nela enquanto abria as pernas na posição de frango-assado. Enfiei a mão dentro da calcinha e cutuquei meu buraquinho melando meus dedos e cheirando-os em seguida. Meu cheiro me despertava para o sexo. Vi-me levando rola e estava realmente precisando e merecendo levar umas estocadas firmes e intensas do meu patrão.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;        &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      Masturbei-me um pouco para passar a vontade e resolvi me levantar. Tirei a calcinha para sentir meus fluidos umedecerem as paredes de minhas coxas e caminhei até a varanda da sala. Raul ainda não tinha saído de dentro do quarto, deixando-me decepcionada... Da varanda, vi o trânsito noturno de São Paulo e fixei meu olhar em alguma esquina mais iluminada. Encontrava-me triste, extremamente decepcionada.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       Voltei a olhar para o sofá vazio, a escuridão da sala e voltei para meu quarto com o rabinho entre as pernas, acuada e com vontade de transar. Confesso que tem horas em nossa vida que a masturbação não mais convence e naquela noite nada, a não ser uma tora de carne poderia me satisfazer e saciar minha fome.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;        &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      Já no meu quarto, não tranquei a porta, tirei minha roupa ficando completamente nua e deitada na cama desejando ser penetrada. Abri minhas pernas e fiquei sentindo o vento e meu buraquinho pulsando por pica, desejando..., quase que implorando. Passei as minhas mãos apenas em meus seios, gostava de sentir o vão desejoso de minhas pernas suarem pela falta de consolo. E abri as pernas o máximo que pude para sentir minha vagina dilatar-se e liberar, sem toque algum, meus fluídos vaginais... Fechei os olhos por um minuto e ouvi alguém passando pela cozinha e sem demora, antes que houvesse tempo de me levantar, abriu a minha porta, e neste exato momento abri os olhos assustada pelo ranger da porta de meu quarto... Era Raul. Ao me ver de pernas abertas, nua na cama, ele simplesmente entrou no quarto e trancando a porta e disse:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Empregadinha safada! Sabia que estava me esperando!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Ela pode ouvi... Sussurrei baixinho já me sentando na cama pelo susto de vê-lo em meu quarto.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      Raul vestia um short azul e estava sem camisa, os cabelos de seu peito desciam até entrarem no short, percebi que já trazia consigo o pênis em ereção.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Mas como é putinha a guriazinha do Sul! Quer isso aqui quer? Disse apertando o pau sobre o short.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Me dá... Pedi sem questionamentos. Apenas pedi o que estava necessitando àquele momento, como quem tem fome e pede comida.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      Deitei na cama e ele veio por cima de mim já tirando a tora de dentro do short e encostando no meu buraquinho lubrificado pelos meus desejos de levar rola.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Encostei a cabe&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ça no travesseio e senti aquele homem por entre minha intimidade, com o pau não mão cutucando minha vagina. O que mais me seduzia era sem dúvida o medo inicial da rola estranha, a primeira vez que uma rola nova entrava em mim, não sabia se iria ser de uma vez, ou devagar, o quanto alargaria a minha vagina, se seria forte e intenso, ou lento, enfim, esse medo que sentimos quando temos uma rola pronta para entrar na portinha da vagina, encostando a cabecinha no grelo &lt;/b&gt;&lt;b&gt;enrijecido e suado,&lt;/b&gt;&lt;b&gt; tal medo me atiça os sentidos e os instintos de puta, de mulher.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Me come… Pedi já sentindo a cabecinha entrar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Está mesmo merecendo umas roladas, vadiazinha! Disse ao meter apenas a cabecinha, o que não esperava, eu queria logo tudo até o fundo!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Logo, mete rápido… Pedi sem pudores.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Quer rola? Quer putinha? Pede… Pede ou não vai ganhar rolada do patrão não!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fechei os olhos e me segurei para não gozar ali mesmo, antes, tendo os lábios vaginais alargados apenas pela cabecinha rosada de Raul.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Por favor, me come… Pedi rebolando o quadril.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Implora… ou não leva rola!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Por favor, preciso de rola, me dá… estou precisando, não faz isso comigo…&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Diz que é minha puta, diz! Mandou olhando em meus olhos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Sou sua puta… sua vadia!! Mete logo... me come…&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Quer rola vagabunda? Isso que tu queres vadia? Disse batendo a rola na minha vagina faminta. – Quer rola pilantra? Então toma! E meteu sem dó até o fundo me arrancando um gemido alto e um tapinha na boca com a recomendação: - Baixo Narceja, baixinho…Geme baixinho levando rola... geme….&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Raul enfiou seu membro até o fundinho com estocadas fortes e intensas, tirando todo e em seguida e metia novamente… Confesso que gozei na quarta estocada e amoleci a partir daquela gozada, sentindo aquele homem se satisfazer com meu corpo jovem.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     Fechei os olhos e sentia sua tora de carne entrar fundo e sair liberando o ar da minha boceta, provocando um barulho gostoso de rola entrando na xotinha.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Gosta não é safada? Merece rolada para deixar de ser abusada e provocar o marido dos outros!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Come a empregadinha, come!!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Vou comer sim, todo dia. Agora você é minha putinha e vai dar para mim todo dia essa xotinha!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Quero... quero ser sua putinha Raul…&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Já está sendo! Olha como fica vadia levando rola… Que gostosinha essa minha empregadinha puta! Disse me olhando levar pica.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Senti cada estocada com força e apesar de já ter gozado gostava de me sentir fêmea sendo usada para o prazer de um homem, queria a qualquer custo que me enchesse de leite ali mesmo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Quero que me encha de leite…&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Quer minha porra dentro é vadia?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Quero… pode gozar…&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- A putinha se cuida?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Me cuido... me enche….&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     Raul ao ouvir meus pedidos me pegou pela cintura e meteu rapidamente, fazendo com que a cabeceira da cama batesse contra a parede e fizesse barulho &lt;/b&gt;&lt;b&gt;também&lt;/b&gt;&lt;b&gt;, e não apenas &lt;/b&gt;&lt;b&gt;as&lt;/b&gt;&lt;b&gt; estocadas ligeiras em minhas paredes vaginais, o que me levou a outro orgasmo forte e intenso ao sentir-me quase estuprada por aquele macho.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Vou encher a empregadinha…&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Goza..., enche…Desafiava.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Agora..., sente Putinha! E gozou me enchendo com seu esperma grosso e quente. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       Raul ao cair sobre mim me beijou na boca segurando meus seios e me chamando de safadinha. Abracei aquele homem com força e carinho, mostrando o quanto o queria.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Segredo nosso! Pediu.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Vai me comer amanhã?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Todo dia vou comer minha empregadinha!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Não vai agora… por favor..&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Tenho que ir ou ela pode notar…&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Fica só mais um pouco… Desejava que Raul ficasse mais um pouco, era importante que eu dormisse nos braços de quem me comia.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Não posso… Amanhã te ligo a tarde e conversamos...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sem mais saber o que fazer para mantê-lo comigo, pedi: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;- Então deixa só eu chupar… Só um pouquinho…&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os olhos de Raul brilharam com a minha audácia e atrevimento. O que o fez se levantar de cima de mim e me dar o pau melado para chupar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sentei na cama e peguei em sua tora ainda murcha do gozo passado, segurei suas bolas pretas e carnudas e comecei por elas… Lambi seu saco passando para o corpo de seu pau, limpei a baba da cabeça com a mão e abocanhei sua rola com fome. Parecia precisar mamar no seu pau para me sentir mais dele... mais putinha, fêmea do meu patrão.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     Após limpar todo o seu cacete, notei que Raul me acariciou os cabelos e pediu para ir embora… Certamente, não conseguiria outra ereção, motivo de sua pressa em sair do quarto… Ri por dentro da sua preocupação tola, e me despedi dele com um beijo na boca &lt;/b&gt;&lt;b&gt;enquanto&lt;/b&gt;&lt;b&gt; uma de suas mãos em minha bundinha, a apertava com força.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;    &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;     Morei quase dois anos na casa dos Mendonças e virei amante de Raul, levei rola todas as vezes que o procurei, e o amei sim, de certo modo, respeitando meus limites de amante, vivi de suas roladas durante todo esse tempo… Feliz e sentindo-me primitivamente… Mulher.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-7734630368448218712?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/7734630368448218712/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=7734630368448218712' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7734630368448218712'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7734630368448218712'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/04/empregadinha-domestica.html' title='A Empregadinha Doméstica'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2EX_M3QfI/AAAAAAAAAOk/V8lAWXzzxG4/s72-c/7aa39b1334fb44270581ac85744a930axdes.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-4535899197093406653</id><published>2009-04-08T22:12:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T22:13:55.013-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='narceja contos eroticos'/><title type='text'>Nostalgias Desvairadas de uma Mulher Apaixonada</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2D7bJeVDI/AAAAAAAAAOc/Mydn7wmsb8Q/s1600-h/1080354derf.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 303px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2D7bJeVDI/AAAAAAAAAOc/Mydn7wmsb8Q/s320/1080354derf.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322555391544808498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 102);"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;span style="font-family:Comic Sans MS;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Eu o amava, mas era um amor desconectado com a realidade...Se bem que naquele tempo, eu pouco me importava com o que era real. Para mim era tudo sexo apaixonado mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Ah...Eu era fascinada por ele, vidrada, ensandecida... A palavra dele era lei a ser seguida. Os vícios de machão... decretos! &lt;/span&gt;E ai de quem duvidasse ou ficasse contra ele! Picotava em pequenos pedacinhos e amassava tudo na pontinha do salto 15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Ah... Ele era um formidável espécime do gênero heterossexual convicto e insistente masculino. UM Homem!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;    Era lindo... E tinha umas coxas... Grossas... Nem me importava com as canelas finas e o pé grande... E seu peito era estufadão! Costas largas... Pareciam até inocentes, pareciam.... Tinha lábios grandes e grossos! Uma boca de desentupidor de pia... Hummm... Como era bom de sucção!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;     Ex-militar! Uma vez me mostrou uma foto do tempo que serviu... Ele parecia 3 vezes menor que hoje! Nem era ele... Era algum fedelho da barriga de tanquinho e cheio de músculos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;     Hoje estava mais homem, mais natural, a barriga por acolá, a cabeça pregada no corpo, até parecia que não tinha pescoço... Ah as insanidades do Amor.... Eu dizia que o amava! Vê se pode?!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Era a pessoa mais carismática que poderia ter existido na face da terra... Seu carisma vinha acompanhado de uma pose de chefe... Mandão!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Gostava que eu chupasse seus peitinhos até os bicos pularem... Aí, ficava lá bufando de olhos fechados e aqueles cílios longos me encarando....&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Não gostava daqueles cílios nem daqueles olhos fechados! Era feio... Era a mesma cara que fazia quando ia gozar. ..Fechava os olhos fazendo força e consequentemente uma careta horrível! Eu fechava os olhos e esperava o banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Anunciava sempre como premissa que iria gozar...: - Vou gozar!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Goze! Goze meu filho! Eu pensava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Quanto a mim... Me contentava em sentir seu peso sobre meu corpo... Até do peso dele eu gostava... Mas eu não gozava! Quase...! Mas se ele não tirasse tão rápido de dentro... só mais alguns minutinhos...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Ah... Mas em compensação tinha uma bundinha... energética, redonda, carnuda!&lt;br /&gt;Eu não a usava para nada... Mas era bom para os olhos!&lt;br /&gt;Ah... Saudades do meu ex- militar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;       Na hora de me comer, fazia umas carinhas tão fofas... Hum... Nem se parecia com as caretas na hora do gozo! Aqueles dentes mordendo os lábios e aquela pontinha da língua do ladinho esquerdo da boca... Sem falar na sua testa suada... Cabelo, se tinha raspava, era ruim mesmo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;       Quem diria... eu o amava! Pelo menos dizia isso: - Te amo! Ele se virava e já pegava no sono.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;       Era uma coisa imediata! Não dava nem 3 minutos depois de gozar para iniciar o ronco.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;      Até do ronco do infeliz eu gostava! Mulher apaixonada é bicho burro mesmo! Já dizia minha mãe, minha tia, minha avó... Chega! Eu lá sabia que estava apaixonada, parece que só percebemos depois que acaba mesmo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Eu estava era viciada naquele homem! Naquele gosto salgado, naquela pele morena, cabeluda... E cinza... Cinza... Não é que era cinza? Pelo menos morto era cinza. Vivo, parecia torcedor do flamengo! Preto e vermelho... Vai entender...&lt;br /&gt;Burrice! Mas era gostoso... Acho que tudo era seu lado dominador e carinhoso... Não podia ver rabo de saia que corria atrás de pau duro... Ah como chorei.... Me conformava na sua rola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Meu consolo quase que diário era levar vara e mamar o infeliz. Mamava tanto em sua rola que ficava com os lábios doendo... Parecia que tinha desentupido uma pia com os lábios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Na hora do vupo-vupo, gemia e tentava disfarçar as flatulências do... do... do meu amor.&lt;br /&gt;Era inteligente, lia manuais de como lidar com as mulheres, e até aqueles de blogs de homens que juram entender de mulher! Era machão e andava de busão por opção! Como ele mesmo dizia... por opção! Boas lembranças daquele homem... Até sem me fazer gozar o homem era bom...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;       Um dia o goza-ronca encontrou uma Maria-cuticuti e me largou sem nem dizer adeus.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Passei vários meses inconformada com saudades do gosto salgado do infeliz. Não podia ver homem feio de volume vistoso que as lágrimas me chegavam aos olhos.&lt;br /&gt;Com o tempo fui bloqueando a imagem do degenerado até apagá-la por completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     Soube que o infeliz casou-se com a Maria-cuticuti,eles  tem dois filhos. Ela finge que ele é fiel e bom marido e ele finge que ela é feliz. E foram felizes para sempre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Mas querem saber?! Saudade mesmo eu ainda guardo... Saudades das minhas borboletas no estômago... Essas sim ainda voam nas asas da minha  insana saudade imaginária. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-4535899197093406653?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/4535899197093406653/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=4535899197093406653' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4535899197093406653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4535899197093406653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/04/nostalgias-desvairadas-de-uma-mulher.html' title='Nostalgias Desvairadas de uma Mulher Apaixonada'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2D7bJeVDI/AAAAAAAAAOc/Mydn7wmsb8Q/s72-c/1080354derf.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-5877360355813769648</id><published>2009-04-08T22:10:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T22:11:57.169-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='o senhor dos contos'/><title type='text'>Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas : O SENHOR DOS CONTOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2Dgn7PdaI/AAAAAAAAAOU/DOtTRp4osMs/s1600-h/novologo1menor1htgr.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 218px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2Dgn7PdaI/AAAAAAAAAOU/DOtTRp4osMs/s320/novologo1menor1htgr.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322554931118306722" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senhor dos Contos é uma figura singular no cenário da literatura licenciosa na internet. Não poderia me furtar de convidá-lo para compor a série de entrevistas “Literatura Licenciosa na Internet, entrevistas”, o que prontamente aceito pelo mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;Conhecido por realizar o desejo dos leitores, o Sr. dos Contos já tem seu nome consagrado no que diz respeito a contos eróticos na net.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size:11;"&gt;A Entrevista tem o desiderato de trazer a baila o que por vezes não é conhecido pela maioria dos leitores que acompanham o Sr. dos Contos. A estes leitores, em especial, é que essa entrevista é mais dedicada. Todavia, não só a estes, mas a todos os leitores de contos eróticos, que acompanham e gostariam de descobrir e desvendar um pouco mais dos segredos que pairam sobre este escritor de literatura licenciosa.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;i&gt;Senhor Dos Contos, quando entrei em contato com o Sr. para realizar a entrevista, me foi pedido que não&lt;/i&gt; &lt;i&gt;revelasse sua verdadeira identidade. &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Por que o mistério?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;       &lt;br /&gt;       O mistério é o grande segredo do negócio, pois o grande lance dos contos eróticos é a fantasia! É você ler aquele conto e imaginar, fantasiar tudo na sua mente. Desta forma, as pessoas podem fantasiar o que elas quiserem... Umas me imaginam como um senhor de 70 anos, outras como um homem casado, de família com uns 45 anos, outras como um tarado qualquer... Enfim, isto para mim é muito válido e quando os leitores me enviam um e-mail se baseando no personagem de um determinado conto. Normalmente eu sigo o mesmo ritmo! Certa vez, escrevi um conto sobre um vovô safado e recebi e-mails de muitas netinhas, segui brincando com elas e tudo mais... Fantasiar é muito gostoso!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;           &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;Quem seria então o misterioso Sr Contos ?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;        &lt;br /&gt;          Bom meu nome é (rs ...) SenhorDosContos, no início era apenas um personagem criado com intenção de satisfazer carências, sonhos e desejos femininos com a realização deles através de contos. Tomei gosto pela escrita de contos e comecei a elaborar uma porção de histórias sem me preocupar como o lance delas serem reais ou não. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;          Muitas destas histórias eu até ouvia pelas ruas, em conversas com amigos, ai resolvi apimentá-las da minha forma e escrevê-las.&lt;br /&gt;         Os meus primeiros contos considero de &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 0);"&gt;&lt;i&gt;baixo nível&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(128, 128, 0);"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;e acabam caindo num patamar de contos que é muito popular hoje... Aquela escrita simples e suja, mas que faz um sucesso danado, sucesso este que levou o SenhorDosContos ficar conhecido no cenário de contos eróticos.&lt;br /&gt;         Hoje o SenhorDosContos é uma entidade, pode ser qualquer um, estar em qualquer lugar sempre com a intenção de uma boa história, na intenção de prazer total. Hoje escrevo também muitos contos como se estivesse na pele de uma mulher, pois percebi que para muitas mulheres este tipo de conto proporciona mais prazer, parecem que elas conseguem sentir melhor cada sensação descrita, e por enquanto estou indo bem, tenho recebido elogios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;i&gt;Qual a &lt;/i&gt;&lt;i&gt;definição&lt;/i&gt;&lt;i&gt; de conto "baixo nível" para o Senhor?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;Àqueles que tem uma ordem muito básica, você sabe o início, o meio e o fim do conto só pelo título. É como assistir a um filme pornô: A mocinha começa fazendo sexo oral, depois vagina e ânus... sempre esta ordem, tornando-se repetitivo.&lt;br /&gt;         Prefiro impressionar! Adoro quando os leitores comentam e falam "&lt;b&gt;&lt;i&gt;Puxa pensei que iria acontecer isto ou àquilo...&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;"&lt;/i&gt; Quer dizer que mudei a ordem básica dos fatos, isto me deixa feliz!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;i&gt;Como deseja que os leitores &lt;/i&gt;&lt;i&gt;exprimam o significado&lt;/i&gt;&lt;i&gt; para Senhor Dos Contos?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;Como uma entidade, ser supremo,  ( rs...) podendo realizar todos os seus desejos, mas sempre voltado para os contos eróticos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;Quando decidiu se aventurar pela literatura erótica e por que?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;Já fazem uns 6 a 7 anos que escrevo alguma historinha, ( rs ...,) e no começo da minha carreira o &lt;b&gt;&lt;i&gt;SenhorDosContos&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; ainda não tinha este nome, era apenas o &lt;b&gt;&lt;i&gt;Vampiro Drácula&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; em chats do Terra. Lá eu conheci a &lt;i&gt;Cristal&lt;/i&gt; (escritora de contos) que virou minha amante virtual. Tivemos noites e noites de prazer, por msn, telefone... Ela foi uma grande e posso falar, a principal influência de eu começar a escrever meus contos eróticos. Já nos conhecemos a aproximadamente 8 anos. Eu gosto muito dela!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;O Senhor, diferentemente dos demais escritores de contos eróticos da internet, realiza o desejo dos leitores se propondo a escrever a fantasia do leitor. Como se dá esse processo de criação de escrever contos por encomenda?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;&lt;br /&gt;        Sim, sempre foi minha proposta desde o surgimento do &lt;b&gt;SenhorDosContos&lt;/b&gt;. Porém, no começo perdi um pouco o foco disto e depois de amadurecer bastante na escrita dos contos, comecei a escrever contos para pessoas que me escreviam sempre, como a &lt;b&gt;&lt;i&gt;Cristal, Qro_Vc, Luna Lee&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; todas autoras de contos eróticos. Daí em diante a coisa foi ganhando mais espaço e escrevi para outras pessoas também. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;         O processo de criação é minucioso, pois preciso trocar pelo menos uns 5 a 10 e-mails dependendo da pessoa em questão para ir conhecendo-a melhor! Tem gente que tem facilidade de falar de si e basta um primeiro e-mail para eu conseguir escrever o conto! Não questiono nada da vida pessoal da pessoa! No máximo que pergunto é como é a pessoa no dia a dia , tímida, extrovertida? casada? solteira? Daí vou perguntando as preferências quanto a sexo mesmo.&lt;br /&gt;         Desta forma desejo saber mais sobre a personalidade da pessoa. Sempre pergunto muito em relação aos tipos de roupas que a pessoa costuma usar e apresento-lhe diversas situações como; no trabalho, na balada, num parque. Normalmente a maioria propõe o tema ou muitas apenas escrevem que desejam, por exemplo, transar com 3 homens ao mesmo tempo...A forma que isto ocorrerá é por minha parte, minha criação sempre baseado no perfil que consegui obter da pessoa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;br /&gt;          A série "&lt;b&gt;O mundo dos desejos&lt;/b&gt;" é um exemplo? Poderia discorrer sobre a série?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;A série “&lt;b&gt;O Mundo Dos Desejos”&lt;/b&gt; é justamente isto! A realização destes sonhos e desejos. Porém nesta série em específico, difere de alguns contos que eu ofertava em particular. As mulheres na série, enquanto dormem, são levadas para um outro planeta astral, outro universo, o meu universo! Lá, toda história se desenvolve de maneira muito real, com todas as sensações e a mulher tem seu sonho realizado. Quando ela retorna deste mundo voltando para a vida real, ela é dominada por este ser superior &lt;b&gt;SenhorDosContos,&lt;/b&gt; que a possui e a torna uma escrava sexual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;           E no que tange aos outros contos? Como surgem as histórias do Senhor Dos Contos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;Do dia a dia de minha real, às vezes um vento batendo safado no vestido de uma mulher pela rua já é motivo de virar um conto. Muitas vezes  são fotos eróticas  que me influênciam, mas as melhores histórias surgem de minhas próprias fantasias... Estas, escrevo com gosto!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;      &lt;br /&gt;       &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;i&gt;Observo&lt;/i&gt;&lt;i&gt; que seus leitores &lt;/i&gt;&lt;i&gt;parecem&lt;/i&gt;&lt;i&gt; ser, em maior parte, constituídos de mulheres, estou certa?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;&lt;br /&gt;       Que me escrevem e-mail sim, mas tenho certeza  que  a maioria dos meus leitores são homens. Na verdade a maioria das pessoas que buscam conteúdos adultos na internet são homens, vejo pouca busca pelas mulheres e  acho que elas deveriam buscar mais, participar mais! Recebo poucos e-mails, no começo, quando a coisa era mais um linguajar sujo, recebia mais e-mails... Este número diminuiu, porém a qualidade aumentou! E esta qualidade, digo das leitoras mesmos, são mulheres que realmente buscam o prazer de uma forma muito interessante, muito verdadeira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;          O Senhor é muito assediado pelas leitoras por escrever contos eróticos?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;         Um pouco, mas muitas querem fotos e tudo mais, não sabem fantasiar, brincar um pouco. Eu acabo não dando muita atenção para estas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;i&gt;Qual a sua conjetura a respeito da&lt;/i&gt;&lt;i&gt; literatura erótica no Brasil e no mundo virtual?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;&lt;br /&gt;         Vejo que temos um dos cenários mais fortes do mundo em se tratando desta questão de literatura erótica no mundo virtual. Uma amiga minha de Portugal, a &lt;b&gt;&lt;i&gt;Irís&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, autora de contos eróticos, me disse que lá ( Em Portugal ), eles não tem muitos sites de contos eróticos, quase nenhum! São muito fechados nesta questão. O brasileiro não, é mais quente, gosta de sexo, adora sexo, por isso somos assim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;i&gt;E no tocante as críticas, como o Senhor se comporta em relação a elas?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;&lt;br /&gt;       Eu adoro críticas, mas recebo poucas, as peço para alguma amiga autora me dizer o que pode ser melhorado e tal...por que às vezes, a gente não consegue enxergar! A &lt;b&gt;&lt;i&gt;Luna Lee, &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;me ajuda muito com isto, gosto muito dela. O que acontece muito são criticas sem fundamento de pessoas em sites de Contos Eróticos que você nota que só querem te ofender, normalmente é  inveja. Estes eu não dou atenção, costumo ignorá-los!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;Muitos leitores não sabem diferenciar o contato virtual do real. Como se dá essa relação entre o Senhor Dos Contos e os leitores? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;&lt;br /&gt;        Nunca tive problemas com as leitoras que me escrevem. A internet é um lugar para solitários. Venho aqui (internet) quando estou me sentindo só e poucas pessoas sabem admitir isto, mas é fato quando estamos bem, quando temos alguém especial ou momentos especiais na vida real não ligamos muito para este mundo virtual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;       E meu objetivo é estar cada vez mais distante deste mundo virtual, pois  existem muitas pessoas carentes, muitas mesmo! Mas que não entendem que a internet só pode piorar esta solidão. Se alguém tiver que escolher sair ou ficar na internet para ler um conto meu, por favor escolham sair! E quem sabe, de repente, elas possam ter suas próprias histórias para contar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;      &lt;br /&gt;        &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;i&gt;Há muitos escritores no mundo erótico virtual que escrevem contos com o objetivo de multiplicarem as suas conquistas sexuais, qual o &lt;/i&gt;&lt;i&gt;seu juízo de valor sobre este comportamento tão antiético&lt;/i&gt;&lt;span&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;     &lt;br /&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;Nunca pensei nada a este respeito e acho uma péssima idéia, apelativa até. Não consigo comentar nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;Consegue ter tempo disponível para dar atenção a todos os leitores que lhe escrevem?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;Não preciso de muito tempo. Hoje em dia são poucas as pessoas que sabem conversar trocar e-mails legais. Então, acabo conseguindo sim, pois é um ou outro que quer trocar fantasias, idéias de contos, enfim...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;i&gt;Muitos leitores &lt;/i&gt;&lt;i&gt;convivem com a certeza&lt;/i&gt;&lt;i&gt; de que todos que escrevem conto erótico na internet são fissurados em sexo. Quem escreve literatura erótica &lt;/i&gt;&lt;i&gt;possui algum elemento que se destaque &lt;/i&gt;&lt;i&gt;no que diz respeito ao sexo em si? Ou contos eróticos para o Senhor, assim como para mim, podem ser mera expressão da linguagem de um criativo escritor? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;Acho que os contos eróticos são somente uma saída criativa dos autores. Se fossemos levar em consideração o argumento citado acima em relação a opinião dos leitores, os autores de livros policiais seriam ótimos investigadores ou assassinos e sabemos que isto não é verdade!&lt;br /&gt;       A minha saída criativa sempre esteve para um lado mais romantico-erótico. No princípio da minha carreira, estava mais para o lado erótico ou até pornográfico, e só agora, do ano passado para cá, estou mudando o perfil para boas pitadas de romantismo erótico.&lt;br /&gt;        Pena que numa grande maioria os leitores querem mesmo é ler sacanagem e não uma história bem contada, com algum tipo de sentimento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;i&gt;Pode nos &lt;/i&gt;&lt;i&gt;presentear&lt;/i&gt;&lt;i&gt; com uma visão geral da opinião do Senhor em relação aos sites de contos eróticos da internet? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;Vejo que o cenário aqui no Brasil é bem forte, em Portugal por exemplo, segundo uma amiga minha, não existe sites com o que temos aqui. Muitos de lá acabam buscando os sites Brasileiros. Porém, acho que a coisa anda muito cansativa, repetitiva... Os sites deveriam ter uma percepção melhor para identificar os melhores autores do cenário para criar espaços específicos, especiais. Assim, incentivariam as pessoas a escrevem mais e melhor.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;span&gt;Para terminarmos, podemos &lt;/span&gt;&lt;span&gt;aguardar&lt;/span&gt;&lt;span&gt; futuramente um livro do SenhorDosContos? &lt;/span&gt;&lt;span&gt;Quais seus projetos para esta estapa&lt;/span&gt;&lt;span&gt;, autor? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:olive;"&gt;        Sempre sonhei com um livro, mas não conheço os caminhos que devo trilhar para isto. Principalmente por não querer vincular o SenhorDosContos ao criador dele. Mas quem sabe, rs ...   Se tiver sugestões de como fazer isto, eu aceito. ( rs )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         &lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt; www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-5877360355813769648?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/5877360355813769648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=5877360355813769648' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/5877360355813769648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/5877360355813769648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/04/literatura-licenciosa-na-internet_8370.html' title='Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas : O SENHOR DOS CONTOS'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2Dgn7PdaI/AAAAAAAAAOU/DOtTRp4osMs/s72-c/novologo1menor1htgr.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-6109620314654284721</id><published>2009-04-08T22:08:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T22:10:10.953-07:00</updated><title type='text'>Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas :LOBBA DE FRANCE</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2DLPuKWEI/AAAAAAAAAOM/BFO80Oi2p9o/s1600-h/mulher_lobohhh.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 319px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2DLPuKWEI/AAAAAAAAAOM/BFO80Oi2p9o/s320/mulher_lobohhh.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322554563843741762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impossível fazer parte do mundo da literatura licenciosa na internet e não conhecer a Lobba de France. Cheguei até ela por intermédio de uma amiga escritora e assim conheci seu trabalho.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;            Ao entrar em contato com a Lobba para realizar esta entrevista, conheci uma mulher bastante solicita e simpática, que me recebeu com bastante carinho e um encantador toque de humor e perspicácia, fazendo com que ficasse totalmente a vontade para entrevistá-la. Entrevistá-la foi um prazer imensurável e permitiu-me  conhecer um pouco mais de  uma das mais lidas escritoras de conto erótico da internet.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;span&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;Lobba, você já é bastante conhecida no cenário dos contos eróticos virtuais,  chegando a receber mais de 300 visitas em seu blog diariamente. Como foi que aconteceu o início da produção de contos erótico? O que a levou a se tornar uma escritora de contos eróticos?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;No primeiro post do blog eu conto essa historia, partiu de uma conversa na cama, depois de um sexo gostoso com meu namorado, o blog é dedicado a toda loba, mulher, fêmea, amante, e também a todo homem que busca,que anseia, que espera ter uma loba em sua vida!!!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;Lobba, qual o motivo que a leva a escrever contos eróticos?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;Sou essencialmente sexual! rs! Adoro sexo, cama, prazer! E resolvi compartilhar isso com o mundo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;Como se dá o seu  método de produçao? Sua inspiração é oriunda dos fatos reais ou dos imaginários?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        &lt;span style="color:purple;"&gt;No próprio título já deixo claro que o blog é uma mistura de devaneios com o real, o verdadeiro encanto, o que me instiga é levar o leitor a questionar o que é realidade, o que é ficção!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;Há algumas semanas,foi veiculado em seu site que você estaria desistindo de escrever contos eróticos na internet por motivos pessoais, parecia demasiadamente magoada e chateada com as agressões vindas dos leitores, que não sabem distinguir a obra da autora. Entretanto, para nossa felicidade, você mudou de idéia. Poderia relatar os eventuais motivos que a fizeram pensar em abandonar a escrita?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;Recebi muitos e-mails agressivos de mulheres que frequentavam outro blog e achavam que eu tinha um caso com o blogueiro, pelo teor das mensagens que trocávamos, sempre picantes e sensuais, além desse fato desagradável, recebi cantadas baratas de muitos homens e até propostas para sexo por dinheiro, um fazendeiro de Goiás, queria me dar 1.500,00 para transar comigo, imagina minha cara... Eu adoro sexo, e faço de graça, mais com quem eu escolho! Essas coisas me fazem perder o tesão de escrever, sem contar nos inúmeros evangélicos que mandam me queimar, querem me&lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;converter... coisas desse tipo, a censura velada que ainda existe no Brasil, ou pior, em nós mesmos!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;         Quais fatores se destacam na literatura erótica?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;span style="color:purple;"&gt;Gosto de tudo um pouco, da literatura escrachada, daquela que você encontra termos diretos e vulgares, da poética, da sensual... Eu amo literatura... Acredito que um homem ou mulher que saibam passar para o papel com riqueza de detalhes um universo tão maravilhoso, é um ser altamente interessante, isso me instiga e me excita...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 102);"&gt;Você dentre tantos autores eróticos possui um diferencial acentuado. Necessário enfatizar que em seu caso é sabido que não escreve apenas literatura erótica, mas poemas, bem como opiniões e crônicas sobre o relacionamento sexual e amoroso, conquistando milhares de leitores na internet. Como obter a serenidade necessária para lidar com a "fama" virtual?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;Olha... fama? Eu? Essa ficha ainda não caiu... Eu encaro todos como grandes colegas...Pra mim, esta é uma &lt;i&gt;ante-sala &lt;/i&gt;onde todos se divertem... como nos tempos de faculdade... e agradeço sinceramente seu elogio...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;          Lobba, a maioria das pessoas que se propõem a escrevem contos eróticos na internet temem pela perda de privacidade, e acabam fazendo uso de subterfúgios como heterônimos, nicknames, personagens...Sempre no intuito de preservar e esconder a verdadeira identidade. Será, realmente, imprescindível para a privacidade do autor de literatura erótica, que escreve na internet, utilizar-se um apelido? Por que a literatura erótica tem que ser algo "proibido" feito às escondidas?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 153);"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;em sempre é necessário o anonimato, mas a de se levar em conta que estamos falando de sexo, que pra homem é coisa de garanhão, e mulher coisa de puta. O velho e temido preconceito. No meu caso, tenho um trabalho de relativa responsabilidade, meu gerente é um senhor muito conservador, trabalho numa multinacional com cargo de chefia, imagina se meus subordinados começarem a me olhar invertido e passarem a lamber os dedinhos? ( Risos)&lt;br /&gt;          Por estas e outras que o anonimato é uma pele bem adequada! E vem cá, cá entre nós, no escuro, proibido, tudo não fica melhor?rs&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;           &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;Na chamada inicial do seu site está escrito "Histórias  verídicas e surreais". As histórias verídicas são suas? Ou são acontecimentos de que teve ciência no seu meio social, escrevendo uma ficção com base em fatos reais que compõem os seus textos erótico?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;          &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;Minhas, minhas, completamente minhas... São minhas experiências deliciosas que compartilho, e sempre no final ponho, relato verídico, pra dar uma separação, o resto deixo ao encargo de mentes brilhantes como a sua... rs&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;Qual foi o seu texto mais polêmico e por que?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;Foi o que anunciei o fechamento do blog, causou indignação geral, até leitores anônimos, me mandaram e-mails, foi emocionante o carinho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;          &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;Literatura erótica na internet, qual a sua opinião e avaliação no tocante a este tema?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;           &lt;br /&gt;        Ainda sofre preconceito e é muito estereotipada, confundem com a pornografia, mais está caminhando, tenho visto bons autores e gente com muito talento surgindo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;           Lobba, também produzo contos eróticos e tenho ciência do assédio e da avalanche de emails que recebemos todos os dias. Arrisco-me a afirmar que alguns casos, dariam bons livros de comédia, poderia nos relatar alguma dessas inusitadas situações, que certamente já viveu nos e-mails que recebe?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;Acredito ter sido de uma senhora em SP, que queria me levar com ela pra Itália a todo custo e, um senhor que ofereceu grana pra transar comigo e com a senhora&lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;dele.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;          &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;É comum escritoras eróticas serem confundidas com gays, já aconteceu com você? Por que acha que alguns leitores as confundem com homossexuais?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;Acontece toda hora, no meu caso porque eu admiro a mulher e o homem, sem preconceito algum, falo do corpo do homem e da mulher com o mesmo tesão, dando o mesmo tom de desejo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;Lobba, amor e sexo andam juntos?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;Não necessáriamente, como diria Arnaldo jabor, amor é divino, sexo é animal, é vontade, é fome, desejo e tara.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;        &lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;Em se tratando de escrever contos eróticos, obteve, em sua trajetória, algum progresso?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;Acredito que sim, mas a opinião final deve ser dada pelo leitor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;        Lobba, defendo a idéia de que não precisamos estar excitadas fisicamente ou sermos mestres na arte de amar para se escrever um texto erótico. Outrossim, penso que  se pode escrever literatura erótica como expressao criativa da linguagem. Todavia, observo também que muitos escritores eróticos sempre citam que gostam de sexo e por isso escrevem... O que teria a explanar sobre esta complexa matéria?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;&lt;br /&gt;      Olha, não sei muito sobre o perfil dos outros... Eu posso falar sobre mim, sou essencialmente sensual, minha libido é aflorada, e modéstia a parte gosto de estar envolvida para escrever. Grandes interpretes da música, como elis e tom, viviam o que escreviam e cantavam, carlos drumond e fernando pessoa eram pura emoção.&lt;br /&gt;O processo criativo anda de mãos dadas com a emoção e a memória vivenciada, ou seja, tato, paladar, visão, olfato, todo o conjunto cooperando para uma boa história, o resto é um texto coeso, conciso, e, se possível gramaticalmente correto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;         Para terminarmos Lobba, o que gostaria de dizer aos seus leitores, amigos e seguidores que conquistou neste tempo em que escreve?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:purple;"&gt;       &lt;br /&gt;      Obrigada! Sem frescuras, sem rodeios, essa é a palavra que melhor expressa o sentimento de gratidão e amizade que tenho pelas pessoas que dedicam minutos de suas vidas corridas a ler meus rabiscos, e ainda encontram inspiração para deixarem comentários, aliás, se queres ver um blogueiro feliz, comentem!!!&lt;br /&gt;Narceja, agradeço seu carinho e essa oportunidade maravilhosa!&lt;br /&gt;Lambidas da lobba de france!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                         &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt; www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-6109620314654284721?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/6109620314654284721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=6109620314654284721' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/6109620314654284721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/6109620314654284721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/04/literatura-licenciosa-na-internet_08.html' title='Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas :LOBBA DE FRANCE'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2DLPuKWEI/AAAAAAAAAOM/BFO80Oi2p9o/s72-c/mulher_lobohhh.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-7179790003734538137</id><published>2009-04-08T22:06:00.000-07:00</published><updated>2009-04-08T22:08:30.400-07:00</updated><title type='text'>Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas : Lord Thom</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2Cx0rKAZI/AAAAAAAAAOE/ZN_uEngqnfE/s1600-h/news_lord_02des.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2Cx0rKAZI/AAAAAAAAAOE/ZN_uEngqnfE/s320/news_lord_02des.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322554127086649746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:24;"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;LORD THOM&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:16;"&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;Qual a história em relação ao pseudônimo Lord Thom?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;   &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;Em razão da minha maneira de ser, sempre procuro ser um cavalheiro, ter respeito em qualquer circunstância, enfim me acho um Lord, sem falsa modéstia.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;    O que pode ser atribuído de verossímil ao Autor de Lord Thom?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;   &lt;br /&gt;     Um homem de meia idade, sereno, tranqüilo, ainda cheio de sonhos a serem realizados. Romântico, carinhoso, leal, amigo, cúmplice, nem bonito, nem feio, charmoso sim.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;     &lt;br /&gt;    Lord, você tem apenas 20 textos e 8834 leituras, tem recantistas que levam meses ou até anos para se atingir esse numero de leituras. A que deve ser atribuído este sucesso em seus contos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;   &lt;br /&gt;   Isso fica difícil de responder, talvez os leitores fossem mais indicados para dar esta resposta.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;    Pode ser deduzido dos seus comentários que um leitor não se contenta em ler apenas um conto seu, o retorno a procura de novos contos é quase que uma certeza. Esse interesse pode ser entendido como a motivação ( O seu “salário” ) que o leva a escrever contos eróticos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;  &lt;br /&gt;   Exatamente essa é a resposta certa. Fico extremamente feliz ao ver que meus contos atingem seus objetivos ao dar o máximo de prazer aos leitores que retribuem com comentários elogiosos, carinhosos, e principalmente quando eles retornam para ler um novo conto. Essa é a minha recompensa, isso massageia o ego, é altamente gratificante e me impulsiona para tentar me superar.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;    Lord, apesar de possuir apenas 20 textos, sabemos que o seu começo não é recente, visto que já foram publicados outros trabalhos no passado em sites de contos eróticos. Poderia discorrer sobre sua trajetória na literatura erótica virtual?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;   &lt;br /&gt;    Sempre tive o dom de escrever, poesias, contos do dia a dia, enfi, uma variada gama de textos. Até que um dia fui parar num site de Literatura Erótica, descobri um novo caminho, e comecei a escrever e postar ali contos eróticos. Porém, era um site onde muita gente entrava, lia e com certeza se divertia, depois colocavam comentários terrivelmente grosseiros e ofensivos, isso fez com que eu me retirasse daquele site e não publiquei mais nada lá, até encontrar o Recanto das Letras, um local onde os leitores são mais respeitosos, se não gostam não comentam, não criticam de forma áspera, ferindo o sentimento do escritor. E se gostam, muitos, são pródigos em elogios.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;    Existe algum trabalho no fundo do baú que não foi publicado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;   &lt;br /&gt;    Por incrível que pareça tenho sim, são contos que estão na minha memória, romances  reais com mulheres de vários tipos, inteligentes, cultas, semi analfabetas, casadas, solteiras, viúvas, enfim são mulheres que de alguma maneira deixaram  marcas em minha vida, e que por respeito a elas, mesmo colocando nomes fictícios, não teria coragem de exibir nossos momentos íntimos&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;Acho que de alguma maneira as estaria traindo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;  &lt;br /&gt;    Lord, já li alguns contos seus onde figuravam personagens pré-adolescentes, seria o referido tema uma preferência?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;  &lt;br /&gt;   Eu acredito que você ainda poderá ler alguns contos meus falando sobre mulheres mais velhas, daí então você imagine que elas são a minha preferência. Muitos textos falam de coroas, as vezes insinuando minha própria maneira de ser e sentir. Tenho textos de mulheres que escrevo não na terceira pessoa, mas como se fosse elas próprias. Tenho tido a felicidade de ser aprovado pelos meus leitores, prova disso e a história “EFEITOS COLATERAIS” do qual também já fui acusado como plagiador, é mi&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;       &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;   Lord, você  melhor do que eu sabe; Uma vez um texto publicado na internet, perdermos o controle, e de certo modo, a autoria. Como vc lida com o plágio?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;   &lt;br /&gt;   Eu acho uma coisa muito injusta, pois deveríamos ter alguma proteção, mas é terrível, não temos e jamais teremos. Você lembra como nos conhecemos? Vou relembrá-la. Você escreveu-me um e-mail colocando em dúvida um texto meu cujo título é: A MENINA E O BARQUEIRO, você me disse que já tinha lido esse conto em outro site com outro autor lembra? Pois é só que esse conto eu já havia postado naquele outro site em 2.000. Isso sem dizer que já fui acusado de plagiar alguns de meus próprios contos, fazer o quê? E eu sempre escrevo com o nick name de Lord Thom. Talvez você tenha uma sugestão. &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;   Lord, conforme as nossas conversas anteriores, acredito que o conto publicado em meio físico pode ser registrado na BN, garantindo desta forma os Direitos Autorais. Todavia, quando se trata de plágio eletrônico, infelizmente não existe nenhum controle! Voltando a nossa entrevista, você acredita ter criado um estilo próprio em seus textos que possibilite a identificação e o reconhecimento pelo seu público de que se trata de uma obra de sua autoria?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;  &lt;br /&gt;   Talvez sim, principalmente pelo respeito com que trato meus personagens, não banalizo o sexo. Dificilmente faço texto do sexo pelo sexo, sempre coloco um tempero de amor e romance, sempre procuro dar um motivo forte para que o sexo aconteça. Talvez essa seja minha marca.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;    Qual o método de criação utilizado em seus contos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;   &lt;br /&gt;     Nenhum momento na vida se repete, se amanhã eu responder de novo este mesmo questionário, será da mesma maneira sendo sincero e honesto, porém o meu momento não será igual ao do dia anterior. Diria, que o segundo anterior já passou e não se repetira jamais, assim são nossos sentimentos, as vezes fico triste e faço uma poesia triste, e assim é, as vezes escrevo textos irônicos, as vezes divertidos, poesias que falam de saudade. Quanto a parte do sexo é difícil de explicar, alguns poderão pensar que sou “tarado” que vivo sexo 24 horas do dia, que tenho TOC de sexo (Transtorno Obsessivo Compulsivo) etc... Mas não é assim. Os contos vêm de forma natural como todas as outras composições.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;    &lt;br /&gt;   Qual o fator que pode ser entendido como primordial na caracterização do texto como sendo de tema erótico?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;   &lt;br /&gt;  Sob a minha ótica tem obrigatoriamente que existir um motivo para que o sexo ocorra no conto. Não pode ser como uma cadela no cio sendo coberta por um macho, e veja que mesmo aí tem o motivo “O cio” o “feromônio”. Jamais gostei de textos onde o casal se encontra em algum lugar e já partem pra sacanagem. Assim para mim é pornografia barata.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;    &lt;br /&gt;   Palavras chulas e de baixo calão em um texto erótico são vistas, por vezes, como pornografia barata, o que poderia dizer sobre esta acusação, principalmente no tocante aos seus textos? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;&lt;br /&gt;   Como já respondi na pergunta anterior a pornografia para mim é o ato sexual praticado sem o menor sentido, apenas o casal se encontra e transa falando imensos palavrões, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;porém &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;existem adeptos a esse tipo de texto, eu não gosto. Quanto as palavras chulas e palavrões, quando bem colocados, no momento e lugar certo, dão o tempero ideal ao ato sexual, ou alguém durante uma relação não gosta de ouvir, ou falar palavras pornográficas?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;  Para o seu público, qual o seu melhor conto, e a que é devido esta atribuição?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;     &lt;b&gt;&lt;br /&gt;  É o primeiro, “SONHO IMPOSSIVEL”, eu diria que é por ser o pai de todos os demais. Se bem que gosto de outros, alguns dos quais, quando estou escrevendo, me excito muito. Ex.: A MENINA E O BARQUEIRO” (cujo título inicial era “DESCOBERTA NO BARCO”, A MENDIGA DO CASARÃO, A SENHORA QUE ME INICIOU, mas o que mais me excitou foi “MEU SOBRINHO ME SEDUZIU“ eu tenho alguns textos de incesto, que é algo real, que ocorre com freqüência e muita das vezes com consentimento das partes, mas muita gente preconceituosa, com a cabeça cheia de tabus não entendem e criticam pesadamente, então fico preocupado em coloca-los lá no R.L.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;  Você tem algum compromisso com seus leitores, ou escreve o que quer mantendo a liberdade do escritor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;  &lt;br /&gt;   Pois é querida, vou respondendo para você de uma maneira direta procurando não saber sobre a próxima pergunta e aconteceu agora, mais ou menos já antecipei a resposta. Tenho compromisso com meus leitores sim, não gosto que eles se sintam ofendidos com meus contos, por isso ainda não postei textos com incesto, zoofilia.      Todos os segmentos têm adeptos, porém esse que citei, para muitos leitores tornam-se ofensivos e isso eu não quero que ocorra, muito embora tenha gente (a maioria de mulheres ) que me pedem esse tipo de história, pensei em coloca-los lá com a ressalva, tipo: TEXTO SOBRE INCESTO, SE NÃO GOSTAR NÃO LEIA. O que você acha?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;       Acho que deveria postar sim Lord. No caso do incesto, onde figurem genitores e irmãos de sangue, eu não gosto. Um texto sobre esse tipo de incesto não me agride, simplesmente não leio. A liberdade deve existir em contos eróticos, com a ressalva para pedofilia que acho repugnante. Mas, Lord, seus textos são publicados apenas no recanto das letras?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;&lt;br /&gt;  Sim, porque acho um site freqüentado por pessoas de inteligência privilegiada, o que não ocorre em outros sites, parece-me que há uma seleção natural e espontânea; exemplo entra uma pessoa ignorante e ela própria se sente estranha naquele ambiente.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;  Qual o desiderato que deve ser atribuído a um texto erótico, principalmente quando se refere ao leitor?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;  &lt;br /&gt;   São fetiches e fantasias que todo ser humano tem, salvo raras exceções, então buscam esse tipo de conto como uma válvula de escape, sonham com tudo aquilo que estão lendo sem necessariamente realizar aquelas fantasias..&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;    &lt;br /&gt;   No recanto, bem como em outros sites, temos ótimos escritores de contos eróticos, você lê e acompanha o trabalho de outros recantistas?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;   &lt;br /&gt;   Sim minha amiga, assim como sou agraciado com a visita de muitos recantistas, inclusive alguns que nem escrevem sobre erotismos, eu também os visito, e as vezes com um tema que leio surge inspiração para compor uma história, poesia etc.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;  &lt;br /&gt;    Lord, em se tratando do Recanto das Letras, sabemos que nem sempre o texto que está em 1º entre os 100 mais lidos na semana, é o melhor conto, muitas vezes ou o autor é conhecido, e por esta razão atinge um grande número de leituras ou, simplesmente, porque o titulo é chamativo... Enfim, são muitos os fatores que podem levar a isso. O meu questionamento é se para você o número de leituras e o fato de estar entre os primeiros dentre os 100 é importante?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;   &lt;br /&gt;   Não necessariamente! É gratificante estar entre os primeiros, mas não é fundamental. O que mais me importa são os inúmeros leitores que me visitam, e depois retornam.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;   Você só escreve textos eróticos ou se propõe a publicar textos de outros gêneros?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;  &lt;br /&gt;   Veja bem, eu tenho muitas poesias, poetrix, contos do cotidiano, letras de músicas, enfim uma gama muito variada de textos, porém fiz uma experiência e coloquei lá no R.L. 4 poesias, foi decepcionante o pequeno número de leitores que acessaram esses temas. Eu diria que para leitor de uma poesia tem 100 para o texto erótico, se bem que creio eu estar ficando conhecido como escritor erótico, até já pensei em postar outros tipos de textos com outro pseudônimo.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(68, 68, 68);"&gt;   &lt;br /&gt;  Para finalizarmos nossa entrevista, existe algo que gostaria de dizer aos colegas do Recanto e aos leitores que prestigiam o seu trabalho?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;  &lt;br /&gt;   Um agradecimento sincero do fundo de meu coração, pois através do R.L. conquistei muitos amigos e amigas virtuais, isso e delicioso e compensador. Que continuem me honrando com suas visitas e comentários e que sua vida sexual melhore muito em razão dos meus CONTOS ERÓTICOS, ou seria pornô?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:navy;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="color:gray;"&gt;&lt;br /&gt;  Eu prefiro chamar de literatura licenciosa, que engloba tudo e não desperta discurssões desnecessárias sobre o que diz respeito a erotismo e pornográfia.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;span style="font-family:Comic Sans MS;"&gt;                            www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-7179790003734538137?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/7179790003734538137/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=7179790003734538137' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7179790003734538137'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7179790003734538137'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/04/literatura-licenciosa-na-internet.html' title='Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas : Lord Thom'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sd2Cx0rKAZI/AAAAAAAAAOE/ZN_uEngqnfE/s72-c/news_lord_02des.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-6683340223775677923</id><published>2009-03-30T04:57:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T04:59:34.711-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='contos eróticos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='narceja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='O lobo'/><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SdCz81ttfII/AAAAAAAAANY/QKILGGphCYk/s1600-h/wolfaa.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 241px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SdCz81ttfII/AAAAAAAAANY/QKILGGphCYk/s320/wolfaa.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318949017716882562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Conheci o Lobo ano passado em um site de contos eróticos conhecido da internet. Seus contos me chamaram a atenção de imediato pelo estilo poético e o toque de elegância que dava aos seus textos. Em uma troca de e-mails descobri um homem extremamente refinado, de gosto acentuado e muito intrigante. Descobri um amigo!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;    &lt;br /&gt;     Pedi ao Lobo seus dados para sua apresentação na entrevista. E claro, não poderia ser diferente, ele me surpreendeu saindo do padrão de datas, nome, cidade, profissão e demais informações padronizadas, Lobo descreveu-se como um personagem singular que se destaca cada vez mais no cenário virtual de contos eróticos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;         &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Comic Sans MS;"&gt;                     &lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O LOBO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;color:red;" &gt;     &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;strong&gt; - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Qual a história de&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; "O LOBO"&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;          &lt;br /&gt;          - O LOBO é um cavalheiro maduro, que segundo dizem aparenta menos idade do que tem. Formado em Arquitetura, vem de uma formação na base escolar do tempo em que as escolas ainda formavam...  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;           Tudo isso me possibilitou ter uma base cultural sólida, que ajuda a tentar entender o mundo.  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sou casado, mas sempre tive uma visão heterodoxa do que seriam os relacionamentos. Sempre me intrigou essa coisa de que os velhos arquétipos sociais judaico-cristãos imponham essa coisa de que as pessoas sejam posse umas das outras.  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essa coisa das mulheres adotarem o nome do marido, por exemplo, sempre pareceu mais uma dessas formas de consagrar a posse. Como marcar gado. Aqui até acabou acontecendo, mas pura e única opção dela, que achava na época que seu meio profissional, muito conservador, lhe criaria alguma dificuldade se saísse de procedimentos padrão. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Mesmo porque, esses arquétipos vêm de outras épocas, totalmente diversas da que vivemos. A partir do final dos anos sessenta do século passado, o mundo e a humanidade mudaram muito. De uma forma que nunca antes houvera acontecido, em termos de sociedade, da relação homem/mulher, afora a própria participação das mulheres na sociedade.  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Embora, especificamente no caso das mulheres, ainda haja muito a fazer - e resolver - as relações humanas de hoje divergem da forma que eram, quando esses arquétipos foram criados. E impostos. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sempre tive algumas características que me faziam ser visto como um extraterreno pelas pessoas... rs...  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por exemplo: nasci numa família católica, que me colocou num colégio católico, com aulas de catecismo e religião ministradas por padres. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aulas onde descobri uma coisa: eu simplesmente não acreditava. E olha que é algo realmente complicado peitar dogmas pétreo, milenares, com oito anos de idade... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Não teve jeito, nem o colégio católico, nem acampamentos de férias dos padres oblatas em Poços de Caldas, onde ia nas férias. Nada disso conseguiu me mudar.  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eu era - e sou - totalmente ateu. Pelo menos, já que os padres eram americanos, pude ter uma boa iniciação em inglês. Até aprendi a jogar baseball... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Hoje, diria que meu ateísmo evoluiu. Para algo mais abrangente.  Para uma consciência de que há um equilíbrio universal, algo muito maior, na minha visão, do que as divindades que as religiões criam para explicar o que a ciência ainda não explica. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Engraçado é que as pessoas que me conhecem me dizem que sou alguém - nas palavras deles - altamente espiritualizado. Mas isso é assunto para outras conversas... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa é que sempre - tal como na religião, parece ser de nascença - sempre fui vegetariano. Jamais conseguir comer qualquer alimento animal.  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nenhum trauma de infância, nenhuma - obviamente - influência religiosa, simplesmente sempre sou assim. Carne, frango, peixe, por mais que a família tenha tentado me fazer apreciar, desde de meus primeiros anos, sempre me entalaram na garganta. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas não se preocupe. Nada mais longe de mim que aquele chato que faz discursos contra "malefícios" da dieta carnívora. Ao contrário do que quem não me conhece poderia imaginar, passo ao longe de qualquer atitude sectária, tendendo ao fundamentalismo gastronômico.  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Vou alegremente com os amigos a uma churrascaria, onde passo muito bem com os buffets de frios, saladas e queijos, que costumam ser muito bons nesses lugares. Comam com prazer suas picanhas ao meu lado. Com minha bênção... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas frise-se, para que nenhum mal-entendido haja: em matéria de carnes, só não como as naturezas mortas. Só estas... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Uma antiga namorada, muito ligada ao espiritualismo, me dizia, em função de tudo isso, que eu seria uma alma muito antiga, daquelas que já veio aqui várias e várias vezes. Mas sinceramente, não me acho, nunca me achei, com essa bola toda... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Como disse, sou casado, e bem estável. Mas a sensualidade nunca esteve da forma que gostaria e este foi um assunto que apesar de discutido não pode ser resolvido. Cada um é cada um, e tem de ser respeitado. Mas se há este aspecto menos favorável, há inúmeros outros que o compensam e tornam a união uma ilha de conforto. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas a questão da sensualidade sempre me ficou entalada na garganta. Até que, nem lembro exatamente, mas penso que uns 14 anos atrás, fiz algumas descobertas. De início alguns anúncios de encontro na Folha, depois um serviço telefônico, onde as pessoas se cruzavam, homens VS mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha voz parecia, para minha surpresa fazer sucesso. Minhas propostas também.  &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isso me fez sair da toca, conhecer várias mulheres e poder trocar, sempre com proteção do anonimato, de uma forma totalmente livre e sem censuras nossas visões sobre a sensualidade. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nisso surgiu a minha primeira experiência. Ela era - é ainda, claro - uma mulher extremamente sensual, mas sem a mesma formação cultural que eu tinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu que sempre tinha essa distorção típica de quem sai da USP, sendo incapaz de se relacionar com quem não fala sua "língua". Mas pouco a pouco, aprendi muito com ela. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nos encontramos durante quase um ano, até que ela teve que se mudar para o Canadá. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ela me fazia me sentir um pouco como o Harry Haller, de "O Lobo da Estepe". Um intelectual que descobre numa mulher simples um mundo novo. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O "LOBO" nasceu daí... &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;          &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;  &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;strong&gt;- &lt;/strong&gt;&lt;i&gt;De que forma aconteceu o início dos seus  trabalhos eróticos?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;    &lt;br /&gt;         - Há tempos eu escrevia alguma coisa aqui e ali. Já pelos e-mails que escrevia, comecei a notar que as pessoas pareciam gostar, o que me incentivou a fazer mais. Escrevi alguns contos, onde quase que sem ter noção do por que, o tema do erotismo aparecia. Era ainda de uma forma discreta, sendo então apenas uma componente, não o &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;leitmotiv&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; do contexto. Mas estava lá... Em função de alguns relacionamentos que comecei a ter com mulheres que fui conhecendo, seja como mera amizade, seja chegando ao clímax da intimidade, a inspiração para vôos mais ousados surgiu.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;        &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;strong&gt;- &lt;/strong&gt;&lt;i&gt;Por que escrever contos eróticos na internet?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;     &lt;br /&gt;      - A net se revelou um canal. Tema como esse, ainda mais para um amador, que até gostaria de vôos mais ousados, tem pouco espaço para ser apresentado. Fora o fator da privacidade e do anonimato, que ao menos por alguma fase são imprescindíveis no caso. Soma-se a tudo, um outro aspecto, em geral muito gratificante, de se ter a possibilidade de um retorno direto, que permite conhecer outras pessoas, outras visões. Inclusive uma certa Ana...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;       &lt;/i&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;   &lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;i&gt;  &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt;- Seu estilo é próprio e sua linguagem mais rebuscada, eu diria poética. Poderia discorrer sobre seu processo de criação? De onde surge a inspiração para os contos&lt;/i&gt;&lt;span&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;            O estilo é o homem, sempre se disse... rs... Minha forma de escrever foi moldada durante anos. Sempre tive uma certa facilidade, desde os tempos de escola. Aliás, bom citar que esta foi preponderante nessa formação. A velha e boa escola que ainda formava...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembro que em meus tempos de ginásio, tínhamos uma professora que dividia a nota bimestral em uma prova de questões e outra só de redação. Que quase sempre nos derrubava e conseguir uma nota maior que sei e meio era um ato de heroísmo. Tínhamos de aprender a escrever... Mais tarde, já profissional formado, trabalhava num setor de uma grande empresa onde tínhamos que "vender" nossas propostas para diretoria. Tudo começava tendo de escrever longos arrazoados explicando os projetos propostos. Isso me obrigou a aprender a pensar no leitor, a imaginar como irá ver e entender o que se escreve. Isso num conto erótico é muito importante, pois nele fazemos uma parceria com o leitor, convidando-o a estar dentro da cena que criamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As bases são essas... Quanto à inspiração, são múltiplas facetas. Basicamente vem de tudo que vi, vivi diretamente ou me foi relatado por experiências de pessoas que fui conhecendo pela vida. Tudo somado e temperado pela ficção gerada pela mente, que amadurece e se torna capaz de criar novos mundos. Meus contos sempre nascem dessa forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral um fato surge, fica na cabeça germinando e dá início a toda a construção da estrutura do texto. Muitas vezes de repente o texto para, como se a inspiração secasse. Fica como que abandonado por meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então de repente surge algum &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;insight&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; novo, muitas vezes dando uma guinada na estória que sequer imaginava quando a comecei. Tudo que tenho postado até hoje, é ficção, que se apropria de certos aspectos da realidade. A exceção de um conto, que realmente relata um fato que vivi realmente (tirando uma ou outra licença poética...).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;        &lt;br /&gt;           &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt; - Lobo, &lt;/i&gt;&lt;i&gt;certa &lt;/i&gt;&lt;i&gt;vez em uma de nossas conversas surgiu o tema erotismo e pornografia, na época minha definição para &lt;/i&gt;&lt;i&gt;ambas&lt;/i&gt;&lt;i&gt; as categorias era a padrão. &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Todavia&lt;/i&gt;&lt;i&gt; após sua explicação muita coisa mudou e também minha definição para a distinção dessas duas categorias, que se ligam inevitavelmente. Poderia &lt;/i&gt;&lt;i&gt;esclarecer&lt;/i&gt;&lt;i&gt; esse seu pensamento sobre o erotismo e a pornografia?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;          &lt;br /&gt;         Para mim, tudo é tal como já conversamos bastante. Erotismo e pornografia são coisas diferentes. Utilizam-se em geral dos mesmos temas, podem usar as mesmas palavras, mas estão longe, muito longe de serem sinônimos. Na falta de uma definição melhor, te diria que Erotismo significa falar da sensualidade em termos de literatura, com estrutura de texto, cadência, ritmo, personagens bem delineados, enfim: com uma estória a contar. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;           Pornografia é a forma que meramente relata a execução de uma sexualidade. Em geral tem uma estrutura de texto frágil - senão inexistente - não delineia os caráteres dos personagens, apenas apresenta, de uma forma quase sempre banal e vulgar, uma descrição de atos sexuais. Lembremos, aliás isto deve ser frisado, que a diferença não está nas palavras. Um texto Erótico pode fazer uso de todas as palavras que nossa sociedade considera chulas e ter poesia. Um texto pornográfico pode usar uma linguagem oblíqua, fazer uso de paráfrases, metáforas e imagens, nem por isso será elegante, continuando vulgar.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;           &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt; - Qual é sua maior alegria como escritor de contos eróticos?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;            -A maior alegria de quem escreve contos eróticos - principalmente nós que o fazemos apenas por diletância - é essa troca que surge com quem nos lê. E que mais que isso, muitas vezes nos trás de volta novas visões, novos elementos de vivência, nos faz aprender um pouco mais sobre esse mundo intenso. Digo isso como homem, que tenta - sempre um simples aprendiz - que tenta desvendar os mistérios da sensualidade feminina.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;           &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt; - No que se refere ao Assédio, como lidar com ele?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;          &lt;br /&gt;         -Assédio é um tema vasto. Abordá-lo depende da forma, da cultura onde se dá, do momento, das pessoas e seus envolvimentos. O tema sempre é sugerido, até hoje, com uma forma de constrangimento masculina. Mas já há um movimento na balança, já há formas de assédio feminino ocorrendo. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;            Nós que escrevemos erotismo, volta e meia nós deparamos com isso. As mulheres seguramente muito mais, como você bem sabe. Mas nós homens também... Por exemplo: como se dá com você, sempre que posto um novo conto, recebo e-mails de pessoas que me leram. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;            Na absoluta maioria dos casos, as pessoas que se dão ao trabalho de nos escrever, o fazem por que apreciaram. Vez por outra surgem convites, ofertas... Poucas são viáveis, ou em geral por distância que nos separe, ou por questões outras, como - meu caso - mulheres livres querendo um relacionamento estável e por aí vai. E no meio dessa correspondência, vez por outra surge algo que em vez de nos provocar alguma excitação, nos irrita, nos faz sentirmos usados. Gente que nos torna meros objetos de prazer, sem levar em conta o que somos, sentimos e pensamos. Em síntese: há as abordagens, que podem ser muito ousadas, mas nos respeitam e nos envaidecem. E há o assédio, que nada nos causa senão a repulsa. Uma dicotomia semelhante àquela do Erotismo/pornografia. Tema para bem mais conversa...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;         &lt;br /&gt;            &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt;- &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Lobo, você escreveu&lt;/i&gt;&lt;i&gt; um conto que fugiu ao seu estilo rebuscado, "Proposta indecente", foi um &lt;/i&gt;&lt;i&gt;relato&lt;/i&gt;&lt;i&gt; muito bem aceito pelo público e, &lt;/i&gt;&lt;i&gt;particularmente,&lt;/i&gt;&lt;i&gt; considero um dos mais excitantes textos que escreveu. &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Você gostou da experiência de escrevê-lo&lt;/i&gt;&lt;i&gt;? &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Qual a sensação após o proficiente resultado?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;          &lt;br /&gt;         - Tudo que escrevo vem primeiro da vitória da vontade de escrever sobre minha eterna preguiça... rs... Dessa forma, o que chega de mim aos leitores é algo que foi depurado por algum tempo na mente, antes de começar a ser escrito, e revisto várias vezes. Nunca, em geral, é algo que surge de uma vez só. "Proposta Indecente" foi diverso. Veio num momento de excitação, em que tomado por uma tentação incontida de cometer uma ousadia, eu o fiz. Passado esse furor, conclui que havia passado do ponto, tinha escrito algo ligeiro e vulgar. Juro que voltei ao site para retirá-lo quando vi a reação das leitoras. Fiquei totalmente surpreso!... Creio - já disse - que uma das alegrias de um escritor de contos eróticos é ter de volta esse espelho. Que lhe ensina mais sobre seu público e lhe revela aspectos dele, escritor, que talvez ele nem imaginasse...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;          &lt;br /&gt;         -&lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt;  A quem se atribui suas influências literárias?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;          &lt;br /&gt;       -  Influências literárias, certamente as tenho. Mas eu mesmo nessa resposta não consigo identificar. Certamente há dentro de mim um pouco que devo ter surrupiado de Machado, Vinícius, Gullar, Drummond, Vargas Llosa, Pessoa, Garcia Marques, Nelson Rodrigues... e tantos outros. Mas eu mesmo, essa não sei responder...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;          &lt;br /&gt;       &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt; - Você lê conto erótico na internet? E se lê tem algum autor preferido?  Eu tenho a minha lista e você está nela!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;         &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;      - Claro que leio contos na net. Infelizmente, você bem sabe, poucos se salvam. Mas há os bons, entre eles destaco o Peristilo, que embora me diga que nunca o leu, emula em seus contos o universo de Nelson Rodrigues. Uma certa Narceja, que me encanta por desvendar os mistérios da psique da alma sensual feminina. Quem mais? Tem a Lya, que sempre vêm com uma forma confessional muito poética. Não são muitos que conheça. Mas há gente boa.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;          &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;       -  Lobo, você se considera um bom escritor?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;         &lt;br /&gt;      - Não há nada mais gratificante do que quando terminamos um trabalho, olhamos para o resultado e nos sentimos gratificados, sentindo que se obteve um bom resultado. Sempre tive essa atitude profissionalmente. Quando estou satisfeito com o resultado de um projeto que fiz, é como ter gerado um filho. Nem me lembro de pensar na remuneração nessas horas. A mesma atitude tenho com meus contos. Se os posto no site, é porque tenho certeza que ficaram bons. Daí a me julgar bom, bem: é questão de quem me julga...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;         &lt;br /&gt;       &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt;- Existe &lt;/i&gt;&lt;i&gt;algum método&lt;/i&gt;&lt;i&gt; para se escrever conto erótico?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;          &lt;br /&gt;     - Essa pergunta me fez lembrar o Luís Fernando Veríssimo. Quem não o conhece, talvez o imagine como uma pessoa dotada de uma verve luminosa. Daqueles que quando chegam numa festa, logo uma grande roda se forma ao redor dele, que mantém por horas o interesse de todos, com seu discurso quase que hipnotizante. Mas LFV não é nada disso. Apesar de seu enorme talento - discordo de suas posturas políticas - ele é um homem praticamente depressivo, que se posta sempre de forma defensiva, responde quase sempre monossilábicamente. Jô Soares sempre disse que entrevistá-lo foi a experiência mais estressante que teve como entrevistador. Conto isso, porque me lembro de uma entrevista dele na ESPN, onde como sempre se portava daquela forma, e alguém lhe perguntou como era escrever humor. Ele respondeu em duas palavras: "É técnica.". &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;          &lt;br /&gt;       Em síntese - voltando a nosso tema - penso que seja possível escrever, mesmo sem o ter feito antes, um e excelente conto erótico. Mas escrever uma série, ter uma produção que mantenha algum padrão de qualidade requer alguns requisitos. Requer saber montar uma estrutura de texto sólida. Requer saber criar aquelas imagens que se conta na mente do leitor. Requer saber criar um clima de densidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       Requer exatidão, não ser prolixo demais, mas também não ter medo dos detalhes. Requer saber usar todas as informações que possui de sua vivência, e saber usá-las ao criar a ficção. Requer a honestidade que só o conto erótico impõe: estamos falando de excitação, logo se o escrever não nos excita, dificilmente excitará os leitores...Um conto erótico, eu penso, mais que qualquer outro tipo de conto, é um portal que abrimos para o leitor, convidando-o a entrar conosco. Devemos fazê-lo sentir na pele todas as sensações que criamos e descrevemos. Ou teremos falhado...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;          &lt;br /&gt;      &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;i&gt;    - Lobo, diga alguma coisa que surpreenda seus leitores?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;    &lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 153);"&gt;&lt;strong&gt;    &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;  &lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;- S&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;urpreend&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;er os leitor&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;es&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;? Essa me pegou... rs...Talvez coisas que revelei nas respostas anteriores possam surpreender alguém. Talvez mais esta: muita gente - até comentei isso em "Marina" - me imagina como aquele conquistador ousado, que mostra suas garras sempre que uma fêmea se apresenta. Mas não sou nada disso. Sou um sujeito sempre alegre, sempre bem-humorado, sempre disposto a um bom papo. Mas sou aquele que cultiva um certo &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;low profile. &lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se me apresento numa festa, por exemplo, sou aquele que fica discretamente, conversando mais com os amigos e pessoas que já conhece. Como disse, tenho o espírito dos que cultuam a longa conversa jogada fora, e isso, mais que falar, significa saber ouvir. E ver... Portanto se há no recinto alguma fêmea que desperte o faro do LOBO, ele vai notar. O LOBO é paciente, sabe esperar que uma oportunidade surja. Se surgir...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;em&gt; - Lobo existe uma corrente  que afirma que  a literatura erótica não é considerada literatura, se tratando, tão somente, de um aglomerado de palavras de baixo calão, sem sentindo ou complexidade alguma. Qual sua opinião sobre esse tema?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; - Essa é uma afirmação que me causa repulsa. Isto simplesmente é resultado do preconceito que joga o erotismo na tábula rasa da pornografia. Como se sensualidade fosse um tema menor. Isso é simplesmente - e aí estão os preconceitos gerados pelos velhos arquétipos - ignorar o que o ser humano é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se este fosse um mero ente que nasce, se alimenta e morre, sem que uma das suas maiores diferenças com as demais espécies que vivem nesse planeta - parece que os símios bonomos nos acompanham...- fosse considerada: nós temos o ato de amar, de dar e trocar prazer. Sorry Benedictus XV&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 153);"&gt;&lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/eroticos/1513211#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 153);"&gt;&lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/eroticos/1513211#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;em&gt;[1]&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 255, 255);"&gt;&lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/eroticos/1513211#_ftn1" name="_ftnref1" title=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 153);"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;: ao contrário do que você pensa, indo a sofrida África tentando lhes proibir usar camisinhas - numa metáfora para a abtisnência - sexo não é pecado. É bom, uma dádiva da natureza que recebemos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;           &lt;/em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;em&gt;- No tocante ao ato masturbatório, em seus contos eróticos, como é que você lida com a constatação de escrever um texto que possa tirar prazer  físico do leitor? &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;       &lt;br /&gt;        - &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;É parte&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; de um todo. Se contamos uma boa anedota, fazemos as pessoas rirem. Se relatamos algo trágico, talvez façamos nossos interlocutores verterem lágrimas. Logo, se relatamos algo excitante, porque nos chocarmos com as consequências disto? Nada substitui uma relação a dois. Mas masturbação - sorry again, Benedictus XVI... - não é pecado...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;         &lt;/em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;em&gt;  - Lobo foi aprazível conceder esta entrevista?&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;   &lt;br /&gt;        - Sim!&lt;/strong&gt;&lt;b&gt; O que mais me encanta, é essa possibilidade de estarmos trocando essas visões, essa abertura para as revelações confessionais...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;  &lt;div&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;  &lt;hr style="height: 3px;font-size:78%;"  width="33%" align="left"&gt;    &lt;div id="ftn1"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/eroticos/1513211#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;a href="http://recantodasletras.uol.com.br/eroticos/1513211#_ftnref1" name="_ftn1" title=""&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 128);"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Benedictus XVI&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;O Papa Bento XVI declarou que a distribuição de preservativos não é a resposta adequada para se ajudar a África a combater a sida.&lt;br /&gt;           No avião que o leva de Roma para Yaoundé, nos Camarões, o chefe da Igreja Católica insistiu em que o problema da seropositividade "não se pode resolver com a distribuição de preservativos", pois que, "pelo contrário, isso só irá complicar a situação".&lt;br /&gt;           O Vaticano recomenda a abstinência sexual para se combater a propagação das infecções com HIV e foi essa mesma linha que Bento XVI agora reafirmou no início de uma viagem de uma semana aos Camarões e a Angola.&lt;br /&gt;           Só 40 por cento da população dos Camarões é cristã, mas em Angola o conjunto de católicos e de protestantes já constitui a maioria da população. infecções com HIV e foi essa mesma linha que Bento XVI agora reafirmou no início de uma viagem de uma semana aos Camarões e a Angola.&lt;br /&gt;           Só 40 por cento da população dos Camarões é cristã, mas em Angola o conjunto de católicos e de protestantes já constitui a maioria da população. (17/ 03/ 2009)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;                 www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-6683340223775677923?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/6683340223775677923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=6683340223775677923' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/6683340223775677923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/6683340223775677923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/03/conheci-o-lobo-ano-passado-em-um-site.html' title=''/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SdCz81ttfII/AAAAAAAAANY/QKILGGphCYk/s72-c/wolfaa.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-3500642144434882666</id><published>2009-03-30T04:55:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T04:57:34.412-07:00</updated><title type='text'>Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas : Angel</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SdCzgO0HCVI/AAAAAAAAANQ/RQz2CrogeZY/s1600-h/ss.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 253px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SdCzgO0HCVI/AAAAAAAAANQ/RQz2CrogeZY/s320/ss.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318948526238402898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;span&gt;Angel é uma das mais conhecidas autoras de contos eróticos da internet. Conhecida no meio virtual de sites de contos eróticos, possui inúmeros leitores, fãs e também uma comunidade no orkut com mais de 350 membros. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Em seu site,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;a href="http://contoseroticosdaangel.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;http://contoseroticosdaangel.blogspot.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt; um dos mais acessados na categoria, assume que seus textos são ficção mesclada com uma boa dose de realidade. Aos 19 anos de idade Angel não pensa em parar e ganha cada vez mais destaque em sites e blogs de contos eróticos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;b&gt;    &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Angel, como vai você, intimamente falando? &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 51);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;  - O trabalho e os estudos ultimamente não estão me deixando ter tempo para quase nada, mas algo que eu não negligêncio na minha vida é a parte íntima.&lt;br /&gt;Eu não consigo ficar sozinha ! Tenho sempre que ter alguém para me amar, que me dê muita paixão e desejo. Que esteja sempre disposto ou disposta a receber também todo meu fogo...rsrsrsr&lt;br /&gt;Então minha vida íntima vai muito bem, obrigada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;    &lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;     - De que forma deu-se o início de seus escritos eróticos? &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         - Escrevi meu primeiro conto em dezembro de 2007, depois de ler vários contos pela net, pensei, por que não escrever os meus também? E a partir daí, surgiu a Angel!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt;    -&lt;/b&gt;&lt;i&gt;  &lt;/i&gt;&lt;b&gt;Quais novidades esperam os leitores da Angel?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;     - No momento estou terminando de escrever dois contos contando minhas aventuras sexuais no carnaval! E começando outro que prometi escrever para uma leitora, que será um conto lésbico!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/b&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt;  &lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Angel, em seu blog, você afirma gostar de misturar ficção com realidade. Como surgem suas histórias? &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       - Desde mais nova eu sempre fui uma “porra louca”, então eu tenho muita coisa que eu já presenciei, fiz e escutei para contar, e com o tempo a gente vai aprendendo a saber o que nossos leitores gostam de ler, é a partir deste ponto que eu vou misturando um pouco da realidade e um pouco da ficção!!!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;   &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;b&gt;     &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt; - Você, entre os demais autores eróticos tem sua marca registrada na literatura erótica virtual, por que a preferência pelo tema "&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;incesto"?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        - Eu tenho uma certa vivência sobre o tema, então não é que seja uma preferência, simplesmente eu escrevo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;      &lt;/b&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt; - Qual o significado do sexo para você, como autora de contos eróticos?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;       - Sexo é a essência dos meus contos, é essencial na minha vida, não digo que sexo é tudo para mim, mas é tão importante na minha vida quanto o ar que eu respiro!!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/b&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Angel, qual mensagem está intrínseca nos seus contos e o que deseja passar aos leitores?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;      - Bom, o que eu tento passar é paixão, desejo, tesão, curiosidade por coisas novas, novos aprendizados! Acho que é isso!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/b&gt;&lt;b&gt;-&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt; Por que a  literatura erótica? Você escreve outros gêneros também?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;      - Eu adoro romance e já tentei escrever sobre o tema, mais o erotismo é bem mais envolvente, excitante e eu acho que tem mais a ver comigo, então é por isso que prefiro a literatura erótica!!&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;       - A que atribui o sucesso de seus contos?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;    &lt;br /&gt;       - Ah, acho que eu seria suspeita para falar, sei lá...&lt;br /&gt;Uma das paixões da minha vida é escrever, eu sei que tenho imaginação e experiência para tal, mas ainda me falta o domínio da língua portuguesa. Eu não acho meus contos tão bons assim... Mas enquanto eu tiver meus leitores pedindo e admirando meus contos vou continuar a escrever!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt; - Observou-se que um site de conto erótico da internet retirou um texto seu do ar por fazer apologia à pedofilia. Talvez o fato tenha ocorrido em decorrência de a  maioria dos seus personagens serem bastante jovens, poderia esclarecer o que aconteceu?&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       - Mas o fato é que eu comecei minha vida sexual bastante cedo e no começo quando comecei a escrever meus contos imaginei que não tinha problema algum em contar alguns fatos seguindo a cronologia exata de datas. Eu era inexperiente em saber até que ponto um simples conto poderia influênciar no dia a dia de um leitor, por isso não me importava muito com a censura, com a apologia a pedofilia. Depois com tempo, vi que um conto pode e muito influênciar completamente a vida pessoal de alguns leitores. Hoje nos meus contos, prefiro escrever sobre experiências mais atuais, com personagens adultos e menos inocentes!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt; -  Existe muito assédio dos leitores para com a Autora&lt;/b&gt;&lt;b&gt;?&lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        - Eu particularmente acho essa parte do assédio um pouco complicada. Alguns leitores parecem não entender que “Angel” é uma personagem e que por trás dela tem uma escritora que não respira sexo 24 hs por dia.&lt;br /&gt;        Eles enviam e-mails-recados como se eu fosse uma “puta” ou algo assim. Esses e-mails, dependendo do teor da ofensa ignoro totalmente. Com outros, já tento apaziguar. Mas ainda bem que esses tipos de leitores não são a maioria!!&lt;br /&gt;        E não é a toa que fiz vários e sinceros amigos entre meus leitores! O importante na verdade é saber ser educada e tentar levar na esportiva os frutos que colhemos ao escrever nossos contos eróticos!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;  - No tocante aos demais escritores eróticos na internet. Você acompanha o trabalho de colegas, como os vê?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        - Com certeza, sempre dou uma olhada nos sites de contos para ler as novidades, novos escritores, e para ler os contos dos meus escritores preferidos que são: Senhor dos Contos, Ayeska, Jade, ArcoIris, Narceja, Qro_Vc, entre outros.&lt;br /&gt;          Como eu os vejo? Os vejo como pessoas talentosas e de uma imaginação privilegiada, escritores sem falsos moralismos, que fazem do sexo e do erotismo uma arte!!!&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;&lt;b&gt;       &lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;- Angel, para finalizarmos, de que modo surge à inspiração para escrever?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       - Ah, cenas que eu já vivenciei, uma imagem, um filme, um livro, até mesmo um outro conto ou simplesmente sento na frente do computador e o conto vai se formando... Quando dou por mim, eu já tenho algo para postar!!!&lt;br /&gt;               ____________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 153);"&gt;                        www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-3500642144434882666?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/3500642144434882666/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=3500642144434882666' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/3500642144434882666'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/3500642144434882666'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/03/literatura-licenciosa-na-internet.html' title='Literatura Licenciosa na Internet , entrevistas : Angel'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SdCzgO0HCVI/AAAAAAAAANQ/RQz2CrogeZY/s72-c/ss.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-1946409548319295650</id><published>2009-03-30T04:52:00.000-07:00</published><updated>2009-03-30T04:55:20.283-07:00</updated><title type='text'>Literatura Licenciosa na Internet : Fabby Lima</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SdCzCUuQr7I/AAAAAAAAANI/4SPzYOtllAc/s1600-h/labiosaa.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SdCzCUuQr7I/AAAAAAAAANI/4SPzYOtllAc/s320/labiosaa.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318948012428406706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 153);font-size:100%;" &gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;Escritores eróticos conhecidos na internet, quem são eles? Por que escrevem? Como vêem a literatura licenciosa? São dúvidas, curiosidades e interesses que me fizeram realizar esta série de entrevistas, que tentará desvendar quem está por trás do texto erótico, que muitas vezes é mal visto por moralistas e depreciado, até mesmo, como estilo literário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Série: &lt;i&gt;Literatura Licenciosa na Internet, entrevistas,&lt;/i&gt; pretende apresentar o autor de contos erótico da internet sobre outro ângulo para promover uma maior troca de informações e integração, não apenas entre escritores de contos eróticos da internet, mas também para que os leitores, dessa categoria de literatura, saibam que por trás de um texto erótico existe não apenas um escritor criativo, mas uma pessoa que sente, ama e não se reduz a um único texto licencioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha primeira entrevistada é a talentosa Fabby Lima, que escreve literatura erótica desde 2005, tendo mais de 147 textos eróticos publicados no recanto das letras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fabby Lima tem 33 anos de idade e é secretária. Embora só tenha descoberto a paixão por literatura erótica em 2005,  escreve outros gêneros literários desde os 13 anos de idade e  de lá para cá, somam-se 20 anos de escrita.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;                                     &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fabby Lima&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);font-size:100%;" &gt;                   &lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;- &lt;i&gt;Fabby Lima, esse é seu nome mesmo ou é um pseudônimo?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 204);font-size:100%;" &gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;            - Sim, é meu o nome! Quando conheci o Recanto das Letras fiz uma assinatura, não pensei que me aprofundaria na literatura erótica.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;             &lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;- A que você atribui o início da sua criação &lt;i&gt;literária erótica?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;           &lt;strong&gt;- Em 2005, um ano após minha &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;separação. Comecei&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; outro relacionamento e escrevia textos eróticos para presenteá-lo. E ele adorava!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;i&gt;- &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Pude observar&lt;/i&gt;&lt;i&gt; que você passeia por vários estilos literários, embora seu principal tema seja a literatura licenciosa&lt;/i&gt;&lt;i&gt;. A&lt;/i&gt;&lt;i&gt; que se dá essa preferência?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;            - Amo literatura erótica. Com as poucas pessoas que converso não passo o lado vulgar. Acho que este gênero tem que ser tratado com naturalidade e elegância, ser reconhecido como os outros gêneros.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Existe fase que estou totalmente incendiária, como um amigo do RL (Recanto das Letras) sempre posta em seus comentários. Em outras, igual a uma gatinha querendo carinho.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;             &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;i&gt;- Você falou em "fases". Teria a literatura erótica uma exigência maior do escritor, em se tratando de inspiração para escrever?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;            - Totalmente!!! Tem que haver certo envolvimento!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Outro dia recebi um e-mail (de um homem claro) perguntando-me se eu transo todos os dias! Rs. Respondi que se fosse &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;por decorrência&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; de convites, transaria todos os dias. Porém não gosto de banalizar o sexo! Tem que existir carinho e afeto, mesmo que os dois não estejam apaixonados!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;O erotismo tem que satisfazer o corpo e saciar a alma...&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span&gt;       &lt;i&gt;- &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;Precisar-se  estar “excitada”, no sentido físico da palavra, para escrever erotismo&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 204, 0);"&gt;&lt;i&gt;?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- É necessário que haja o tesão! Mas um tesão diferente, ou seja igual a motivação. &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Para tudo que se deseja fazer tem que existir a gana... a coragem de seguir em frente.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Não preciso me excitar no sentido físico! Tenho que passar a emoção das cenas que visualizo para que o leitor  também possa sentir!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;- &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;A que se atribui&lt;/i&gt;&lt;i&gt; esta motivação? Estaria a sua literatura erótica acorrentada e condicionada ao seu estado emocional? É assim que funciona? &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/i&gt;&lt;strong&gt;- Essas minhas fases de vez em quando oscilam um pouco! Estou descobrindo em mim uma nova fase: a de não estar amando ninguém..., mas desejando uma pessoa ao meu lado. A mulher sente falta disso... Por mais independente que ela seja. Primeiro devemos nos deixar apaixonar por nós mesmos..., ter o nosso amor próprio... depois a correnteza dos nossos corações nos levam para algum lugar!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;i&gt;- Como &lt;/i&gt;&lt;i&gt;se dá&lt;/i&gt;&lt;i&gt; o seu processo criativo?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;           &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- Vai de acordo com a minha sensibilidade do momento...  Dos meus sentimentos mais aflorados.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;           &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;- Alguém a influenciou? Poderia citar alguns autores que fazem parte do seu mundo?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;            &lt;/i&gt;&lt;strong&gt;- Sempre amei ler Machado de Assis, Fernando Pessoa... E demais escritores deste gênero. Tive uma criação rígida, que nem podia assistir filme à noite. Somente depois do casamento que fui ter contato direto com o mundo do erotismo. Assistíamos filmes e ele sempre trazia revistas. Sempre fui muito curiosa... Mas me ligava mais na leitura. Já o homem, gosta de ver... Ter o visual.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt;&lt;i&gt;- Fabby, escrever erotismo na internet tem seu lado &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;nefasto&lt;/i&gt;&lt;i&gt;. Os leitores &lt;/i&gt;&lt;i&gt;por vezes&lt;/i&gt;&lt;i&gt; confundem o autor com a obra. Qual a sua análise a essa confusão do leitor? Você já teve algum tipo de problema pessoal por escrever erotismo?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;          &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- A princípio tive um probleminha no Recanto. Tinha colocado uma foto minha. E um Recantista disse ter me visto no meu local de trabalho, já que onde trabalho é a entrada principal. Nada que me ofendesse... Mas pintou um certo desconforto. Não sei de quem se tratava. Pensei até em sair do Recanto, mas consegui superar.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;        &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;- &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Você é muito assediada&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- Não imagina o quanto!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Não faço estilo modelo, do qual a mídia impõe na sociedade... Uma bonequinha de luxo! Porém, tenho os meus encantos! Rs&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i&gt;- A maior parte de sua obra literária são poesias eróticas. &lt;/i&gt;&lt;i&gt;Seriam as qualidades da poeta  mais aguçadas do que a da contista?&lt;/i&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;         - Desde que comecei a participar do Recanto das Letras, aprendi a ver o sexo por outro prisma. E é este lado que eu tento passar para os meus leitores. Mas em tudo tem que haver certa dose de responsabilidade! E em meus textos, tento dar vazão aos meus sentimentos. Hoje em dia não é qualquer pessoa que você pode chegar e falar de seus sentimentos. Sempre vai existir alguém para se aproveitar da situação. &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Os homens acham que convidando uma mulher para sair ela é obrigada a aceitar.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Nada disso! A mulher deve ter o seu direito de escolha! E se ela tiver  com vontade de sair com alguém, tem o mesmo direito de chegar e conversar! E  por que não?&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;      &lt;/b&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;b&gt;     - &lt;/b&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Entretanto o que é mais aprazível de relatar&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;, poesia ou conto?&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;            &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- Sem dúvida a Poesia... Rimar palavras é muito bom de fazer!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Contos eu comecei a escrever através de pedidos após a minha entrada no Recanto das Letras! Mas também é bem gostoso de fazer.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Tenho a mania de ficar pensando em temas... Aí então que eu desenvolvo o enredo!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;A minha última poesia (Rock n' Roll, strip-tease sensual), postada no Recanto das Letras, o título surgiu a parti de uma conversa com um amigo.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;           &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt;&lt;b&gt;- &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Existe&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; alguma limitação estética ao escrever um conto? Por exemplo, eu me &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;atenho&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; sempre a não ultrapassar o limite de 6 a 8 páginas. Penso que o leitor virtual &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;pode&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt; se cansar com um conto erótico longo demais. Para você &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;como é o desenvolvimento deste processo de criação&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;? &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- Procuro não escrever contos longos, embora ainda saia um pouco do contexto. &lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;O leitor interessado mesmo no conteúdo... Que se deixa envolver... não vê nenhum problema!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;          Minha idéia inicial são os títulos, depois os personagens... Vou criando seus mundos em minha imaginação... Depois faço o rascunho e dou o toque final na tela do PC.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt; - &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Fabby Lima, afinal, &lt;/i&gt;&lt;i&gt;qual o desiderato da sua escrita&lt;/i&gt;&lt;i&gt;?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;      &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;          &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- A princípio comecei a escrever tentando imitar um artista que sempre compôs as suas músicas. Comprava um LP (na época) e devorava o encarte... Lia tudo. E achava lindo ver a autoria das músicas. E dizia a &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;mim mesma&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;: &lt;i&gt;- Um dia escreverei como ele! E minha irmã incentivava-me bastante!&lt;/i&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/span&gt;&lt;b&gt;A&lt;/b&gt;&lt;strong&gt; escrita foi um artifício que criei para falar dos meus sentimentos, do meu estado de espírito... Fiz da escrita a minha melhor amiga! Como te falei, confiar em alguém é difícil! São poucas as pessoas de meu convívio que sabem que escrevo literatura erótica!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt;             &lt;i&gt;-&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt; Qual o sentimento mais despertado pelos leitores que lêem seu texto?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;        - Tirando aquele episódio, os meus leitores são uma graça!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Sempre me respeitaram! Enviam-me e-mail pedindo o telefone das personagens!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Amo esse contato! É muito carinhoso e estimulante. Embora alguns confessem que sujaram ou terão que trocar os seus teclados! Mas fora isso não tenho do que reclamar. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;          Muitos se tornam meus amigos. Enviam-me e-mails desejando bom dia. Ou me enviam poesias (um presente que amo receber)! Vale mais do que qualquer dinheiro do mundo essa demonstração de afeto!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;        &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Eles também falam que se inspiram em mim para melhorar o seu desempenho com as namoradas e esposas!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Isso torna o nosso trabalho mais gratificante!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;            - Fabby Lima qual a coisa mais importante na &lt;/i&gt;&lt;i&gt;sua&lt;/i&gt;&lt;i&gt; vida?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;            &lt;/i&gt;&lt;strong&gt;- Meus dois filhos! Por eles faço tudo!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;i&gt;- Diga alguma coisa para seus leitores!&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- Tenho somente a agradecer por tantas palavras de carinho e incentivo!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fiz e continuo fazendo no espaço do Recanto das Letras, muitos amigos. Procuro retribuir na medida do possível esse afeto imenso que em mim é depositado!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;span&gt;- &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Como escritora, Fabby Lima, o que &lt;/i&gt;&lt;i&gt;almeja&lt;/i&gt;&lt;i&gt; alcançar com a sua literatura?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- Desejaria alcançar o sonho de ao menos publicar um livro.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Nunca havia mostrado os meus escritos para um número tão grande de pessoas.&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;         &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Nem mesmo em casa... Agora então é que não dá mesmo!&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Como te falei, somente amigos de confiança conhecem os meus textos!&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;         &lt;/i&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 153, 102);"&gt;&lt;i&gt;- Para finalizarmos Fabby, o amor está sempre &lt;/i&gt;&lt;i&gt;intrínseco&lt;/i&gt;&lt;i&gt; em suas poesias.&lt;/i&gt;&lt;i&gt; Qual o significado&lt;/i&gt;&lt;i&gt; do amor para você?&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;       &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;- Bom... O amor sempre deve prevalecer em nossas vidas, da maneira que possa existir! Nos filhos... No bichinho de estimação... No trabalho... Na música que ouço... Na borboleta miúda que voa... Nas coisas e nos acontecimentos mais simples... Um dia quero encontrar alguém muito especial... Que se encaixe perfeitamente em meu jeito de amar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:Comic Sans MS;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 255);"&gt;                www.narcejacontos.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-1946409548319295650?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/1946409548319295650/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=1946409548319295650' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/1946409548319295650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/1946409548319295650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/03/literatura-licenciosa-na-internet-fabby.html' title='Literatura Licenciosa na Internet : Fabby Lima'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SdCzCUuQr7I/AAAAAAAAANI/4SPzYOtllAc/s72-c/labiosaa.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-4449971614234383041</id><published>2009-03-14T12:22:00.000-07:00</published><updated>2009-03-14T12:25:59.712-07:00</updated><title type='text'>Confissão de uma puta</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SbwEdBAz47I/AAAAAAAAANA/PWSiEtnbNuk/s1600-h/GustaveCourbetWomanWithAPar.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 260px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SbwEdBAz47I/AAAAAAAAANA/PWSiEtnbNuk/s320/GustaveCourbetWomanWithAPar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313126556924896178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 51, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:18;"&gt;&lt;span style="font-family:Franklin Gothic Medium;"&gt;&lt;strong&gt;Por Narceja&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Nem sei bem quando ganhei esta alcunha. Não a vejo como negativa. Não sou prostituta, nunca fui, nunca cobrei. Ser puta seria por acaso ser prostituta? Penso que não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Ser puta é um estado de alma, de liberdade e perda de sentidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sou puta sim! Sei como gosto e como gozo. Sou dona do meu prazer! Me governo sozinha.&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Aprendi sozinha a ser puta. Não foi com homem algum! Foram meus dedos e meus pensamentos que me ensinaram a ser o que hoje sou. Livre de dogmas, de cultura, de regras sociais, da educação dos pais, puta assim... por livre escolha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Ah...Não me venha com resmungos feministas e de boa conduta. Esses desvarious não me interessam..Os tempos são outros! Os homens também. Um mais apetitoso que o outro. Os gostos mudam, o cheio se diversifica e eu agradeço.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Sou mulher em sua plenitude, senhora do meu prazer. Falo e cobro quando não gozo!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;E podem me chamar de puta...Porque se sou puta, assim como querem, sou, mas sou puta de quem quero e não de quem me quer. Eu faço minhas próprias escolhas. E podem me chamar de puta..Eu sou por acaso a sua?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Na cama sou livre, bicho do mato, silvestre, sem rédea...Primitivo. Puta se assim quiser chamar. Eu chamo mulher. Ser chamada de puta é a constatação de meu sucesso amoroso e sexual. Esta puta de quem falo, não é a "puta" xingamento ofensivo e depreciativo dado injustamente às mulheres. Essa puta que cito, é a mulher livre, dona de seus próprios desejos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Ser chamada de puta pelo namorado, amante, marido...Não mata! Mas faz gozar. Não me impede de ser namorada, esposa, amante, mãe. Ser puta faz parte do currículo. O pacote deve ser completo ou uma hora ou outra, se é mandando embora. Por justa causa!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;      Se ser puta é ser assim...Leve, solta, livre para sentir prazer..Ah..sou puta sim! E das boas...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Dessas...do tamanho dos teus sonhos.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-4449971614234383041?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/4449971614234383041/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=4449971614234383041' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4449971614234383041'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4449971614234383041'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/03/confissao-de-uma-puta.html' title='Confissão de uma puta'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SbwEdBAz47I/AAAAAAAAANA/PWSiEtnbNuk/s72-c/GustaveCourbetWomanWithAPar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-7472706800952195477</id><published>2009-03-05T15:30:00.000-08:00</published><updated>2009-03-05T15:31:23.740-08:00</updated><title type='text'>Relato de um cu</title><content type='html'>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/tzpLyaJN92Q&amp;hl=de&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/tzpLyaJN92Q&amp;hl=de&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-7472706800952195477?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/7472706800952195477/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=7472706800952195477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7472706800952195477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/7472706800952195477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/03/relato-de-um-cu_05.html' title='Relato de um cu'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-4546318604114639629</id><published>2009-03-03T13:44:00.001-08:00</published><updated>2009-03-03T13:46:15.328-08:00</updated><title type='text'>Relato de um Cu</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sa2k0BhtXKI/AAAAAAAAAM4/l_54kIrrWgg/s1600-h/1167973765.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 304px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sa2k0BhtXKI/AAAAAAAAAM4/l_54kIrrWgg/s320/1167973765.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309080749409655970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new;"&gt;Tudo começou quando ela iniciou sua vida sexual, deveria ter uns 17 a 18 anos. Para ser politicamente correto. Mas cá entre nós, ela começou bem mais cedo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt;Naquele tempo eu apenas realizava minhas funções fisiológicas, não tinha nenhum outro pensamento ou aspiração. Era alheio as demais funções que poderia exercer. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; No inicio, começou com um ventinho de uma visita, que minha vizinha, Dona Boceta recebia. Era Seu Pênis, que sempre a visitava deixando – a de casa molhada. Não entendia muito bem aquela relação, mas parece que ela gostava bastante, pois ouvia um barulho forte que chegava a estremecer as paredes da vizinha logo acompanhado de um grito de nossa dona. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Eu ouvia tudo de perto, morávamos em casas vizinhas, separadas apenas por uma fina parede, o que me permitia ouvi a tudo nitidamente. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Era sempre a mesma história com Seu Pênis. Ele chegava calmo, apenas entrava sem fazer barulho, parecia que andava a passos lentos e leves, devagar. Mas logo, com algum tempo na casa da vizinha, começava de uma hora para outra a baixaria. Pareciam que brigavam, ele esmurrava as paredes e fazia muito barulho. E logo, mais dois amigos dele, se estacionavam à porta de sua casa. Não entravam, mas ficavam encostados à porta dando cobertura a Seu Pênis. Eu acompanhava tudo assustado, omisso de medos maiores. Sentia que após bater em Dona Boceta, Seu Pênis molhava toda a sua casa deixando um líquido grosso e pegajoso, chegando, vez por outra, a molhar as pareder de minha casa. Mas nunca reclamei! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Mal sabia eu que as visitas de Seu Pênis à Dona Boceta era o princípio de tudo! Logo, Seu Pênis, passou a visitar minha vizinha mais frequentemente, passando a bater em minha porta me deixando extremamente assustado com a violência dos socos que dava. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Sabia que Seu Pênis não era flor que se cheirasse, mas Dona Boceta parecia estar apaixonada e nossa dona, Narceja, consentia com tudo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Assim como as visitas de Seu Pênis aumentaram, aumentaram também a violência com que batia em minha porta. As vezes era tanto, que chegava a pensar que arrombaria minha porta e entraria com tudo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Tentei não pensar nos problemas e me concentrar em minhas funções. Dona Boceta, passou a molhar sua própria casa deixando-a úmida várias vezes por dia. Sentia sua umidade pelas paredes que nos separavam. Confesso, que passei a me acostumar a conviver com minha vizinha. Nunca fui de reclamar mesmo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Um dia, Seu Pênis chegou acompanhado de mais 3. Além dos dois guardas-costas que sempre trazia,trouxe mais um, fino e magro. Que passou a bater em minha porta devagar e com jeitinho, fazendo-me abrí-la e recebê-lo. Ganhando assim minha confiança. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Ele era simpático e muito cortês. Vez por outra, dançava em minha sala, dessarrumando toda a casa. Sua alegria me contagiava, apesar da bagunça que fazia e eu como sempre, não reclamei. Se chamava Seu Dedo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Inocente, não percebi que as visitas de Seu Dedo à minha casa era um plano maligno de Seu Pênis para invadir minha residência. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt;      E isso realmente aconteceu, alguns dias depois das primeiras visitas de Seu Dedo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt;Ouvi naquela noite quando seu Pênis chegou à casa de Dona Boceta. Já esperava então, que Seu Dedo viesse com ele para me visitar. Esperei na porta e foi dito e feito! Seu dedo bateu na porta, como de costume e a abri recebendo-o em meu humilde lar. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Conversamos um pouco enquanto sentia as paredes umidecerem sem explicação alguma. Dona boceta, levava as porradas de sempre de Seu Pênis, e eu me distraria com Seu Dedo, quando...Não mais que de repente, ouvi um silêncio de segundos na casa de Dona Boceta, e não senti que Seu Pênis houvesse deixado seu rastro pegajoso. Alguma coisa estava estranha naquele silêncio todo! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Não dei pela saída rápida de Seu dedo. Nem deu tempo de notar! Vi, apenas a cabeça de Seu Pênis na porta de minha casa. Era a primeira vez que nos encontrávamos. Não o conhecia e não tinha nocões de seu tamanho. Seu Pênis era um gigante! Seu corpo não passou pela minha porta, e ele forçou se espremendo todo para entrar em minha casa. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Fiquei acuado, com seu Pênis tentando entrar em meu lar. Pensei em pedir socorro para minha dona, mas ela parecia chorar um choro baixinho e fiquei calado, assustado... Esperando e torcendo para que Seu Pênis não conseguisse entrar em minha pequena casa. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Ele forçou os ombros e entrou com muito esforço, ganhando pedaço a pedaço de minha casa. Deixando do lado de fora seus seguranças gordos e moles, tapando a saída de minha porta. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; Em minha casa, nada de mal fez. A impressão ruim que tinha de Seu Pênis logo foi substítuida e ele se mostrou muito simpático e agradável. Deixando no final da visita um creme denso de cheiro característico, molhando toda a minha casa. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(0, 0, 102); font-family: courier new; font-style: italic;"&gt; A verdade é, que viramos bons amigos. Dona Boceta sentia ciúmes, mas aceitava nossa amizade que se intensificou conforme o tempo e a frequência de suas visitas. Hoje, confesso, que me apaixonei por Seu Pênis, mas sei que não terias chances contra Dona Boceta. Aceito, como amante que sou, as migalhas de amor e sigo, calado, esperando a próxima visita. &lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt;****************************** &lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt;Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro. &lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt;http://www.narcejacontos.com/ &lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="font-style: italic;"&gt;http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965 &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-4546318604114639629?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/4546318604114639629/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=4546318604114639629' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4546318604114639629'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/4546318604114639629'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/03/relato-de-um-cu.html' title='Relato de um Cu'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/Sa2k0BhtXKI/AAAAAAAAAM4/l_54kIrrWgg/s72-c/1167973765.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-2167006919469750323</id><published>2009-02-28T08:13:00.000-08:00</published><updated>2009-02-28T08:24:56.396-08:00</updated><title type='text'>Zé do Ovão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SaljVU4YJiI/AAAAAAAAAMw/rQcax2qxUJM/s1600-h/esse.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 310px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SaljVU4YJiI/AAAAAAAAAMw/rQcax2qxUJM/s320/esse.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5307882853866415650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 10"&gt;&lt;link style="color: rgb(255, 102, 0);" rel="File-List" href="file:///C:%5CDOKUME%7E1%5CFrank%5CLOKALE%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt; 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De uma impressão inesquecível, Zé do Ovão tornou-se um amontoado de sensações prazeirosas que nenhuma imaginação, por mais excitativa que fosse, poderia apagá-lo de minha mente. Afetando, assim, minha alma feminina. ”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Por Narceja&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;   &lt;p  style="color: rgb(51, 51, 255);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span lang="PT-BR"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" &gt;A pedido de uma tia que me escreveu de Itacaré, interior da Bahia, resolvi passar as férias de Julho na pequena cidade.&lt;/span&gt;&lt;o:p style="font-family: trebuchet ms; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Lá chegando, tratei de me enturmar com a simpática vizinhança. Minha tia Nazaré, viúva, morava em uma casa grande, alguns quarteirões afastada do centro, próximo a praia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O local era bastante agradável, muito verde, casas simples, ruas de paralelepípedos e um ar de hospitalidade reinava no rosto dos habitantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Minha tia dividia a casa, que era bastante grande e confortável, com Dona Cremilda, a empregada. A casa era da cor azul clara, muito arrumadinha, de oito cômodos amplos e bem mobiliados. Lembro que tinha um alpendre e uma rede que passou a ser meu local preferido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A empregada era uma futriqueira de marca maior. Vinda de algum interior do Nordeste, que prefiro nem citar o nome... É de saber apenas que veio de uma tal favela chamada “Gato morto” e morava na rua do “Lá vai bala”, nomes estes, que marcaram minha memória!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após alguns dias, já estava bastante introsada com dona Cremilda, uma mulher de seus 38, anos bem extrovertida e bastante fofoqueira. Foi dela mesma que fiquei sabendo desse tal de Zé do Ovão pela primeira vez. Soube que era nosso vizinho de quintal, e que tinha uma vendinha na rua principal. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Depois do almoço, ficava sentada na mesa ouvindo suas histórias enquanto ela cozinhava ou fazia suas tarefas domésticas. Pessoas simples têm sempre peculiaridades significantes. De todos os assuntos que ela me relatava seu principal era o tal cidadão do sacão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Pois num é não... Narcejinha! Onde já se viu um homem como o Zé do Ovão ficar de bebendo em pleno dia... Depois que a mulher dele morreu, ele só quer saber de menina nova e de pinga. Pode?!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Zé do Ovão... Eu hein... Vocês aqui têm cada uma... Disse coçando a cabeça, encucada com o nome.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Tu sabes não é mulher ?! Tu já tens mais de 20... Parece que o homem tem aquilo grande... Disse enfiando as mãos na massa do bolo que estava fazendo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Mas como é que sabem Dona Cremilda? Perguntei curiosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ah... Minha filha... Devem ter visto... E provado!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Zé do Ovão... Hum... Só sendo mesmo!&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;(Certo, confesso que o nome me deixou com uma pulga atrás da orelha. - Mas que diabo que aquele homem tinha para ser chamado de Zé do Ovão?!)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ora, o imaginei bastante velho, coroa de museu com direito a pança de cerveja. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E deu-se que no outro dia à tarde fui até o tal do botequim com a empregada comprar Cuscuz e leite. O boquim era mercearia durante o dia, e a noite barzinho, desses estilos ralé, com direito a cadeira de plástico branca quebrada e música de corno.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fui vestida simples, de shortinho jeans e camisetinha por cima do biquíni, além das autênticas chinelas de dedos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Direi então a verdade, eu era gostosinha mesmo! Bundinha empinadinha, coxa grossa, cintura fina, seios redondinhos e estava vermelhinha do sol. Já me encontrava há alguns dias sem sexo, e claro, pensava sim em encontrar algum Baiano gostoso para me satisfazer. Mas nem pensava no infeliz do Zé do Ovão, sendo para mim mais uma curiosidade mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aproximamo-nos do Boteco, uma casa pintada de amarelo e bastante antiga.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Ficava numa esquina, onde existia uma calçada larga onde se encontravam as mesinhas de plástico. O nome do lugar estava apagado pelo tempo, mas consegui ler alguma coisa que lembro apenas o final: “.... e seus dois Maridos”. Assim que entrei, vi um senhor gordão vindo em minha direção e tratei de olhar para o meio das pernas quando ouvi a voz do Zé do Ovão, que vinha saindo de trás do gordo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Dona Cremilda! Quanta honra a senhora aqui no meu humilde estabelecimento, e com visita do exterior... Disse se referindo a mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Minha surpresa foi geral... Zé do Ovão não era velho coisa nenhuma, muito menos gordo. Era um homem de seus 35 anos, moreno cor de jambo, um sorriso de fazer inveja, e uma barriguinha selada e durinha. Com músculos esculpidos pelo trabalho braçal e um rosto quadrado, desenhado com uma barba mal feita ralinha e uns olhos vivos e vorazes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Ao vê-lo, dirigi meus olhos até a bermuda jeans com o intuito de ver se o apelido era de honra. E não é que era? O volume era mesmo anormal. Um “bolão” de respeito dentro da cueca, e o melhor, com uma visibilidade nítida e instigante. Aquilo era uma afronta à sociedade!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Olá, sou a Narceja, a sobrinha da dona Nazaré. Disse meio tímida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O safado não deixou por barato, tratou de me dar uma secada com os olhos comedores e conferiu o material olhando para minhas pernas e seios. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Meio sem jeito, abaixei os olhos e coloquei o cabelo atrás da orelha, enquanto Dona Cremilda fazia a compra com uma estranha risadinha estampada no rosto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após receber o dinheiro da empregada, Zé do Ovão sorriu para mim dando tchauzinho com a mão e olhando atrevidamente para minhas pernas. Ao sairmos de lá, ouvi-o comentando com o gordo que ficara estacionado na porta do estabelecimento com a finalidade de fuxicar após nossa saída. Hábito dos moradores da cidade:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Carne nova no pedaço! Disse dando uma risadinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cheguei em casa meio perdida e sentindo tesão. O homem era demais, de uma beleza masculina difícil de achar nos dias de hoje. Mas também era bastante safado. Cafajeste mesmo! Minha tia não poderia nem sonhar em pensar que eu estaria interessada em Zé do Ovão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De noite surgiam as cadeiras nas calçadas das casas, costume que aprendi a gostar. Era gostoso depois da novela das 8 ficarmos ali sentadas, eu e dona Cremilda, falando da vida alheia. A vizinhança parecia estar habituada às cadeiras nas calçadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Alguns minutos na calçada, e era um festival de “Boa noite” de beijinhos de um lado e do outro, de apresentações e olhares maliciosos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E assim conheci a vizinhança, alguns jovens da minha idade que me pareciam pouco interessantes. Mas o melhor da noite, era quando Zé do Ovão chegava do trabalho depois de fechar o bar, vindo no passo lento, meio “cheio” de álcool. Passava cumprimentando toda a vizinhança até se aproximar de nossas cadeiras... Foi nesse instante que senti minhas pernas tremerem pela primeira vez com a sua aproximação. Inconscientemente, “ELA” parecia sentir seu próximo explorador. Sentia então um corrimento vasto no vão de minhas pernas e uma fome vinda da boca de baixo... a xotinha! “ELA” havia dado o sinal da vontade, e eu, sua escrava, não poderia deixar de satisfazê-la!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Boa noite donas princesas! Disse dando beijinhos de um lado e do outro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Levantei um pouco da cadeira para facilitar a saudação e senti seus lábios, em um beijo estralado e com cheiro de cachaça, em minhas bochechas, instigando minha vontade de conhecer seu ovão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Após os cumprimentos, ele se dirigia para sua casa no mesmo passo lento que chegara.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;De noite na cama, era ele que reinava em meus pensamentos. E claro, me masturbava pensando no dono do boteco. Fechava os olhos e colocava dois dedos dentro de mim enquanto os outros três ficavam mexendo no meu clítoris. O imaginava me comendo, enfiando a tora dentro de mim, sentindo seu saco molestar o vão de minhas pernas e ouvindo o barulho do vai e vem de seus testículos batendo na entradinha da minha xotinha molhada e pequena, de “lingüinha” de fora, faminta.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Em meu quarto sozinha, tinha vários orgasmos pensando no “Ovão” daquele homem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E passaram-se alguns dias e minha vontade, assim como as visitas a seu estabelecimento só aumentaram. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sempre inventava alguma desculpa para ir lá e sentir aquele macho me comendo com os olhos enquanto olhava para seu volume... Meu desejo de ser possuída por ele aumentava gradativamente com os beijinhos no rosto todas as noites, as gracinhas e os olhares safados que ele me dava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Numa tarde, Cremilda chegou do Supermercado com uma fofoca quentíssima trazida de uma vizinha que encontrou na hora das compras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Narceja, menina, tu não sabes o que ouvi hoje da Dona Denise. Disse baixinho para minha tia, que estava a maior parte do dia vendo televisão, não ouvir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Conta logo! Disse curiosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- E sobre o Zé do Ovão! Disse olhando para os lados, meio desconfiada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Fala logo Cremilda, a tia está na sala. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Dona Denise me contou que passou na costureira, dona Germana, e ela contou que pegou uma encomenda de roupa do Zé do Ovão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- E aí, o que tem isso? Perguntei sem entender nada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Daí, menina, que ela me contou que a costureira teve que fazer três bermudas e duas calças com um espaço maior que o normal no fundo da peça... Fuxicou baixinho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Como assim? Indaguei já me excitando.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Parece que ele honra mesmo o apelido, Narceja.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Zé do Ovão!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fechei os olhos e cheguei a sentir o cheiro de seus testículos ao imaginá-los nessa hora. Seriam mesmo tão grandes quanto a população da cidade falava?! O que ele tinha dentro daquele volume todo que exibia dentro da calça? E essa agora, de ter que encomendar na costureira, roupa feita por encomenda? Isso me intrigava.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;No Domingo, saíram para missa, como de costume, a tia e Dona Cremilda, e fiquei em casa sozinha. Resolvi então ir até o alpendre tomar um pouco de ar, quando vi Zé do Ovão em seu jardim de bermuda aguando as plantas. Sabia que no Sábado, ele só abria o boteco ao meio dia. O quintal de sua casa ficava no fundo da nossa. Nosso jardim era bastante grande. As duas casas eram separadas apenas por um muro baixo do quintal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Do alpendre, podia vê-lo por entre as folhagens das árvores do nosso terreno. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Olhei para os lados rapidamente e segui por entre o jardim do quintal, me aproximando do muro do Zé do Ovão, o que dava aproximadamente uns 10 metros. Este, continuava aguando as plantas com a mangueira na mão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Chegando próximo ao muro, me abaixei e coloquei apenas a cabecinha para espiá-lo mais de perto. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E finalmente pude observá-lo bem de perto, protegida por algumas folhagens vi o suor escorrer pelo seu peito suado. Ele estava sem camisa, apenas vestido de uma bermuda de algum tecido vagabundo, que de alguma forma favorecia seu volume por entre as pernas. Para minha surpresa, Zé do Ovão colocou a mangueira no chão e tirou rapidamente a bermuda, ficando apenas de cueca branca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A preciosidade dentro da cueca reluzia como ouro para meus olhos ávidos e famintos. Ele pegou a mangueira, jogou a bermuda distante para não molhá-la e tomou banho no jardim, se banhando sem ter consciência de que estava sendo observado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Serei, porém, mais sincera: Aquilo não era um volume considerável dentro da cueca, aquilo eram dois testículos de cavalo presos a um corpo de homem. A água molhava seu corpo lentamente, atingindo o tecido da cueca que agora se tornava transparente, permitindo observar uma escuridão dentro da mesma. Sim, era preto. Um bolão preto preso dentro da cueca.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Vi os bagos enormes com desejo e tesão, pareciam-me carnes gordas e suculentas, com uma expressão de firmeza nociva ao sexo feminino. E o meu já estava ensopado de desejos e estremecimentos vaginais selvagens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não pensei duas vezes e enfiei a mão dentro da calcinha passando a castigar minha xoxota com violência e astúcia de quem conhece seu próprio corpo, tirando de mim um orgasmo forte e intenso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E caí sentada no chão sujo, encostada ao muro, afobada, respirando forte e sentindo minha xaninha tremer satisfeita e pedir... Desejar aquele cavalo de homem dentro de mim. Agora, era questão de honra! São nessas horas que perdemos o sentido das coisas e atendemos ao pedido da vontade. E minha vontade era a de trepar em cima daquele macho de testículos de cavalo chucro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Depois desse episódio, passei a ir mais sexy até a venda do Zé do Ovão e mostrar-me interessada nele. Minha intenção era que ele tomasse a iniciativa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O que realmente aconteceu. Certo dia, em uma de minhas compras desnecessárias, ele me olhou dos pés a cabeça meio sem acreditar em meu nítido interesse e me convidou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Narceja, vai ter uma festa no final de semana na pracinha. Será que você gostaria de ir comigo? Perguntou meio acanhado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Claro que sim! Adoraria. Respondi animada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Só tem um problema, não sei se tua tia vai gostar...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ela não precisa saber! Ela nem sai de casa... Vamos sim, vou adorar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Combinamos então de nos encontrarmos já na pracinha. Arrumei-me nesse dia, e disse para minha tia que iria sair com a filha de uma vizinhas. Vesti uma saiazinha jeans, curta, sem calcinha, uma camisetinha branca, e umas sandálias delicadas. Soltei os cabelos lisos e longos, e coloquei umas argolas na orelha, dando um toque feminino à simplicidade de minha roupa. Me despedi de minha tia e de Cremilda, que parecia saber de tudo, pois sempre dava suas risadinhas infernais, me constrangendo vez por outra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Narceja, cuidado hein menina... Juízo! Disse dona Cremilda, me vendo sair pelo portão da casa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cheguei na pracinha nervosa, esperando o Zé. O local já estava lotado, cheio de pessoas, carrinhos de cachorro quentes, vendinhas de bebidas, churrasquinho de gato, beijo na boca e uma atmosfera gostosa de vida do interior. E um cheiro no ar... Um cheiro que só poderia ser de pica. Era esse perfume que sentia em meio aquela bagunça de odores que se formava a minha frente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A inquietação persistiu até que senti em minha cintura, por trás, uma mão me tocando de leve e um beijo no rosto vindo por trás.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Boa noite, Princesa! Esta bonita, cheirosa... Disse Zé do Ovão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando o vi, parecia outro homem. Arrumadinho, com blusa quadriculada, uma calça jeans e algum perfume barato, mas que o dava um ar de limpo. Alegrei-me e abri um sorriso:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Boa noite, Zé...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Me chamo Rafael. Disse sorrindo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Fiz carinha de menina e olhei para o chão encabulada... Fazendo tipo! Ele segurou meu queixo e se aproximou de mim me roubando um beijo quente que me fez ovular e colocar meus hormônios em ponto de bala.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O abracei e “ficamos” no meio do povo mesmo, nos beijando e passando as mãos nas costas e cintura. Sem me esquecer do que ele trazia consigo... Os testículos de cavalo enormes e sua alcunha de “Zé do Ovão” junto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Mordi seu lábio sentindo seu gosto, o hálito de bombom de canela e cravo na boca, a barba por fazer, o perfume ordinário, o sabonete de dois reais e a vontade de me comer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Vamos ficar em outro lugar. Alguém pode ver e falar para minha tia. Disse, já com segundas intenções. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Tem razão princesa... Segurou minha mão, assumindo um papel de dono, e saiu me arrastando por entre a multidão até sairmos da pracinha e encontrarmos um escurinho de um muro de uma casa. Ele me encostou no muro, segurou minha cintura com força e me tacou um beijo selvagem, com direito a uma mão no seio e, logo, outra que desceu da cintura indo se acomodar em minha bunda, por cima da saia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Hummm! Princesa... Como você é gostosa. Disse apertando minha bundinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ah... Estou com vontade... Sussurrei mordendo sua orelha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nesse momento Zé do Ovão apertou minha bundinha colocando a mão por baixo da saia e percebeu que estava sem calcinha. Percebeu isso enquanto acariciava minha língua com a sua macia e quente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- AH... Que safadinha... Não acredito. Está sem calcinha? Perguntou já verificando por baixo de minha saia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Estou... E “ela” está doidinha.... Falei baixinho fazendo voz de menina mimada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- É mesmo... Vocês de fora... São atrevidas hein? Será que “Ela” quer o que tenho dentro da calça? Perguntou mordendo meu pescoço e enfiando a mão na minha xotinha molhada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- “Ela” quer sim... Quer seu Ovão... Pedi já entregando o jogo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Toda meladinha Narceja... Nossa Princesa, veio preparada...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Senti seus dedos penetrarem sem cerimônias dentro de minha xaninha, molhando seus dedos no meu “suco” transparente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Zé do Ovão, parecia saber fazer as coisas, me apertou com seu corpo me encoxando enquanto enfiava os dedos, me preparando para dar a bocetinha para ele comer.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Vamos para minha casa. Lá é mais confortável. Ninguém vai ver.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aceitei na hora, e senti seus dedos saindo de dentro de minha vagina ainda melados e segurarem minha mão firme me arrastando de volta em direção a minha casa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sentia seus dedos grudentos de meu mel entrelaçados nos meus e a postura de macho guiando a fêmea para o abate.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Chegando em nossa rua, passei sozinha em frente a minha casa para não correr o risco de minha tia me ver com ele, e logo ele veio atrás. Depois de minha casa, em uma esquina, se seguia a dele. Entramos rapidamente. A rua estava deserta. Todos estavam na pracinha nesse momento. Segui por um caminho de pedra até a porta de sua casa. Rafael fechou o portão e veio logo em seguida atrás de mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Entra princesa. Disse abrindo a porta da casa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A sala era bastante simples, com apenas um sofá e umas cadeiras de bambus, uma televisão e um cesto de roupa suja no chão. Assim que entrei, ele passou a mão em minha bunda dando um tapinha e disse que já voltava. Olhei o ambiente enquanto tremia de medo de levar pau e mal poderia esperar para ver seus ovões.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A casa era bem de homem solteiro, muito desarrumada e com cheiro de macho em cada lugar. Olhei um quadro que parecia ser de sua falecida mulher e logo ele apareceu me puxando pela mão e me levando até seu quarto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Vem Princesa...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Entrei em seu quarto e vi uma cama arrumada e um guarda-roupa bastante velho que formavam todo o recinto.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- O que você vai fazer comigo? Perguntei.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Não vou te fazer nenhum mal.. Só vamos brincar mais sossegados...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sentamos na cama e começamos a nos beijar intensamente e ele a apertar minhas coxas e me deitar na cama, passando a mão por baixo de minha saia e enfiando os dedos dentro da xotinha molhada. Era um espetáculo voluptuoso, contemplar aquele volume dentro de suas calças e sentir seus dedos cutucarem minha entradinha e se mexerem abrindo espaço entre meus lábios vaginais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Está louca para dar! Não está? Disse carinhoso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Estou louca para conhecer o Zé do Ovão. Falei sentindo seus dedos enfiados dentro de minha intimidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Então você vai ver agora! Ao dizer estas palavras, se levantou tirando os dedos bruscamente de dentro de mim e se pôs a abrir o zíper da calça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tirei as sandálias e me encolhi na cama esperando ver os tão sonhados testículos de cavalo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Veio ver o Ovão foi? Então vem aqui! Falou tirando a calça e mostrando toda aquela “afronta” dentro da cueca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Levantei os olhos e vi o “bolão” de perto dentro da cueca. Era realmente grande e bastante gordo. Temi por um segundo e meu clitóris vibrou atiçando meu tesão ainda mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Nossa! Como é grande! Disse abismada com o tamanho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- É enorme! Vem aqui pegar. Disse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Aproximei-me do monstro assustada. Ele continuava de pé aos pés da cama. Aproximei-me amedrontada e toquei de leve suas coxas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Pode pegar. Sente ele! Disse Zé do Ovão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O volume era mesmo surpreendente, não apenas pelo saco grande, mas pela ereção de Rafael, que mostrava também ter um pênis grande e grosso escondido na cueca estufada de homem excitado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Soltei mais um pouco de lubrificação da xotinha e coloquei minha mão por cima do volume.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com as mãos tocando seu sexo, senti as deformações de seu pênis, assim como a densidade e dureza de seus “ovos”. Ele tirou a camisa e mostrou um peito cabeludo em formato de X e um caminho de pelinhos pretos que terminavam dentro da cuequinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Tira a cueca. Pega nele. Pediu com tesão nos olhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Embrenhei minhas mãos dentro de sua cueca e abaixei-a até os joelhos e vi, então, o tamanho da “ignorância”:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Por Zeus... Disse de olhos arregalados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Todo seu... Será que a “moça de fora” já viu ferramenta igual? Perguntou orgulhoso de si mesmo ao ver-me admirada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Minhas primeiras impressões sobre seu sexo foram a de o compararem a um cavalo, boi, jumento... Algo realmente monstruoso. Entendia agora sua merecida alcunha de Zé do Ovão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Como é grande... Soltei baixinho. Me dando conta do tamanho da “encrenca” que havia comprado!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Seu se você quiser! Disse pegando em meus cabelos e guiando em direção ao seu monstro pendurando entre as pernas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Minhas mãos quase não abarcavam seu sexo e tremi ao aproximar minha cabeça e sentir seu cheiro. Um cheiro indescritível de macho de saco forte e resistente. Diferente de tudo que já houvera visto e cheirado antes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Primeiro, encostei meu rosto sentindo o corpo de seu pau bater na lateral de meu nariz e seu saco no meu queixo e cheirei mais um pouco. Levantei o pênis ereto de cabeçona vermelha e cheirei o saco, com o pênis levantado, encostado em sua barriga.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ah... Isso... Cheira cabritinha...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Alisei com meu rosto seus testículos sentindo todas as deformações e rugas de seus “ovões”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Então, de leve, coloquei a pontinha da língua em sua pele escrotal. Viajei em seu gosto, sentindo as ruguinhas do saco com a ponta da língua, lambendo-o todo, apreciando cada centímetro daquele monstro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Zé do Ovão pegou em meus seios me fazendo tirar a camisa e ficar apenas de saia sem calcinha na cama, e tendo os bicos dos meus seios beliscados por seus dedos enquanto voltava a banhar seu pau com minha saliva, sugando seus testículos com a boca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Mama... Mama... Já fazem uns dias que não gozo... Mama princesa!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Deixei então de lambê-lo e abocanhei um de seus testículos com a boca sentindo enchê-la por completo. Suguei seu saco curtindo o gosto de suor de homem e seus odores masculinos enquanto o masturbava carinhosamente, brincando com a cabecinha e passando um dedinho na abertura de lua do buraquinho de sua piroca de cavalo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Já comeu saco de Boi? Disse olhando para mim, vendo meu deleite enquanto mamava seu saco.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Não consegui responder, estava de boca cheia, me limitei a brincar com a língua em seus testículos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Mama a cabecinha. Pediu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tirei suas bolas de dentro da boca e dirigi a cabecinha de sua pica em direção a meus lábios, não sem antes, cheirar a pontinha e melar meu nariz com seu líquido transparente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Hummm! Que putinha... Linda... Ah... Gostoso. Disse com o pau dentro de minha boca.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Abri bem os olhos enquanto mamava em seu pênis. Era gostoso olhar para os dois acompanhantes gordos e firmes pendurados em seu corpo. O pouco pelo que cobria seus “ovos” acariciavam meus dedos. Era prazeiroso mamar na tora de um homem enquanto acariciava seu saco. O Ponto máximo da virilidade de um macho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Deixa eu te comer um pouquinho... Depois você chupa mais... Pediu já vendo que iria gozar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Tremi minhas pernas e me deitei ainda de saia, puxando-a para cima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Zé do Ovão se colocou dentro de minhas pernas segurando o pau enquanto seus sacos caiam encostando-se no vão de minhas pernas. Senti então, na posição papai- mamãe a cabecinha passar por entre meus lábios vaginais e conseqüentemente o corpo de sua pica tomar conta de meu canal vaginal.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ah... Gemi com uma estocada certeira de Rafael.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Leva rola... Safadinha! Toma!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Senti cada estocada violar meu sexo com força e potência de macho do interior e fechei os olhos curtindo o ventinho que fazia o saco ao bater com força em meu sexo entupido de rola.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Come... Come sua vadiazinha! Pedi.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Gosta? Gosta de rola hein? Ah se eu soubesse antes... Como é gostosa! Tesuda. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Levei umas estocadas fortes, muito fortes e senti que ele logo gozaria. E sem pensar pedi:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Deixa eu ir por cima...Buscaria meu gozo eu mesma...Era mais gostoso assim! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Não precisa nem pedir princesa, vem aqui cavalgar na rola do Zé do Ovão... Vem!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sai de baixo dele sentindo o vazio em minha bocetinha e Rafael se deitou em meu lugar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O vi então de pau duro e o saco esparramado em suas coxas. Acocorei-me guiando seu pau para o fundo de minha xotinha e desci sentada em seu colo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ah... Estaca dura... Gemi sentindo uma dor gostosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Rebola! Rebola putinha de fora... Rebola na minha pica. Pediu segurando minha bundinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Sentada em seu pau tendo tudo aquilo dentro, senti seus testículos fofos debaixo de mim e inicie um “sobe-desce” lento e graduado com pequenas reboladinhas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Gostoso... Me come! Come sua putinha... Come amor... Disse querendo ser puta e menina ao mesmo tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ai... Como é gostosa essa xoxota apertadinha. Sente as “pimbadas”... Sente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Acelerei as subidas e descidas em seu pau, sentindo minha vagina se alargar em conseqüências das estocadas e seus testículos de cavalo amortecerem minhas descidas como uma almofadinha. Era extremamente gostoso sentar em cima de seu saco gordo tendo o pau atolado em meu sexo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Toma! Sente mais. Disse já alterando a voz carinhosa e enfiando mais dentro de mim.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Debrucei-me sobre ele e o beijei na boca sentindo suas penetradas fortes me violentarem a vagina.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Arreganhei-me mais para sentir as estocadas enquanto o beijava gostoso e de repente, sem aviso algum, gozei forte.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ah... Gozei... Gozei amor... Ai gostoso... Disse me tremendo e tendo o carinho de uma mão em meus cabelos e outra abrindo uma banda de minha bunda.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Gozou no meu pau? Foi? Gostou safada? &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Ai... Estou cansada... Goza também... Pedi já acabada com o orgasmo e ainda levando rola.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Vou gozar e encher a “mocinha de família” de porra quentinha.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Deu fortes estocadas, intensas e certeiras, abrindo agora com as duas mãos minha bunda e metendo com força anunciou:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Vou gozar... Senti a esguichada de leite... Sente... O leite do Zé do Ovão vadia!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Agarrei-me fechando os olhos e me apoiando em seus ombros, aconchegando a cabeça ao lado da sua. Senti, então, dentro de mim a esperada enchente de esperma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Toma! Tudo seu! Hum, Ah... Gemeu gozando me enchendo o “papo” de gala&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:12;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:100%;" &gt;Senti os jatos fortes me invadirem a xotinha. Foram 5 jatos ao todo que me deixaram cheia e suja de leite de macho, escorrendo pelo vão de minhas pernas. Relaxei ouvindo sua respiração ofegante. Missão cumprida!&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Minha natureza feminina fez de mim uma menina carinhosa na hora do gozo, e o abracei carinhosamente, dando assistência ao seu prazer. Beijando-o lentamente nos lábios e apertando-o para que sentisse meu carinho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Saí de cima dele, e me deitei ao seu lado encostando minha cabeça em seu peito e ouvindo as batidas fortes de seu coração excitado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;- Nossa... Você é boa menina... A melhor que já tive! E ao dizer estas palavras, me beijou com gosto de cansaço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Descansei um pouco em seus braços pegando ainda em seu saco e sentindo sua masculinidade... Sua porra escorria por entre minhas pernas e adormeci na delicadeza de seu abraço. Fiquei mais algumas horas cheirando seus testículos e brincando com eles com minha boca, sem vergonha de ser mulher e gostar de macho, livre... simplesmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Depois desse dia, passei a namorar escondido com Zé do Ovão.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Encontrávamo-nos todos os dias. Era ajudada por Cremilda, que de certa forma, tinha alcovitado nosso curto, porém, intenso relacionamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando as férias acabaram, juramos amor eterno. Minha tia nunca soube de meus encontros e gozadas na rola de Zé do Ovão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;h3  style="color: rgb(0, 0, 153);font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span  lang="PT-BR" style="font-size:12;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;font-size:130%;" &gt;Lembro que nos correspondemos alguns meses por e-mail... Mas a distância rasteira e ingrata nos separou. Soube há alguns meses que Zé do Ovão casara-se novamente com uma mulata muito gostosa e estava esperando o primeiro filho. Senti um rastro de inveja maléfica percorrer minhas entranhas... Mas nossos mundos eram distintos. E um estado de aceitação abrangeu a recordação e o presente conformando meu coração apaixonado. E o sentimento de perda logo foi substituído pelo da saudade.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 102);" lang="PT-BR"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);font-family:trebuchet ms;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Traçando estas recordações revivo toda a intensidade que foi conhecer um homem simples, de testículos de cavalo: Zé do Ovão e algumas reticências de cheiro característico e sabor agridoce... Inesquecíveis eu diria.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-2167006919469750323?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/2167006919469750323/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=2167006919469750323' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2167006919469750323'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2167006919469750323'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/02/ze-do-ovao.html' title='Zé do Ovão'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SaljVU4YJiI/AAAAAAAAAMw/rQcax2qxUJM/s72-c/esse.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-2075759028963983432</id><published>2009-02-10T10:06:00.000-08:00</published><updated>2009-02-10T10:09:14.154-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='narceja'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>Confissões de uma mulher viciada em leitinho quente: Bebi leite de tora do patrão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SZHCQxcfohI/AAAAAAAAAMQ/6Y14u5r4ktI/s1600-h/l10008851xs7aaa.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 215px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SZHCQxcfohI/AAAAAAAAAMQ/6Y14u5r4ktI/s320/l10008851xs7aaa.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301231829798330898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 51, 102);"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana;"&gt;&lt;span style="font-size: 18px;"&gt;      &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-size: 18px;"&gt;&lt;b&gt;Do meu profissionalismo e caráter, pouco tenho a dizer. A experiência acumulada ao longo dos anos me fizeram  ter sucesso na carreira e a maré das circunstâncias me absolveram de tal ato devasso. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Eu me viciei em mamar na rola do patrão!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Esse vício depravado era mais que uma simples história de tesão entre um homem e uma mulher. Eu estava doente, dependente de esperma e pervertidamente enferma.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;         &lt;b&gt;As recordações dos meus primeiros anos naquele trabalho estão intimamente ligadas ao primitivismo do sexo. Ao fato de me sentir fêmea e de certo modo, submissa a um macho de rola dura.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;b&gt;Trabalhava como analista de sistemas em uma construtora grande da capital. Era chefe do setor de informática da firma e nela já trabalhava há alguns anos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Tudo corria bem, até venderem a firma pra um grupo carioca famoso no mercado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Tudo muda numa situação dessas. Os empregados todos apavorados com a troca da diretoria, temiam a perda do emprego.&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Foram nessas circunstâncias que conheci Dr. Dias, um cinquentão enxuto e bastante atraente para a idade avançada.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Logo no inicio da apresentação da nova diretória, tivemos algumas reuniões e trocávamos apenas palavras profissionais.&lt;/b&gt;&lt;b&gt;  Algumas semanas depois e já estava tudo se normalizando, não &lt;/b&gt;&lt;b&gt;houveram&lt;/b&gt;&lt;b&gt; muitos cortes na firma e assim tudo voltou ao normal na empresa.&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Foi nesse ponto que meu martírio começou!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;      Dr. Dias passou a me olhar estranhamente. Nada profissional, eu diria. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Eu tinha apenas 23 anos na época. Confesso que tinha um corpo muito bem feito com curvas e por causa da malhação, &lt;/b&gt;&lt;b&gt;ficara&lt;/b&gt;&lt;b&gt; gostosa. Seios grandes, umas pernas firmes e um bumbum durinho. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Após perceber o interesse de Dr. Dias em meus decotes, passei a me arrumar mais ainda todos os dias. Era vaidosa, e minha inocência se limitava a receber olhares devoradores e gracejos que só aumentaram conforme o tempo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;         &lt;b&gt;Namorava na época há alguns meses, e declaro, que não tinha outras intenções com o patrão! Alguns olhares maliciosos são suficientes para mulheres &lt;/b&gt;&lt;b&gt;vaidosas&lt;/b&gt;&lt;b&gt; agirem muitas vezes como putas que procuram sexo. E não se dar conta disso, foi meu maior erro.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;       As cantadas, como tinham de ser, só aumentaram com o tempo até chegarem a me incomodar. Dr. Dias me chamava sempre ao seu escritório, sentáva-mos no sofá de sua sala e discutíamos alguns relatórios que apresentava, sempre com ele coçando o pênis por cima da calça, me encabulando.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Odiava suas coçadas sacanas e passei a criar uma ojeriza por aquela criatura que a cada dia se mostrava mais tarado por mim. A noite, transando com meu namorado, surgia a figura do infeliz me comendo. Tentava bloqueá-la com a mente. Mas o desejo, mesmo sendo negado era maior. E passei a me masturbar pensando no coroa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;A situação foi ficando insustentável, até que um dia Dr. Dias chegou com o braço quebrado e uma das mãos com uma atadura. Disse-nos que houvera caído da moto.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Naquele dia, ele piscou o olho pra mim e me comeu costumeiramente com os olhos. Confesso que minha boceta já se melava toda. Tremia a qualquer aproximação daquele homem, e ele parecia perceber. E foi naquele dia que meu vício começou.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Narceja, venha a minha sala no fim do expediente, preciso ler contigo os relatórios do final do mês, não entendi algumas coisas. Disse sério.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Confirmei com a cabeça e lá estava eu batendo a sua porta no final do expediente, enquanto todos se preparavam pra saírem.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Mesmo sentindo culpa, eu sentia prazer em estar ali, achava que se ele me comesse, tudo seria culpa dele e eu seria apenas uma pobre vítima assediada pelo patrão. Parecia criar desculpas pra não admitir que minha vontade era de ser dele, &lt;/b&gt;&lt;b&gt;de&lt;/b&gt;&lt;b&gt; ser pega a força, &lt;/b&gt;&lt;b&gt;e&lt;/b&gt;&lt;b&gt; me castiguei mentalmente quando desejei ser estuprada por ele ali na sala. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Desejei ser&lt;/b&gt;&lt;b&gt; puta e usada por aquele homem.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Entra. Disse sentado-se no sofá.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Entrei e sentei-me perto dele trazendo as pastas com os referidos relatórios e já me preparando pra&lt;/b&gt;&lt;b&gt; explicá-las, quando&lt;/b&gt;&lt;b&gt; ele fez sinal com a mão atada pra parar:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Narceja, você sabe que estou maluco por você não sabe? &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Como, Dr.?! Disse assustada.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Não aguento mais ficar sem você. Insistiu.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Por favor Dr... Pedi querendo mudar de assunto.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Preciso ir ao banheiro..Você pode me ajudar? Pediu.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Ajudar, como assim? Suspeitei já me excitando.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- A abrir a minha cal&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ça. Não consigo como estou e preciso urinar...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;      Engoli a seco. Se aceitasse estaria consentindo em ser puta dele, sabia disso. Não era certo! Meu namorado estava me esperando e resolvi não pensar nas consequências, era tudo muito rápido para pensar e acabei aceitando morrendo de vontade de ver seu pau. Pensar muito nessa situação alteraria o rumo das coisas !&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Vendo que eu havia aceitado, sorriu e disse sem pudores:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Vou te tratar muito bem Narceja, você vai subir cada vez mais na empresa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Levantei com a calcinha melada e segui com ele até o banheiro, tímida e calada, submissa. Parecia enfeitiçada por aquele homem.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;Chegamos perto do vaso e ele pediu pra abrir a tampa do mesmo. Assim o fiz e logo ele me deu um beijo, e depois falou no meu ouvido: - P U T A!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Desabotoei seu cinto e abri sua calça, hipnotizada por ele. Pela situação.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;- Agora pega ele. Pega minha putinha. Pega.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Peguei na cueca cheia e &lt;/b&gt;&lt;b&gt;meti a&lt;/b&gt;&lt;b&gt; mão dentro da mesma pegando o pênis “meia Bomba” do Dr. Dias, e tirando-o pra fora aproximei-o do vaso observando a água no fundo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Nossa... Estou com tesão. Disse.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Devagar, você está apertando, sai já... Disse olhando pra mim com desejo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;Segurando em sua pica e esperando o xixi sair, me senti extremamente satisfeita em estar servindo-o e ao mesmo tempo curtindo a situação.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Vai sair... ai... Disse aliviado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;E vi seu líquido prateado sair da cabeça do pau e ir parar dentro do vaso. Um jato forte e potente. E eu ali segurando sua ferramenta... Pareceu-me que foi ali que me curvei àquela piroca grossa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Quando terminou de &lt;/b&gt;&lt;b&gt;urinar&lt;/b&gt;&lt;b&gt;, pediu pra balançar, o que fiz prontamente embriagada de desejo e submissão. Eu estava aceitando ser sua puta daquele dia em diante.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Limpa a cabecinha. Pediu.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Soltei um pouco seu pau e com sabonete da pia, ensaboei a pontinha do dedo e voltei a segurar seu pau e a massagear a cabecinha, limpando em seguida com papel higiênico.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;b&gt;Nessa altura seu pau já estava duro e potente. Cheio de veias grossas e um saco forte cinza e &lt;/b&gt;&lt;b&gt;engelhado&lt;/b&gt;&lt;b&gt;, com cabelos finos e rebeldes.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;- Ai que gostoso... Disse sem me sentir, vendo aquele poste fincado em seu corpo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Ajoelha putinha. No chão. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Mama&lt;/b&gt;&lt;b&gt; de joelho, vai.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Automaticamente, ajoelhei e olhei pra seus olhos, vi aquele rosto com aquele pau no meio da minha visão. Um rei, e eu a serva.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Mama puta! Pediu.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;b&gt;Abri a boca e coloquei aquele ferro dentro dela. Sugava a cabecinha com força querendo arrancar-lhe prazer e gozo. Sim, não teria dúvidas que ele gozaria na minha boca, e isso me encheu de desejo e vontade.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;- Olha como você é putinha, cadelinha... Disse olhando o meu reflexo no espelho com a boca cheia de pica. Estar ali de joelhos e mamando em seu pau fazia sentir –me fragilmente fêmea de um macho.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;     E mamei com forca, segurando em suas bolas e masturbando-o com força, esperando o leite quente dentro do saco. Eu queria tomar aquele leite. Era uma questão de honra para mim. Afinal, ele era o Chefe, e isso me atiçava os hormônios.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Ai...Vou gozar... Bebe meu leitinho putinha... bebe...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Me dá, me dá... Pedi com a língua pra fora.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Dr. Dias pegou o pau e bateu com ele na minha cara com força, depois meteu na minha boca apertando meu nariz e segurando minha boca disse:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Toma sua Puta - Safada... Vagabunda... Vai beber leite sempre... Cadela... Ai... Vou gozar... bebe tudo!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;      Abri a boca sentindo seus jatos na minha garganta forte tratando de engolir gota por gota até que ele me soltou, e tirando o pau da minha boca, me deu um tapinha na cara e melou meu rosto com o resto de porra que escorria da cabeça do pau.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;O cheiro de água sanitária e o gosto salgado me fizeram colocar a mão dentro da calcinha e arrancar de mim meu próprio gozo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Sentia-me puta daquele homem, uma puta &lt;/b&gt;&lt;b&gt;com&lt;/b&gt;&lt;b&gt; barriga cheia de porra.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;-Ai... gostosa... Mamou tudo, hein? Vadia... Gostou da papinha?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;-Gostei muito... disse baixinho.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Por hoje é só... Vai pra casa... Amanhã vou dar mais leitinho. Disse.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Levantei meio humilhada e com vergonha de meus atos e ele acrescentou:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;-Coloca ele dentro da cueca e fecha a calça, não posso sair de pau de fora...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Obedeci suas ordens e sai de sua sala... Orgulhosa e com um sorriso estampado na cara. Parecia-me orgulho ter tomado do leite do chefe. Estava orgulhosa de mim mesma, uma satisfação inexplicável tomou conta de meu espirito.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;No dia seguinte, entrei na empresa tímida, parecia que todos olhavam pra mim, que todos sabiam. Fui pra minha sala e fiquei trabalhando, esperando a ligação do Dr. Um sinal... qualquer coisa... Mas ele não me procurou aquele dia...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;No final do expediente, disse que queria falar com ele e a secretária disse que ele estava sem tempo, que trataríamos disso amanhã.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Sai arrasada, me sentindo humilhada, usada... Chorei a noite inteira me culpando, me sentindo suja...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;        &lt;b&gt;Voltei disposta a pedir demissão, e dei entrada &lt;/b&gt;&lt;b&gt;no&lt;/b&gt;&lt;b&gt; departamento pessoal assim que cheguei à firma.&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Fui pra minha mesa pegar minhas coisas, estava decidida. Até que meu telefone toca, era a secretária do Dr. Dias mandando eu ir até sua sala.&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Com os olhos vermelhos de chorar segui até sua sala, e ele me recebeu assustado. Assim que entrei desabei a chorar como uma menina.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Dr. Dias, fechou a porta e me abraçou, sentando-se no sofá, e me colocando em seu colo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;- O que foi Narceja? Por que quer a demissão? Foi tão gosto &lt;/b&gt;&lt;b&gt;anteontem.&lt;/b&gt;&lt;b&gt;.. Não foi?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Me sinto mal...Disse soluçando de chorar.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Qual o problema meu anjo? Sou casado e você tem namorado...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;Continuei chorando me abraçando com ele até que disse:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Quer mamar mais um pouco pra se acalmar? Quer princesa?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Abraçadinha com ele, me sentindo menina, falei baixinho... Posso mamar sempre que quiser?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Pode, sempre... Vai ser minha bezerrinha e vou te dar leitinho todo dia... É isso que você quer Narceja?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;      Balancei a cabeça confirmando, e desci até suas pernas tirando seu pau de dentro da calça e cheirando, ainda, com o rosto molhado de lágrimas, sua cueca.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Bebe Narceja... Bebe leitinho minha putinha... Faz a ordenha...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;Tirei seu pau de dentro da calça e iniciei a mamada. Como era bom sentir aquele pênis dentro de minha boca, parecia que necessitava daquele cheiro forte de pau mijado e aquele saco grande balançando perto do meu rosto. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;       E por entre suas pernas, no seu escritório, mamei como puta, carente de leitinho quente. Sentia minha língua percorrer as deformações de seu pau, e enfiava cada vez mais em minha boca, mamando e tentando tirar o leite de dentro do seu saco. Gostava do gosto que ele expelia, do líquido pré-Gozo de sua lubrificação transparente, do cheiro de testículo que passou o dia preso dentro da cueca, com os odores da urina e do suor natural de homem, da cabecinha cogumelo, que penetrava meus lábios completando minha boca. Parecia uma questão de honra ordenhar em seu cacete.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;- Vai safada... Puta... que mamar vagabunda... Vai porra... Vou encher essa boca de porra quente... Abre pra eu ver... cadela...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;b&gt;Abri a boca e esperei suas batidinhas no meu rosto, a surrinha de cacete no rosto e os tapinhas que me dava nas bochechas enquanto batia com a cabeça do pau em meus lábios dizendo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Gosta de pica hein? Putinha... Abre a boca cabrita... Vai beber leite do tio... Vai cabrita... Bebe tudo... Se cair uma gota apanha. Disse fodendo minha boca com força e puxando meus cabelos num vai e vem contínuo até soltar o primeiro jato de porra quentinha e grossa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;b&gt;Por entre suas pernas, suguei cada jato com força, orgulhosa por estar mamando na rola do chefe. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;     &lt;b&gt;Depois de beber tudo, fiquei um tempo ainda no chão de sua sala por entre suas pernas mamando o pau murcho e limpando seu saco, embaixo dos testículos, brincando com a língua em seus pêlos pubianos encaracolados e ainda melados de sêmen fresco.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Melhor? Agora que se alimentou? Perguntou me levantando e me colocando em seu colo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Sim, disse abraçando-o forte...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;- Você é somente uma menina Narceja... Vai mamar todo dia a partir de hoje! Prometeu.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;     E assim me viciei em seu esperma diário. Sentíamos uma cumplicidade mútua nesse meu vício pervertido. Passei a mamar em sua rola quase que diariamente, quando passava mais de dois dias ameaçava pedir demissão. Dr. Dias, era paciente comigo, sabia que estava viciada e doente, não sabendo como me tratar, mantinha meu vício me dando boas golfadas de leite e deixando-me sempre cheirar seu saco e beijar sua cueca do dia.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;b&gt;Passei muitos meses vivendo esse vício, me angustiando quando não mamava em sua rola. Chegava a entrar em depressão quando meu patrão viajava de férias com a família. Brigava com meu namorado, ficava agressiva, chorosa e extremamente sensível quando não mamava.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;Cheguei a me humilhar pedindo pra beber seu leitinho e assim vivi vários meses até que reconheci minha verdadeira condição &lt;/b&gt;&lt;b&gt;de&lt;/b&gt;&lt;b&gt; dependente e viciada &lt;/b&gt;&lt;b&gt;por&lt;/b&gt;&lt;b&gt; esperma &lt;/b&gt;&lt;b&gt;do&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Dr. Dias. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;b&gt;Pedi demissão acompanhada de meu namorado e mudei de cidade. No inicio foi difícil, não bebi leite nem o  do meu namorado por várias semanas. O novo cotidiano foi meu aliado nessa batalha e consegui me libertar dos meus pensamentos devassos, envolvendo o pênis e os testículos, assim como o esperma cheiroso de Dr. Dias. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;       &lt;b&gt;Nunca mais vi Dr. Dias e nem sei o que aconteceu com ele... Penso que hoje deva estar próximo dos 60 anos e ainda produza leitinho quente em seus testículos gordos, cinzas e engelhados de uma pele fina e peluda.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;      &lt;b&gt;Sou oriunda de uma espécime rara caracterizada pelo primitivismo latente de sensações e percepções sexuais intensas, marcadas pelo vigor da paixão heterossexual.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;     &lt;br /&gt;     &lt;b&gt;Ainda agora, anos depois, busco explicações plausíveis para o que vivi, e nenhuma resposta convincente esclarece meu vício por mamar na tora do Dr. Dias.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 153);"&gt;&lt;br /&gt;   &lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;****************************** &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro. &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;http://www.narcejacontos.com/ &lt;/p&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965 &lt;/p&gt;&lt;span style="font-family: Tahoma;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 153);"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-2075759028963983432?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/2075759028963983432/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=2075759028963983432' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2075759028963983432'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2075759028963983432'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/02/confissoes-de-uma-mulher-viciada-em.html' title='Confissões de uma mulher viciada em leitinho quente: Bebi leite de tora do patrão'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SZHCQxcfohI/AAAAAAAAAMQ/6Y14u5r4ktI/s72-c/l10008851xs7aaa.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-2205001210873484422</id><published>2009-02-07T02:57:00.001-08:00</published><updated>2009-02-07T03:00:04.730-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto erótico'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='narceja'/><title type='text'>Mostrei como gozo : Gemi alto sentindo seu pênis atravessar meus lábios vaginais</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SY1pSBLOn8I/AAAAAAAAAMI/nPZ6BoQuPN4/s1600-h/casal.back.ptobco.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 256px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SY1pSBLOn8I/AAAAAAAAAMI/nPZ6BoQuPN4/s320/casal.back.ptobco.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5300008094759034818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 102, 102); font-family: verdana;"&gt;“Nós mulheres temos a tarefa de ensinar nossos homens a serem bons de cama.” &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(255, 102, 102); font-family: verdana;"&gt;(Narceja) &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;Por Narceja &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       Por cima de mim, na posição digna de papai-mamãe, bufou baixinho comunicando a gozada: &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ah Amorzinho, estou gozando! Anunciou despejando todo o leite acumulado em seus ovos durante a semana. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Ao sair de cima de mim, me aconcheguei em seus braços repousando minha cabeça sobre seu peito. Percorri com minha mão todo o seu corpo acariciando-o com afeto. Não sei porquê, mas um sentimento de intolerável frustração e tristeza se apoderaram de minha alma. Eu não havia gozado! Nem poderia, eu o amava a tal ponto de camuflar-me como mulher. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Durante aquelas semanas que passamos juntos não gozei, fingia orgasmos por amor e escondia minha natureza sexual por repressão moral e inconsciente de Caio. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;Já era hora de mudar as coisas. Correria sim um risco em mudar meu comportamento anulado pelo seu machismo dissimulado. Poderia perdê-lo por completo ou voltaria a gozar e me sentir mulher. Era tudo ou nada e resolvi colocar meu plano em prática. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       Acordei cedo naquela sexta feira e mandei entregar-lhe flores no trabalho com um pequeno bilhetinho que dizia: &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(255, 102, 102); font-family: verdana;"&gt;“Oi amorzinho lindo, &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(255, 102, 102); font-family: verdana;"&gt;Gostaria hoje de senti-lo dentro de mim. Aqueça o ferro, hoje quem comanda sou eu. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(255, 102, 102); font-family: verdana;"&gt;Estou lhe esperando em seu apartamento, chegue cedo e traga seu saco cheio. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(255, 102, 102); font-family: verdana;"&gt;Não me chame de Narceja, meu nome é mulher.” &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       Lançada a sorte, esperei a repercussão, que foi imediata. Caio me ligou assim que recebeu a encomenda: &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ficou doida? Disse rindo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Eu sou doida. Não seja covarde. Hoje você não tem vez! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Estou curioso, seu bilhete me deixou de pau duro. Disse sorrindo e se mostrando relaxado. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Traga-o duro. Vou precisar dele. Avisei, me despedindo e mantendo o mistério. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Passei a tarde me preparando para a noite. Cheguei ao seu apartamento no final do dia e tratei de colocar meu plano em prática. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Vinho, ele precisava beber pra relaxar e não se assustar comigo. Preparei a garrafa e a música francesa para entrar no clima. Abri a minha bolsa levando o pacote que havia trazido e segui em direção ao quarto preparando a cama. Escondi atrás do travesseiro, a venda e o leite condensado. A desculpa que precisava para chupar seu pênis sem receber a alcunha ingrata de puta e, assim, continuar amando e mamando sem maiores repressões machistas por parte de Caio. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Dissimulada, olhei-me pela terceira vez no espelho. Vestia um vestido curtinho rosa com um decote tentador. Usava salto alto, jóias leves que combinavam com o perfume. O cabelo longo, solto e uma maquiagem sutil e precisa. Uma mulher delicada, ingênua e apaixonada, vestindo uma minúscula calcinha enfiada no rego e sem sutiã, era o que ele encontraria pela frente. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Ouvi a chave virando na fechadura da porta principal. Corri até ela e o vi chegar trazendo com ele um volume tentador dentro da calça social. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ual, nossa Amor, você está linda. Vem cá, Narceja! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Dirigi-me até ele e o beijei femininamente com pequenos beijinhos na região dos lábios, enquanto ele tentava penetrar minha boca com sua língua. Chupei seus lábios mostrando que hoje eu dominava, e sua língua se confinou em sua boca esperando meus comandos. Após os beijinhos nos lábios, toquei-os em seguida com os dedos, alisando-os e coloquei minha língua em sua boca, sem pressa e com a total atenção as sensações de seu corpo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;Chupei sua língua, mostrando quem mandava aquela noite. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       Chamei para o sofá onde servi-lhe uma taça de um bom vinho tinto, enquanto namorávamos bebendo e acariciando-nos. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Caio, macho de natureza dominante, já tentava me pegar e impor seu papel de homem. Mas não permiti, mostrava-o com gestos que eu estava no comando. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;Afinal, mostrar para o homem que ama que você é puta na cama e ainda manter o respeito, não é tarefa fácil. É preciso perversão! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Depois de umas taças de vinho, Caio já estava relaxado o bastante para permitir que sua amada namorada virasse puta sem a repressão habitual de homem machista. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;E o levei até a cama, enquanto era bolinada na bundinha por suas mãos apressadas. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;      O empurrei na cama com força e caí por cima dele. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ual, o que está acontecendo com você amor? Perguntou estranhando meu comportamento. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Calado Caio, quem manda hoje sou eu. Isso é amor! Claro, precisava achar um culpado para poder me liberar como mulher e matar minha fome de cacete. Ninguém melhor que o amor, a culpa era toda dele. E com esse álibi consegui que Caio aceitasse meus comandos sem reclamar. Eu iria mostrá-lo como gostaria de ser comida. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Deixei-o deitado na cama e sentei por cima de seu “bolão” preso dentro da calça. Tirei sua gravata dando beijinhos em seu queixo e estimulando-o: &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Amor, hoje eu quero ser sua putinha... Primeira palavra chula no nosso vocabulário. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Nossa Narceja... Estranhou. A palavra puta não cabia em nosso morno relacionamento. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Só sua... Uma putinha só sua. Sim, precisava mostrá-lo que seria exclusivamente sua puta e assim preservar o respeito em nossa relação. Afinal, ele não era uma rola quebra-galho, era meu namorado. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; E com essas promessas de exclusividade, tirei sua roupa deixando-o apenas de cueca branca boxer. Tirei em seguida meu vestido devagar, para que ele acompanhasse meu corpo sendo entregue. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Apenas de calcinha, voltei a ficar em cima dele e entre beijos peguei a venda escondida atrás do travesseiro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- O que é isso Amor? Perguntou na tentativa de resistir ás minhas intenções. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Calado Caio! E vendei seus olhos beijando-o nos lábios e acariciando sua língua com sofreguidão. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Beijei seu queixo e fui descendo pelo seu peito, tendo o cuidado de deixar meus cabelos repousarem sobre seu corpo e acompanharem minha trilha do desejo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;Parei em suas aureólas e as beijei. Suguei o biquinho de seu peito deixando-os firmes. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; E voltei a caminhar com beijinhos, chupadas e mordidas na pele até chegar ao seu umbigo peludo. Vi a mata lá embaixo ainda coberto pela cueca, e o volume dentro da mesma. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       Suava frio no vão de minhas pernas e minha xotinha já chorava de carência peniana. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Passei a mão sobre a calcinha e enfiei um dedinho dentro da xaninha. Estava ensopada e melada por um lubrificante natural e de cheiro agradável. Alisei o clitóris sentido as deformações da carne adulterada por pirocas passadas e senti na pequena vagina, a ânsia de gozar levando ferro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; O perfume de homem emanava forte de seu pênis enchendo meus pulmões de desejo e fúria primitiva, fome de sentir-me fêmea mamando na rola do meu macho. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Assim você me deixa louco... Disse já movimentando o quadril, certamente sentindo dor no saco. Vontade de evacuá-lo logo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Vi o elástico da cueca molestando seus pêlos pubianos, e a tirei, mas não sem antes morder seu pênis duro dentro da mesma. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;Arrastando sua cueca por suas pernas, sendo ajudada por ele, vi seu saco caindo por cima de seu ânus quando levantou as pernas para facilitar meu trabalho. Aquela visão tão íntima de um homem de perna aberta e exposta, com o saco descansando próximo ao reto, recoberto por uma selva inexplorada negra, me fizera salivar como um animal faminto. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Sentindo seu cheiro, subi novamente até seu peito beijando-o até chegar a sua boca e peguei o leite condensado, ainda, atrás do travesseiro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Abre as perninhas amor. Pedi com voz de menina mansa. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;Ele não disse nada, parecia relaxado e a fim de me deixar fazer o que quisesse com seu corpo. Abriu as pernas como macho, expondo pra mim os “ovos fartos” e o pênis ereto de cabeça vermelha, duro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Segurei com minha pequena mão seu pau grosso, cheio de veias visíveis e saltitantes. Abri o tubo de leite condensado e coloquei um pouquinho na cabecinha, uma gotinha apenas. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       E provei com a língua massageando o furinho da cabecinha da chapeleta. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Hum... O que pretende? Gostoso amorzinho... Disse gemendo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Amor, vou aprender a mamar no seu pênis. Quero ser sua por completo. Disse fingindo inexperiência. É simples, fingimos inocência e eles fingem que acreditam. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       Sentia pelo tato as deformações do corpo do pau, as veias grossas e o saco peludo e bastante denso, se enchendo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ai... Amor, que surpresa gostosa...Vai ser minha putinha mesmo vai? &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Sim, serei só sua putinha. Uma putinha que faz tudo na cama! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Isso que eu sempre quis... Uma puta na cama, só minha e uma dama na sociedade. Chupa amorzinho, chupa! Falou mansinho de tesão. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Aproveitei que ele estava me liberando pra sentir prazer sem culpa e melei a cabecinha completa do pau com o leite condensado, caindo, em seguida, de boca em seu cogumelo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Senti um prazer gostoso em estar com a boca entupida de pênis com gosto docinho.Alisei com a língua o cabresto que liga o corpo a cabecinha do pênis e chupei devagarzinho ali, ouvindo seus gemidos e sua pulsação peniana, contorcendo-se por inteiro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Era bom sentir o domínio da situação, mostrar como gostava de sentir prazer, mamar e amar ao mesmo tempo, sem culpa e sem medo. Livre! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ai, Gostosa, assim você acaba comigo... Ai amorzinho, estou quase gozando... &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Amor, quero te comer agora... Te comer com a minha boceta. Disse. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Come, vai faz o que quiser meu amorzinho... Me usa! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Usando-o estava buscando o meu prazer de gozar. E assim, tirei a calcinha dando mais uns chupões no saco e enchendo a minha boca de homem para sentir-me fêmea, e segurando seu pau posicionei-o em direção a minha xotinha, que já clamava por pênis. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Isso... Ai senta... Sa... Não ousou dizer. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ai amor... Sou sua Safadinha, sua putinha... Ousei dizer essas palavras com o intuito de ajudá-lo a se soltar e a ensiná-lo como eu gostava. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Com a vagina encostando na piroca, fui descendo devagarzinho, sentindo os lábios vaginais se abrirem dando espaço ao intruso duro e grosso. Desci mais um pouco sentindo a cabeça de seu pau passar pelos meus lábios vaginais e o corpo entrando, deslizando fácil pela excitação natural que meu corpo expelia, até que sentei em seu colo com a xaninha entupida de ferro e gemi alto rebolando o quadril. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ai... Gostosa... Gosta de uma pica, hein amor? Me come vai. Me come Narceja. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;       Fundida em Caio inicie meu rebolado em seu pênis objetivando nosso prazer. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;Suguei com a boceta seu pau dando pequenas mordidinhas e apertando com os músculos vaginais o corpo do cacete. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ai... Gostosa... Ai... vou gozar... &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Ainda não... Deixe-me gozar primeiro! Disse mostrando-o pela primeira vez que queria gozar e dessa vez gozaria mesmo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Apressei as reboladas subindo e descendo em sua rola, controlando meu prazer, esfregando o corpo do pau no clitóris e colocando-o em seguida novamente no buraco, buscando meu prazer: &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Quase amor... Só mais um pouco e gozo. Pedi vendo que a qualquer momento ele soltaria seu leite dentro de mim. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Acocorada e tendo minha boceta penetrada até o talo iniciei o movimento brusco de subida e descida enquanto me masturbava buscando o gozo. Estava quase lá, precisava de mais, só mais um pouco e gozaria em sua rola. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Amor... Bate na minha bundinha, bate... Me chama de Puta que eu gozo! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Caio deu uma palmadinha na minha bundinha e acelerou também as estocadas, tomando o controle da situação, motivado pelo tesão que sentia. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;- Assim, que você gosta minha Putinha, é? Assim... Sente lá dentro... Ai... estou te comendo... Sente seu macho, sente minha Puta! Disse se livrando da venda. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Mais duas palmadinhas enquanto levava na xota e com a ajuda de minha masturbação clitoriana, gemi alto rebolando espetada em sua piroca e então gozei gemendo alto feito puta de rua, sem mais me importar com nada... &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Logo em seguida senti os jatos de porra me melando por dentro... Enchendo minha vagina de esperma quente. Caí por cima de Caio, arrasada e feliz... De missão cumprida! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Caio me pegou no colo e me abraçou com força, mostrando que me amava mais ainda e que nossa relação mudaria daquele dia em diante, pois ele sabia agora como eu gostava de ser saciada. Havia passado as instruções pra ele e nunca mais voltei a simular orgasmo por amor. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Beijamo-nos e me senti protegida em seus braços acolhedores, enquanto sentia minha xaninha chorar cheia de leite. Era gostoso sentir o esperma de meu namorado dentro de mim me completando e me fazendo sentir mulher. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Entrelaçamos nossas pernas e dormimos abraçadinhos a noite inteira, sentindo o corpo quente de um a aquecer o outro. Nos meses que passamos juntos não o trai e nem pensei uma única vez em pular a cerca, afinal ele me satisfazia. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; Os homens estão, na cama, à nossa mercê, basta apenas que saibamos passar as instruções e ensiná-los que: Homem só tem permissão de gozar depois da mulher! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;****************************** &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;Todos os direitos reservados. Proibida sua reprodução total ou parcial, bem como sua cessão a terceiros, desta obra sem a autorização da autora, segundo versa a Lei nº 9.610/1998. Violar os direitos do autor constitui crime e está sujeito as penalidades de acordo o art. 184 do Código Penal Brasileiro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;http://www.narcejacontos.com/ &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 102, 255); font-family: verdana;"&gt;http://www.orkut.com/Main#Community.aspx?cmm=54214965  &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Minha comunidade no orkut :http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=54214965&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4898780815604834732-2205001210873484422?l=narceja.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://narceja.blogspot.com/feeds/2205001210873484422/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=4898780815604834732&amp;postID=2205001210873484422' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2205001210873484422'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4898780815604834732/posts/default/2205001210873484422'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://narceja.blogspot.com/2009/02/mostrei-como-gozo-gemi-alto-sentindo.html' title='Mostrei como gozo : Gemi alto sentindo seu pênis atravessar meus lábios vaginais'/><author><name>Narceja</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17086583419811437174</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='27' height='32' src='http://bp0.blogger.com/_l0uu7gB9pfU/SFd9NBqTLDI/AAAAAAAAADo/9l0aONjszvA/S220/Unbenannt1hagfr.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SY1pSBLOn8I/AAAAAAAAAMI/nPZ6BoQuPN4/s72-c/casal.back.ptobco.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4898780815604834732.post-5617043922705229838</id><published>2009-01-29T11:21:00.000-08:00</published><updated>2009-01-29T11:24:19.262-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sexo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conto erótico.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cafuçu'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='narceja'/><title type='text'>O Cafuçu: Dois meses sem trepar... E acabei com a boceta encharcada de esperma</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SYICVipd3HI/AAAAAAAAAMA/k66wsouMl3A/s1600-h/Quatromaosdddd.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_l0uu7gB9pfU/SYICVipd3HI/AAAAAAAAAMA/k66wsouMl3A/s320/Quatromaosdddd.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296798680842361970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;Por Narceja  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;“Existem seres de naturezas impróprias para a civilização moderna vivendo entre nós. Não se sabe ao certo como estas “proezas” invadiram nosso meio social se alastrando e tomando espaço em toda a sociedade brasileira. Meu propósito imediato é apresentar ao mundo esses seres que recebem a merecida alcunha de “Cafuçus” ".(Narceja) &lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      Do meu quarto dava para ver a praia e o desperdício de energia masculina, o Futebol. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;     - Narceja, coloca o biquíni, a praia está cheia de Boy. Corre mulher! − disse meu amigo Fred. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Coloquei um biquíni cortininha combinando com uma chinela de dedos e soltei o cabelo descendo pra praia. Eu estava no Espírito Santo hospedada em um hotel na praia de Camburi. Férias! Nada melhor do que levar na buça. E estava precisando urgentemente de umas bombadas fortes. 2 meses sem sexo... Minha situação não era das melhores. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Chegando a praia olhei em torno de mim admirada com a quantidade de homens bonitos, correndo, se bronzeando, jogando vôlei, perdendo tempo correndo atrás de uma bola, enfim, eram muitas as distrações. Coloquei com Fred minha toalhinha na areia e me sentei olhando as pernas dos jogadores. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - A praia parece que vai prometer! − disse meu amigo rindo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Vai mesmo... &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - “Rachada”! Mulher! Você está vendo aqueles machos jogando? &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Claro, estou de olho nas pernas deles. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; E realmente estava. Aquelas pernas grossas e suadas dos movimentos rápidos e brutos me levavam a imaginá-las entre as minhas, forçando o bruto para dentro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Olhei minha xotinha pequena dentro do biquíni, parecia implorar por banho de leite. Cheguei a ter pena da coitada... 2 meses... As teias de aranha já estavam tomando conta! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Putz! Olha lá “Racha” o grupo que chegou! − apontou meu amigo com o queixo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Foi quando o vi pela primeira vez em meio aqueles outros corpos bronzeados e quentes: Camiseta regata, bermuda larga, boné de uma banda de rock qualquer, óculos rayban, um cordão da cor ouro (tudo falsificado, claro!) e uma audaciosa pochete vagabunda tão grande quanto a “mala” que ele carregava entre as pernas. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Narceja que homem é aquele... Mulher de Deus! – admirou-se meu amigo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Meus líquidos vaginais ferveram na hora quando olhei para seu “pacote” dentro da bermuda . Imaginei o cheiro daquele saco quente, gordo de leite e sujo da areia da praia. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Será que estamos olhando pra mesma coisa? − suspeitou meu amigo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Acho que sim... Estou olhando para aquele moreno forte. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; - Como é? Espera aí, pára tudo e chama a Nasa! Mulher! Eu estou falando do moreno estilo Gianecchini... Você está olhando pra aquele ali?!? − disse virando minha cabeça para o lado em direção a um moreno alto, magro e bastante sarado. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Fred, eu estou olhando é para aquele cara de bermuda colorida! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - O Cafuçu?!? − perguntou espantado. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Como?? − indaguei curiosa. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Mulher aquilo é um Cafuçu!!! Bruto, burro, fútil, grosso, ignorante, roceiro, inábil, cafona, feio e gordo! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Ficou maluco? Onde você está vendo gordura ali... O cara é forte... Eu o acho gostoso! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Mulher... E aquela pança em cima do pau? &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Não exagera... Ele só não é magro. Tem músculo, olha lá! − disse admirando-o. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; - Isso é um Cafuçu de quinta, dê-se o respeito! Você deveria era ter vergonha na cara, toda fina atrás de uma tranqueira dessas... Ainda deve ter “queijo” no pau... Eca!! Com essa vou nadar... − disse levantando-se em direção ao mar. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Coloquei os óculos escuros e fiquei admirando o moreno. Ele estava num grupo de 5 amigos perto de uma Barraca de praia. Estavam sentados na mesa. De longe, notava a movimentação do cara. Ora levantava da cadeira e brincava com os amigos, ora gargalhava alto chamando a atenção das pessoas em sua volta. Sentada na praia abaixava os olhos e olhava o biquíni suado tapando minha pequena xaninha careca. E voltava a olhar para o moreno. Que agora de pé, passava vez por outra a mão no pau coçando-o sem cerimônias. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Fingi que ajeitava o biquíni e passei os dedos na cortininha que cobria minha boceta. Estava úmida. Cheirei os dedos e continuei olhando o cara. O medo dele sumir da minha vista foi tomando conta do meu corpo que parecia ansiar por rola.. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Ei Narceja... Ainda está de olho no Cafuçu? − perguntou meu amigo chegando molhado e sentando-se do meu lado. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Pior que sim! Ele é demais!Olha só... Deve ter uma rola... Olha o “embrulho” dele! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Dá pra ele então! Deve ter pau grande mesmo. É cafuçu! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; As palavras do meu amigo ficaram martelando na minha cabeça. Imaginava o volume dentro da cueca. A posição da pica, se pra direita ou se pra esquerda descansando em cima dos testículos. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      “Deve cheirar bem...” − pensei! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Foi quando passaram duas meninas pelo grupinho de amigos. Ele levantou os óculos pretos e olhou pra bunda das meninas. Respirei fundo e melei-me toda. Estava precisando de rola e de uma foda forte. Levantei e sorri pra meu amigo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Não tem jeito mesmo! Vai mulher... Vai se acabar na rola do Cafuçu! − disse rindo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Vou mesmo! − saí sorrindo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Paga a cerveja pra ele, que ele te come. − disse Fred brincando. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Caminhei em direção ao grupo. De óculos escuros vi a primeira movimentação de um amigo dele que fez sinal para os outros olharem. Então vi o moreno olhando e desejando-me. Levantei os óculos enquanto passava pela mesa deles, o olhei em seus olhos oferecendo-me e dirigi-me até o balcão. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Os amigos ficaram zoando com o moreno, incentivando-o a falar comigo. Claro, homem querendo ou não, na frente dos amigos, tem que provar que é macho. Disputa entre pênis... Normal, no mundinho masculino dos Cafuçus. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;E lá veio ele aproximando-se de mim no balcão. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;     - Um coco por favor! Pedi abrindo a carteira para pagar. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;     - É por minha conta. − disse gentilmente querendo me comer. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; - Não. Deixa que eu pago. Mas, o que acha de me convidar para uma cerveja? − disse me tremendo toda com a aproximação do cafuçu. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;     Minha vontade era levar ferro ali mesmo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Nova aqui? – perguntou-me acompanhando até uma mesa da barraca. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Sim, estou hospedada em um hotel perto daqui. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; E iniciamos um papo acompanhado de uma cerveja. Soube que chamava-se Emanuelson, mas que se auto apelidara de Manin. Ele era “empresário”, sócio de uma barraca de coco e estava de folga hoje. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Profissão: Descascador de coco. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Falava gírias que eu fingia entender e achar interessante. Olhava para seu queixo grande e barbudo. Uma barba ralinha. Os braços eram fortes e grossos. Parecia ter força viril na cama. Senti minha vagina vibrar e espumar novamente dando sinais nítidos de necessidade de pica. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Enquanto conversávamos tentava rir de suas piadas sem graça... Minha mira era seu volume dentro da bermuda. Chegava quase a sentir o cheiro de dentro da cueca e a imaginar aquele homem de feições másculas em cima do meu corpo delicado e frágil, possuindo-me, usando-me, comendo-me. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Estou um pouco cansada... Vou para o Hotel. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Quer visitar minha casa, Princesa? − perguntou sorrindo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Não prefere ir me deixar no Hotel? − não queria arriscar ser comida em algum barraco, pensei. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Ele, claro, concordou na hora. Peguei minhas coisas deixando Fred na praia com seu sorrisinho de “Me poupe!” e saí com meu Cafuçu em direção ao hotel. Vestia apenas uma saiazinha impúbere de lycra e o biquíni. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Ele passava a mão na minha cintura, certamente mostrando aos amigos que me ganhara. Uma mulher bonita, de bundinha redondinha, seios médios e vagina rosada, depiladinha, sem um único fio de cabelo, faminta. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Na porta do hotel, ele pareceu não acreditar que iríamos transar e beijou-me com gosto de cerveja. Melei embaixo ainda mais ao sentir sua língua e barba rala. Aqueles braços morenos envolvendo-me, aumentava a minha vontade de levar rolada. Não resisti e perguntei se queria subir comigo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Claro que ele aceitou na hora, já feliz. Com certeza seu pau deveria está dando pulos de alegria.Vi aquilo tudo como uma troca bem justa. Ele queria meter e liberar líquido grosso retido no saco e minha xaninha precisava de uns jatos de leite. Nada mais justo! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;    &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Subimos em direção ao quarto. Ele bolinava-me por trás apertando-me com força. Parecia querer usar-me como puta de rua, mas reprimia seus toques suavizando-os com delicadeza e cuidado. Essa hora minha xotinha já pulava de felicidade, parecia saber que logo levaria ferro e banho de esperma quente. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Ao entrarmos no quarto disse: - Estou louca pra dar! Ele arregalou os olhos se soltando e me pegou com força me jogando na cama: &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Vai dar muito pra mim, safada! Prometeu. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; E pulou em cima de mim com fome. Beijamo-nos muito enquanto ele tirava meu biquíni e saia. Fiquei em minutos nua e indefesa diante daquele cafuçú já livre da camiseta. Apenas de bermuda e areia nas pernas. Depois de ver-me nua e exposta, colocou-se por entre minhas pernas abrindo-me e enfiou a língua dentro da pequena xana rosada de lábios grossos e clitóris inchado. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;     Sentia-me invadida e entregue àquelas carícias ousadas. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Sua língua passava por entre meus lábios vaginais, sentia nitidamente a aspereza de sua língua tentando entrar em meu buraquinho. Encostei a cabeça na cama e gemi baixinho. De repente senti um dedo penetrando minha boceta e logo mais outro dedo, em seguida eram 3 dedos entrando e saindo rapidamente. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Toma piranha. Toda meladinha safada. Estava louca pra dar, hein? − dizia ele com raiva. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      Eu só gemia alto, melando-me, cada vez mais sentindo seus dedos deslizarem vagina adentro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Mais rápido! − exigi. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      O cafuçu apressou-se nas dedadas e cheguei ao orgasmo abrindo as pernas, contorcendo os pés de tesão. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; - Goza, vadia... Vou beber tudo. − e se atacou com meu orgasmo sugando tudo com a boca e enchendo o papo com a espuma dos meus líquidos quentes. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Continuei jogada na cama a mercê do moreno faminto. Ele saiu de dentro da minha boceta e veio beijar-me com vontade. Senti o gosto de minha xota em seus lábios e o beijei com força. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Agora vem mamar na minha rola! Gostosa! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Puxou-me da cama colocando-me no chão. Tirou o pau pra fora e o cheiro infestou o quarto. Não era fedor. Era cheiro de macho suado, grosso e com bastantes nervos. A cabecinha vermelha e bastante grande melada na pontinha. De joelhos encarei e abocanhei a tora do Cafuçu ereta com uma leve contorção pra esquerda. Meus lábios quase não abarcavam seu cogumelo molhado. Coloquei a língua sugando o melzinho que escorria do seu buraquinho e senti o gosto salgado. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Mama no Cavalão. Mama Eguinha! &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; O cheiro de pau tomava conta de todo o ambiente deixando-me com bastante tesão. Mexi em seus testículos com as mãos, massageando-os carinhosamente. Uns bagos cinzas e cabeludos, macios e bastantes engelhados, cheio de dobrinhas e rugas por toda a região do farto testículo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - No saco! Vem princesa... Chupa o saco. − pediu colocando os mesmos dentro da minha boca. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Passei a percorrer as deformações e dobrinhas de suas bolas com a língua. Sentia o cheiro forte de pau excitado e melado. Mamei como puta de rua, mastigando cuidadosamente seu saco gordo e cheio de leite quente. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Agora de quatro, vadia. − ordenou. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Levantei-me levando um tapinha na bunda e colocando-me de quatro sobre a cama. Ele deu outro tapinha, beijou minha bundinha e encostou a cabeça do pau em meu ânus. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Espera... Aí não. − protestei. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Calada ou vai apanhar. − disse batendo novamente na minha bunda. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Sabia que era joguinho erótico do Cafuçu, assim como também tinha consciência que cederia o rabo para ele. Sem escapatória resolvi colaborar. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Enquanto meu cuzinho era perfurado minha xotinha reclamava o direito da esporrada. Dei uns tapinhas nela e tratei de acalmá-la. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Toma! Disse enfiando o pau dentro do meu rabinho. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      Já havia dado o cu algumas vezes o que facilitou a entradinha. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Ai está doendo... − reclamei levando a primeira estocada. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;       - Toma no cu, vadia! − Estou comendo o teu cu! Olha o estrago que estou fazendo rabuda. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      Plaft! Levei uma palmadinha na polpa da bundinha enquanto o Cafuçu me enrabava. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Gemi gostoso sentindo-me fêmea em estar servindo um homem . De quatro sentia-me feminina e extremamente abusada, sensação que levava-me a gemer cada vez mais alto. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; - Ai... Come minha boceta... Estou precisando! − pedi já com os lábios da xaninha tremendo de medo e ansiando ao mesmo tempo levar ferro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Quer na buça Safada? Quer ferro? Vai levar rola agora para aprender a ser piranha. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Minha xotinha espumou mais com a ameaça e caí na cama com ele se colocando de lado e abrindo uma de minhas pernas, colocando-a pra cima. Meteu o pau com força. Este, foi recebido com louvor por minha xana faminta. Agora estava como queria. Levando estocadas fortes e intensas, e sendo chamada de putinha. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Que xota apertadinha e faminta. Vadia! Nem parece que vive dando. Bocetinha apertada...Gostosa. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;       &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Me limitei a gemer e sentir suas estocadas intensas. Meus líquidos vaginais se intensificavam em sua farta produção chegando a melar minhas coxas. O som da violência do saco batendo no vão de minhas pernas me levou a um orgasmo silencioso e profundo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Ai que boceta gostosa... Princesa... Vou te dar um banho de leite quente, putinha linda. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Me dá... Me enche com sua porra. Enche... Vai soltar tudo? Vai? − provoquei gemendo enquanto levava ferro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Manin se transformou e passou a estocar com mais força ainda levantando uma de minhas pernas pra cima e esforçando-se pra olhar sua rola entrar em mim. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Olha! Estou te comendo. Vou despejar... Ai safada... Vou gozar... Toma tudo. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      - Goza... Goza... Vai cacetudo... Me dá leite. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; O cafuçu gemeu grunhindo alto e feroz e com uma bombada forte no fundinho de minha vagina, despejou seu leite grosso e quente. Parecia que aquele mingau estava cozinhando nos “ovos” dele, pois senti a alta temperatura de sua porra me queimar por dentro. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      Minha xota o segurou por mais um tempo enquanto ele acalmava-se ainda bufando em cima de mim. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;     - Ah, que foda gostosa Princesa. Posso dar um cochilo? − pediu. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; Fitando-o com carinho e satisfação, abraçei-o sendo correspondida. Deitei a cabeça em seu peito e segurei sua rola com uma das mãos, acolhendo-a cuidadosamente dentro de minha pequena e delicada mão. &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;      &lt;/p&gt; &lt;p style="color: rgb(51,
